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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

23
Nov18

Sem retorno

Eduardo Louro

Resultado de imagem para benfica arouca 2018

 

Não tem explicação a forma sofrida, confrangedora e medíocre como o Benfica, na Luz com um quarto de casa, conseguiu eliminar, da Taça de Portugal, o Arouca - nos últimos lugares na tabela classificativa da segunda divisão - no último dos cinco minutos de compensação.

Nada no Benfica tem explicação. Se tivesse, alguém teria de explicar as contratações para esta época. Porque, ou não tinham a mínima qualidade para jogar no Benfica - já nem se fala em acrescentar valor à fraca equipa da época passada - ou, se a tinham, o Rui Vitória transformou-se numa máquina de destruição de valor.

Como nada tem explicação, temos que admitir o pior dos dois mundos: a famosa estrutura, a tal que vai dez anos à frente, soube gastar dinheiro mas não soube contratar jogadores; e Rui Vitória fez o resto, dando cabo deles.

Chegou a pensar-se que Jorge Jesus poderia esta semana ter voltado a dar uma ajuda a Rui Vitória, como acontecera na sua primeira época, em 2015. A entrevista do antigo e futuro - lagarto, lagarto, lagarto... - treinador do Benfica poderia ter o mesmo efeito que tinham tido as suas declarações na altura. Então serviram para unir toda a gente à volta do treinador, empurrando sensacionalmente a equipa para o tri. 

Sabia-se que Rui Vitória há muito que está esgotado, agora percebe-se que é um esgotamento irreversível, nem já Jorge Jesus o consegue recuperar. 

O processo de destruição que Rui Vitória tem em curso no Benfica tem que ser travado de imediato. É por demais evidente que não tem retorno!

Os jogadores não sabem o que fazer em campo, juntam-se aos montes sem saber nem por nem para onde correr. Não há sequer equipa, e por isso nem se pode dizer que a equipa não sabe defender nem atacar. Pode apenas dizer-se que os jogadores não sabem defender nem atacar.

Os erros, sempre os mesmos, estão a repetir-se em todos os jogos. O que quer dizer que o treinador não os sabe corrigir, já que nem se pode acreditar que não os consiga identificar, mesmo que só isso se possa concluir das suas declarações no final da cada jogo.

Os lances de bola parada, decisivos e uma espécie de último recurso quando o futebol corrido não sai bem, são uma coisa confrangedora. Sempre a mesma coisa, e a mais básica. Nada que revele treino, nada preparado, a pura rotina do "vira o disco e toca a mesma".

Não é que o Benfica não tenha treinador. Tem é um treinador esgotado, de cabeça perdida, e em quem ninguém confia. A começar nos jogadores e acabar nele próprio!

Luís Filipe Vieira, ocupadíssimo a contratar advogados e a tentar salvar a pele, ainda não teve tempo nem preocupação para perceber isso. Quanto mais para dar explicações...

 

10
Mar17

O Bella, o Monstro, o Toucinho e a Velocidade num passadiço triunfante.

helderrod

E lá foram pela corrente do Paiva os 50 mil euros prometidos...ficaram por lá.

Num jogo com um lançamento sui generis por parte do peculiar Manuel Machado que se referiu a Soares em moldes menos adequados (no fim ficou tudo bem e o 29 do FCP até lhe cedeu a camisola), lembrei-me de uma das mais belas metáforas do futebol português. Um dia, o técnico do Arouca disse que algo era tão diferente como se estivéssemos a comparar o toucinho da velocidade. Hilariante. Hoje o FCP foi a velocidade e o Arouca o toucinho sem fazer um único remate enquadrado à baliza de Casillas que também no Futebol Clube do Porto acaba de fazer algo que nunca tinha feito antes no Real Madrid: Casillas está há dezasseis jogos sem sofrer golos para o Campeonato Nacional. Os melhores do mundo podem também resplandecer no melhor clube português.

A história deste jogo é simples. Um FCP mandão, com um extraordinário Brahimi e um fenomenal Óliver, só pôde gerar oportunidades para os goleadores, nos quais se incluiu um soberbo Danilo. Esse "monstro" fazedor de golos não pára de nos surpreender. É um verdadeiro trabalhador em campo com muita "ratice".

É em Soares e seus companheiros que eu ainda acredito numa jornada brilhante na Champions em Turim. Já calámos San Siro, Old Trafford, Lyon, Roma em noites memoráveis. Chegou a vez do novíssimo estádio da Vecchia Signora. Eu acredito! 

Será importante apagar a péssima imagem deixada pelo clube daqueles que ostentam as lâmpadas na alcunha para não ferirmos a sensibilidade dos legisladores, cujo banho de bola só foi disfarçado por uma vergonhosa taça encomendada pelos amigos da liga que se lembraram de gerar um troféu tríptico e absurdo.

ESPERO QUE ESTEJAM JÁ A PREPARAR O TROFÉU COMEMORATIVO DOS 60 ANOS DO ÚLTIMO TÍTULO INTERNACIONAL. MAS FAÇAM UMA COISA BONITA COM UMA FOTO DO BELLA. 

