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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

10
Abr16

Tudo para correr mal... Mas não correu!

Eduardo Louro

 

Desafiava mixed feelings este jogo de Coimbra. Por um lado a Académica, pelo baixo rendimento competitivo que vinha apresentando, nunca poderia ser um adversário a impôr muitos receios. Mas, por outro, com uma das sobrevivências mais ameaçadas, e sabendo-se como este tipo de ameaças são capazes de fazer de fraquezas forças, não poderia deixar de ser um jogo complicado. Pelo lado do Benfica, sabia-se que vinha de duas boas exibições: uma caseira, verdadeiramente empolgante, e outra, em Munique, francamente animadora, apesar do resultado. Mas sabe-se também como são difíceis estes jogos que se seguem a cada jornada europeia. É dos livros...

Logo que a bola começou a rolar percebeu-se ao que a Académica vinha. Começou a defender com onze atrás da linha de meio campo para, logo a partir dos primeiros dois minutos, passar a defender com os mesmo onze mas já em cima da sua grande área. Percebia-se que, a jogar assim, podia retardar o golo do Benfica. Mas não conseguira adiá-lo por todos os 90 minutos, seria praticamente impossível.

As coisas mudaram de figura quando, aos 17 minutos, na primeira vez que conseguiram descer à área benfiquista, o Eliseu assistiu autenticamente um jogador adversário para o golo da Académica. Não que o jogo tivesse mudado alguma coisa, que não mudou. Mas porque quando se está a perder o retardar do golo tem consequências mais complicadas. 

Os jogadores da Académica continuavam lá bem atrás, donde nunca saíam, com marcações muito em cima, roubando tempo e espaço aos do Benfica. Sem espaço e sem tempo para dominar a bola, a vida não estava fácil. O antídoto é qualidade no passe, para facilitar a recepção, e velocidade de execução, coisas que o Benfica parecia não ter levado para Coimbra.

A tudo isso juntaram ainda os jogadores da Académica, durante todo o tempo, um assinalável conjunto de práticas de anti-jogo, de faltas sucessivas a simulações de lesões, umas atrás das outras, tudo com a complacência do árbitro mais pressionado desta semana. Na próxima irá ser outro, naturalmente...

O jogo teve realmente tudo para poder correr mal. Acabou por não correr mal de todo, salvando-se o resultado. De indiscutível justiça!

05
Dez15

Só importa o que é importante

Eduardo Louro

 

Pouco importa que o Benfica continue a jogar como tem feito: sem galvanizar, sem intensidade, sem velocidade, sem ritmo. Pouco importa que tudo isso seja aqui ou ali iludido com registos de inegável classe com que Gaitan ou Jonas conseguem encantar a plateia. Pouco importa que o árbitro tenha assinalado dois penaltis a favor do Benfica - tantos quantos tinham sido assinalados nos 11 jogos anteriores - a lembrar a passada segunda-feira passada: um igualzinho àquele que em Braga o árbitro não quis assinalar, e outro que irão querer fazer passar por igulazinho a outro que outro árbitro assinalou em Alvalade ao minuto 94. Mas com o qual pouco tem na realidade a ver...

Nada mais importa quando o miúdo que está a encantar a Luz faz um golão daqueles. O seu primeiro, na sua primeira vez como titular na Catedral. Soberbo: faz esquecer tudo!

18
Abr15

O Golo Que Vai No Bolso

helderrod

Numa importante jornada que antecede a visita à Luz, o FC Porto fez nove alterações para receber a Académica e isso notou-se ainda que ligeiramente no desempenho na equipa.

O Rotategui aplicado neste jogo que podia e devia ter sido adiado, tendo em conta a dimensão que o FC Porto está a dar ao futebol português não está a ser digna de reconhecimento. Aliás, na minha opinião, esta Federação não é digna de representar o grande FCP. 

Na celebração dos 33 anos magistrais de Pinto da Costa aos 33 minutos de jogo, pensei que é ali junto aos seus adeptos o lugar onde ele merece o reconhecimento de ser o dirigente com mais títulos no Mundo. 

Quanto ao jogo propriamente dito, fica para a história a vantagem magra e um saber a pouco após a miríade de oportunidades criadas pelos dragões. Aliás, parabéns ao Cristiano que foi o melhor elemento da Académica uma vez que defendeu quase tudo o que havia para defender. Assim o tivesse feito noutros palcos...

Do lado do Porto, Hernâni nome de craque, nome de um grande portista que, esteja onde estiver, estará orgulhoso da caminhada do clube do seu coração, conseguiu marcar e revelar que tem potencial para impor qualidade aliada à sua velocidade estonteante. Ainda embalado pelo impacto dos 50092 adeptos da Champions, o extremo do Porto foi o MVP com toda a justiça.

Para o fim ficou a entrada de Jackson que, recordando a similitude do lance com o do golo de Juari em 1987, optou por guardar esse golo no bolso para Munique. Fez bem. Fez bem porque a esperança e a expectativa são imensas para chegarmos às meias-finais da Champions. Para tal, há que saber sofrer na próxima terça-feira e com muito critério superar o orgulho ferido dos bávaros. Será importantíssimo marcar em Munique.

Entretanto na próxima terça de manhã ligarei ao JJ para que ele me diga o resultado. 

Força, Porto!

Wir werden gewinnen!

P.S. Um apelo à Antena 1 para abulir a completamente inusitada tradução simultânea nas conferências de Lopetegui (LO-PE-TE-GUI para os mais pategos). É efectivamente uma redundância dispensável.

Hélder Rodrigues 

12
Abr15

Emoções fortes e um autocarro à procura de estacionamento

Eduardo Louro

 

Mais um jogo de grande qualidade de um Benfica afirmativo e dominador. De um Benfica campeão, e à campeão!

Esperavam-se dificuldades da parte da Académica de José Viterbo, hiper motivada, que ainda não perdera e que era "apenas" a segunda defesa menos batida da segunda volta. Mas cedo, bem cedo, se viu que o Benfica não estava ali para outra coisa que não para ganhar depressa o jogo. Para não dar qualquer hipótese… E que a Académica já entrava derrotada… Porque smplesmente não encontrou espaço para estacionar o autocarro que decidira trazer para a Luz. A Académica foi isso: um autocarro à procura de estacionamento!

Ainda se não tinham atingido os 20 minutos de jogo e já o Benfica ganhava por três, fruto de uma exibição que, sem ter atingido o brilhantismo de há uma semana, era uma exibição cheia. E em cheio. Mas também fruto de um coeficiente de aproveitamento inédito: 100%.

Depois o Benfica levantou o pé. Não desligou, como tinha chegado a fazer contra o Nacional, mas deixou correr… Deixou correr o jogo, deixou correr a bola e deixou correr os jogadores da Académica atrás dela. De tal forma que estava-se já em cima do intervalo quando o Benfica perde, por Maxi, assistido de forma brilhante por Gaitan, a primeira oportunidade de golo.

A segunda parte começou como a primeira, com o golo a chegar até pela mesma altura, pelos sete ou oito minutos. O Benfica jogava ainda mais bonito, mas sem o mesmo índice de eficácia. Agora eram as oportunidades de golo que se sucediam… Sucessivamente, sem cessar. Mas sem golo…

Golo que - ameaça a tornar-se lei - acabou por sofrer no primeiro remate do adversário. Um golo festejado em lágrimas pelo seu marcador, Rafael Lopes. Não foi esse o primeiro momento de emoção. A emoção tinha já entrado em campo com Fejsa, num regresso - um ano e duas operações depois - naturalmente muito festejado. Mas, emoção e festa a sério, foi quando o mesmo Fejsa fez o quinto. O último e o mais bonito do jogo!

Foram cinco. Mas cinco golos legais. Todos dentro de toda a legalidade!