 

Força, Porto! 

Tu jamais caminharás sozinho!

Hélder Rodrigues

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11
Fev17

Benfica alarga vantagem para 4 pontos

Eduardo Louro

André Carrillo faz o 3-0 no jogo frente ao Arouca

 

Exactamente. Assim mesmo. Depois do que se viu na semana passada, amanhã os jornais não poderão deixar de se cobrir de títulos como este. Esperemos para ver...

Dito isto, já se pode dizer que o melhor futebol que o país tem para mostrar está de volta. O jogo do passado domingo já o tinha deixado perceber. O de hoje, desta noite gelada de sexta-feira - que certamente explica a menor assistência do campeonato, apenas 47 mil pessoas na Luz - confirmou que o Benfica não deixou fugir o perfume do seu futebol. A primeira parte foi de autêntico explendor na relva, com Carrillo - pela primeira vez titular no campeonato - Zivkovic, Jonas e Nelson Semedo a recitarem futebol. 

O Benfica entrou na partida determinado, com todos os jogadores concentrados e focados, a gerir na perfeição os ritmos do jogo e a variá-lo com critério. O Arouca - de Lito Vidigal, ao que se diz de partida, não resistindo ao chamamento de Israel - foi de imediato encostado lá atrás, donde não conseguia sair. Seguiu-se um curto período de abrandamento, que permitiu ao Arouca subir um bocadinho e deixar perceber que pretendia fazer o que todos querem fazer na Luz: pressionar no campo todo, condicionar a saída de bola e tentar engasgar a construção do Benfica.

Só que, na tal gestão dos ritmos do jogo, o Benfica rapidamente voltava a imobilizar o adversário lá atrás. Percebia-se que o golo estava a espreitar. Apareceu, foi muito festejado, mas viria a ser anulado, a fazer lembrar o terceiro golo do Boavista do fatídico último jogo da primeira volta, mas em versão bem menos exuberante. Isso mesmo, o critério é só um. E simples: se, em fora de jogo possicional, um jogador se faz ao lance, é fora de jogo se der golo para o Benfica. Já não o é se der golo contra o Benfica.

Pouco depois, Mitroglou voltaria a acertar na baliza, de cabeça, a passe de Jonas, em mais uma espectacular jogada de futebol. Ia a primeira parte a meio e não havia como anulá-lo. Menos de 10 minutos depois, numa jogada colectiva ainda mais bonita, o grego bisou.

Em noite de lua cheia, a Luz resplandecia de futebol. De repente, o caso Mateus: Ederson sai da baliza e vai disputar a bola com o conhecido angolano do Arouca, a meio do meio campo. Chuta a bola que, azar dos azares, vai bater no Eliseu, que vinha em corrida, e segue em direcção à baliza, enquanto o guarda-redes do Benfica acaba a chocar com o adversário. O jogo prossegue, Lindelof recupera a bola bem antes que ela se cruzasse com a baliza e, por ordem do fiscal de linha, o árbitro interrompe o jogo expulsa o guarda-redes. Como se o árbitro assistente - é assim que se chama, não é fiscal de linha -, que não veria, bem à sua frente, uns minutos depois, uma agressão com o cotovelo a Lindelof, tivesse visto a bola ser jogada pelo avançado do Arouca, e como se ele tivesse ficado isolado, em condições de fazer golo. Inacreditável!

Não houve eclipse. Nem da Luz, nem do bom futebol, porque já se viu que não é por aí. A Luz reacendeu-se, e reacendeu-se ainda mais quando o árbitro apitou para intervalo depois de mais uma falta sobre Carrillo, junto à àrea adversária, que o árbitro assinalou sem que permitisse cobrar o livre. E o bom futebol, evidentemente que com novas nouances, regressou para a segunda parte com os 10 jogadores do Benfica. 

E para que não ficassem dúvidas, logo no início, Carrillo assinou a obra de arte que fixaria o resultado final. A fasquia da qualidade dos golos tinha vindo a subir e estava bem alta: o terceiro não podia ser outra coisa que uma obra prima.

Valeu a pena esperar por Carrillo!

 

11
Set16

A Reconquista do Dragão

helderrod

Perante os conquistadores vimaranenses deu-se a reconquista do Dragão. A simbiose entre a equipa e os mais de quarenta mil adeptos foi por demais evidente.

Na retoma do 4-4-2  a fazer lembrar as célebres duplas de outros tempos nas Antas, o FC Porto conseguiu uma boa exibição. Foram três os golos conseguidos numa bela dinâmica ofensiva dos azuis e brancos, não obstante o já clássico furto do senhor árbitro que erra duas vezes ao não assinalar um penalty e a anular um golo perfeitamente legal no mesmo lance. O costume. 