E no meio de tanta emoção até a estreia de Jonathan Rodriguez passou despercebida. Mas aconteceu!

06
Dez14

E com toda a ......... e pujança sai do fundinho do Dragão um eferrea.....

helderrod

Uma entrada a alta rotategui no jogo de Coimbra e um meio campo poderoso decidiram a partida da 12ª Jornada. Foi assim que o FC Porto obteve 18 valores com distinção nesta cadeira que havíamos chumbado na época transacta. Aliás, foi nessa altura que o Paulo F. deveria ter mudado de curso, mas como se costuma dizer "Coimbra é uma mulher e só passa com souber"...Hoje o Porto soube muito bem passar pelos adversários com fulgor e supremacia no meio campo. E aqueles caloiros estiveram em grande. O Rúben um pouco mais periclitante, mas aquele Oliver acaba de emergir a fabulosa transição de ficção para a realidade. Oliver é mesmo nome de craque e parece que ele corre mesmo aqueles quilómetros todos da série de animação. Fantástico! Depois o Dux Martinez que marca mais dois golos aquistando em Coimbra o septuagésimo sétimo de azul e branco e que bela forma de registar esse facto, com um portentoso remate no ângulo direito. Foi curiosa também a forma como Lopetegui se fez ouvir na transmissão da Sporttv com constantes interpelações à equipa, sempre pertinentes e assertivas. Aliás, no lance do primeiro golo do Dux Martinez ouve-se um "dá, dá!!!!" mesmo antes da bola ter chegado ao caloiro o Rúben como antevendo o que na realidade se viria a passar! Muito bem! Agora com uma passagem pela Champions League na qual é imperativa a manutenção do prestígio o Mágico Porto passa para o tão aguardado Dia de Clássico...Cá estaremos! Entretanto, fica aqui uma palavra de solidariedade para todos aqueles condutores de autocarro que se vêem impedidos de o fazer vá-se lá saber porquê. Que o diga o David Simão que há duas épocas (no ano do Kelvin) se viu impedido de jogar, sendo ele na altura o melhor marcador do Marítimo. Apesar de tudo, valeu pouco a festa feita nessa altura! Na verdade, seja para quem for, este aspecto merecerá ser alvo de reflexão. Penso que é mais importante este aspecto do que o malogrado chantilly, vulgo spray, para se atestar a tão propalada Verdade Desportiva. Força, Porto! Hélder Rodrigues.

30
Nov14

Um jogo de paradoxos

Eduardo Louro

 

O Benfica teve hoje, em Coimbra, o jogo mais tranquilo do campeonato, e porventura o mais fácil, contrariamente, depois do afastamento das competições europeias, ao que se poderia esperar. Ganhou tranquilamente, criou inúmeras oportunidades para golo e não consentiu uma única à Académica. E no entanto terá sido este jogo de Coimbra o que mais clara deixou a enorme diferença de qualidade entre esta equipa e a da época passada!

Passo a explicar. Na primeira metade – agora deu nisto, só dá para meias partes – da primeira parte, ou mesmo até perto da meia hora de jogo, o Benfica jogou bem. A equipa esteve a bom nível, criou imensas oportunidades de golo, mas fez apenas um, logo aos 8 minutos, fruto da qualidade extra de dois jogadores excepcionais: Enzo, na assistência – um passe longo de grande exigência técnica – e Gaitan, soberbo na recepção, no domínio com a coxa, a passar pelo guarda-redes e a colocar a bola na baliza!

Depois, esgotada essa primeira meia hora, foi ver a equipa senhora do jogo, a querer jogar como na época passada, com tudo para ser igual mas sem que nada saísse igual. Porque falhava um passe, e depois outro e outro… Porque falhava uma recepção e a partir daí já não era a mesma coisa… Porque a bola ia lá parar, ao sítio certo. Só que ninguém lá estava, no sítio certo…

E isso foi sempre tão flagrante que nunca outro jogo evidenciara com tanta clareza a diferença entre os que partiram (e os que continuam indisponíveis, por lesões ou por outras insondáveis razões) e os que chegaram. Ou alguns dos que ficaram… Coisa que o sumiço que Talisca levou, o erro de casting de Samaris, a vulnerabilidade mental de Jardel (é hoje claro que não consegue manter os níveis de concentração exigidos durante muito tempo, numa, pequena que seja, sequência de jogos) ou o fim do prazo das promessas de Ola John ajudam, evidentemente, a explicar!

06
Abr14

Estão ultrapassados os psicotécnicos para a Andaluzia...

helderrod

"Coimbra é uma mulher e só passa quem souber".

Todavia, nem sempre precisamos de dar tudo até porque há outras paixões que nos dividem no defeso. Afinal há outras. Uma delas é bem bonita por sinal. Vive em Sevilha e a tez morena da Vitória (não a águia) é uma difícil, mas encantadora conquista...Será seguramente soberbo o seu encanto, mesmo que nos empate um pouquinho...

A conquista caseira esteve difícil, mas nada que alguma vez pudesse pôr em causa o "conseguimento" do FC Porto. Foi importante ver a segurança e a personalidade quando foi necessário não ultrapassar os limites, nem que para tal se desviassem os olhares para os ferros. Depois a possibilidade de vermos novas estratégias de conquista que deram em golo permite-nos concluir que a preparação psicotécnica para a viagem foi boa.

Há que levar na mala para Sevilha o mesmo charme de outros bailados!

 

 

 

Força, Porto!

 

 

Hélder Rodrigues

 

 

P.S. Pareceu-me grave a escolha do árbitro da segunda parte. Ricardo Coimbra? Num jogo com a Académica?

23
Mar14

O melhor é esperar... Braga está já aí...

Eduardo Louro

 

 

Um pouco por memória passada e outro pouco por pressão de quem, apesar da distância de sete pontos, ainda gostaria de contar com uma ou outra escorregadela, os jogos do Benfica, estão todos, uns atrás dos outros, rodeados de grande expectativa.

Na última jornada é que era. Porque era na Madeira, onde o Benfica tinha perdido o único jogo deste campeonato, porque era o Nacional, que jogava muito bem e até tinha empatado no Dragão e em Alvalade… Não foi. Categoricamente!

Não foi na passada segunda-feira, seria hoje. Porque foi em casa, no ano passado, depois da vitória na Madeira, que as coisas começaram a correr mal. Porque a Académica também tinha ganho ao Porto e empatado em Alvalade…. Porque o Sérgio Conceição não fazia a coisa por menos: tinha a equipa preparada para ganhar…

Também não foi. Vitória categórica e indiscutível, com o Sérgio Conceição a meter a viola no saco e a dizer que a culpa foi dos jogadores. Que, coitados, correram como se não houvesse amanhã. E como raramente se vê correr. Três a zero, mais três nos ferros, mais três tirados pelo excelente guarda-redes da Académica, e um penalti por marcar, num jogo onde já se não viu aquela opção por gerir jogo antes de o matar!

Esta foi, curiosamente, a mais robusta vitória do Benfica em casa. Como já fora em Coimbra, por igual registo, a mais gorda fora de portas. Quer isto dizer que a equipa com o melhor ataque do campeonato – e já agora, também com a melhor defesa – tem em dois resultados de três a zero as suas mais desniveladas vitórias. E apenas por uma vez marcou quatro golos, justamente na vitória por 4-2 no jogo anterior, com o Nacional… Marca é em todos jogos, marca sempre, seja contra quem for!

Também por isso o melhor é esperar pelo próximo jogo. É em Braga, e vem a seguir ao jogo da próxima quarta-feira, das meias-finais da Taça de Portugal, no Dragão. E antes do jogo dos quartos de final da Liga Europa, com os holandeses.

Pois. É assim… 

01
Dez13

Uma estorinha na grande HISTÓRIA do FCP!!!!!

helderrod

Não se falará noutra coisa durante esta semana. Esquecer-se-á a bola na barra, a bola no poste e posterior falhanço do Mangala, o penalty falhado (ainda bem porque fora muito forçada a sua marcação). Esquecer-se-á a quantidade de minutos queimados pelos jogadores da Académica, corroborada em parcos quatro minutos de compensação...Parece-me, no entanto, que se o FC Porto estivesse oito minutos jamais conseguiria aquele milagre de Barcelos no Estádio da Luz aquando dos descontos já na presente temporada. Não há milagres. Mas...enfim....

Hoje assisti a um Porto ansioso e claramente afectado pela inusitada pressão do assobio e do bota abaixo. Esta pressão tem vindo a acicatar a confusão e a pressa em mexer. Foi Quintero a titular com Josué muito recuado (e se calhar por isso exageradamente faltoso e agressivo), depois a evaporação de Otamendi que só se justifica pela intensificação da constestação. Depois, Licá em cunha com Martinez...Paulo Fonseca parecia querer aceder a todas as postas dos treinadores de bancada e, claro está, deu asneira. Hoje parecia-me particularmente inseguro num permanente diálogo com o seu adjunto e tal realidade não é nada abonatória.

É óbvio que o plantel está curto e a inclusão de Kelvin de forma consistente é fundamental. Não pelo fabuloso minuto 90:59, mas pela fantasia ou laivo individual que pode desbloquear. Acredito piamente que não há treinador no mundo que possa fazer muito melhor quando se tem (com o devido respeito) Carlos Eduardo, Ricardo, Licá. Excluo o Defour porque esse tem lugar na equipa principal. Será inclusivamente muito importante no Dragão com o Braga. 

Não obstante, o que é fundamental aqui é promover a solidariedade com a equipa e incutir-lhe a confiança que, apesar das pálidas exibições, esta merece porque trazem no peito a marca de campeão. Recordo que são 8 em 10 campeonatos e isso não pode cair com um momento menos bom.

 

FORÇA, PORTO!!!!!!

 

 

Hélder Rodrigues

17
Fev13

Que sirva de lição!

Eduardo Louro

 

O Benfica ganhou um daqueles jogos que se complicam, já quando poucos acreditavam que fosse possível: no último minuto, de penalti. Penalti mesmo, Gaitan foi agarrado quando ia rematar para a baliza!

A Académica trouxe, não um, mas dois ou três autocarros, que plantou à frente da sua baliza. Nada de anormal, isso já sucedeu e voltará a acontecer. Sabe-se que equipas não têm as mesmas armas … Anti-jogo é outra coisa, e a Académica não só o praticou como abusou dele. Sempre com a permissividade do árbitro que, no fim, entendeu dar cinco minutos de compensação. Menos do que o tempo que a Académica queimou nas três substituições que fez. A Académica não fez um remate à baliza do Benfica, que teve ainda duas bolas nos ferros.

Isto para dizer que a justiça da vitória do Benfica não pode ser posta em causa. Mas…que fique por lição!

O Benfica jogou francamente mal. Sem velocidade, sem ritmo e com todos os jogadores desinspirados. Não é drama nenhum, porque os jogadores não são máquinas, nem sempre tudo corre como se deseja. O que, mesmo sem que seja dramático - porque não pode haver dramas no futebol, isso está reservado a outras esferas da vida -, não pode repetir-se é a incapacidade para mudar o chip da equipa. Se não há inspiração tem que haver vontade, se não se pode jogar bonito tem que se jogar com eficácia, se não há espaços remata-se de longe. Se não se conseguem jogadas de penetração tem que colocar a bola para área, com cruzamentos sucessivos, uns atrás dos outros. Repare-se que a equipa apenas por uma vez, por Enzo Perez, na primeira parte, fez um remate de fora da área. Entrou o Carlos Martins, dado como especialista na matéria, e nada… Nem um!

Que este jogo sirva de lição!

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