Para além das grandes exibições de vários jogadores do Porto, gostava de evidenciar o belga Depoitre. Espero que os críticos depreciativos do camisola 9 do Porto tenham finalmente visto o jogador em acção, atestando com os seus olhinhos que a terra há-de comer a excelente movimentação do avançado portista. Pela boca morre o peixe, apesar de alguns polvos preferirem falar dos aspectos estéticos das armações oculares. Mas é como tudo na vida. Há quem goste de palha à moda Cofina. 

Todavia, foi bonito ver o Dragão a cantar em uníssono com a equipa no final da partida. A equipa parece estar a reconquistar a ala céptica da pipoca e isso é bom para um conjunto que se quer motivado. O próximo jogo já está aí à porta e a expectativa é boa para o embate com a equipa da capital dinamarquesa. A ver vamos.

 

P.S. Começa já a ser ridícula a forma como o Sporting usa e abusa do seu ecletismo. Misturar duas modalidades num só momento parece-me hiperbólico. Cada macaco no seu galho e Gelson não pode simultaneamente jogar andebol e futebol. 

Repare-se igualmente na forma como em Arouca, o senhor árbitro deixe passar de forma impune as entradas duríssimas de Nelson Semedo do Benfica, que não terminaria o jogo se o árbitro cumprisse a lei do jogo. Mas o que é mais grave é a forma como Salvio executa quatro lançamentos com os dois pés dentro do terreno de jogo com a anuência do fiscal de linha que, inclusivamente, foi "apanhado" pelas câmaras a falar sobre o assunto com o Salvio apesar de nunca assinalar a irregularidade.

Contudo, a indignação foi grande pelo facto do árbitro não ter assinalado um possível penalty sobre Rafa. Esse facto levou à expulsão de Rui Costa que me parece mais preocupado com as arbitragens neste ano. Porque será? Ele que não se preocupe porque o Lindelof também faz de empurrões singelas cargas de ombro.

Uma palavra ainda para o estranho caso de Jonas. É certo que, com tantos benfiquistas na mesa da TVI, ninguém questionou o senhor Luís Filipe Vieira sobre a miraculosa recuperação de 15 dias de Jonas, após uma operação ao tornozelo.

A última palavra vai direitinha para esse grande capitão da selecção que até já marcou quatro dias depois da sua selecção ter perdido na Suiça. Em terra de cegos quem tem talento é rei. Tudo normal, portanto....

 

Força, Grande Porto!

Hélder Rodrigues

10
Set16

Sempre a centímetros do golo apoteótico

Eduardo Louro

(Foto do Record)

 Era grande a curiosidade sobre a equipa que Rui Vitória escalonaria para este jogo com o Arouca. Em primeiríssima análise pela forma como constituiria a dupla mais avançada, por força de se encontrarem lesionados todos os quatro pontas de lança do plantel principal. Mas também, e exactamente ao contrário, com os quatro centrais pela primeira vez disponíveis, para saber quais os titulares e, mais, qual deles nem no banco teria lugar. Calhou ao Lindelof, surpreendentemente.

A expectativa criada em torno da dupla acabaria por marcar o jogo. Pela enormidade que Gonçalo Guedes e Rafa jogaram, a parecer que jogavam juntos há muito tempo. Porque o último recruta do Benfica, para além de confirmar todo o seu talento, parecia um tri-campeão; ninguém diria que tinha chegado à equipa de véspera. Porque foi obrigado a sair, lesionado – mais um –, aos 60 minutos, e o jogo não foi mais o mesmo. Mas também porque isso, a ausência dos pontas de lança do Benfica, terá levado o Lito Vidigal a montar uma estratégia que, perante a qualidade dos jogadores do Benfica, e em particular da dupla que Rui Vitória lançou, se viria a revelar suicidária.

O treinador do Arouca, perante um adversário sem pontas de lança, estacionou a equipa à entrada da sua área, no pressuposto que, sem jogadores de área, o Benfica não saberia o que fazer quando lá chegasse. Para, depois, sair em lançamentos longos para o contra ataque, abdicando do jogo no meio campo e do tratamento da bola. A coisa não podia ter corrido pior, e o jogo só não ficou resolvido na primeira meia hora porque o Benfica se ficou pelo golo do Nelson, desperdiçando sucessivas oportunidades, ao ritmo de quase uma por minuto. Tanto desperdício, e meia dúzia de grandes intervenções do seu guarda-redes, evitaram o KO de um Arouca que nunca saiu das cordas. E assim chegou ao intervalo com um resultado que deixava aberto um jogo que deveria estar mais que fechado.

Percebeu-se logo no reinício que o Lito Vidigal emendara a mão. Que o meio campo já entrava na estratégia para a segunda parte. Só que para o Benfica ia dar no mesmo. Continuava a jogar bem e sem dar hipóteses. O segundo golo chegou cedo, mesmo assim antes e depois de mais uma série de novas oportunidades, e o jogo parecia finalmente arrumado. Estávamos nisto quando o árbitro não assinala o penalti sobre o Rafa, e na sequência o Arouca chega lá abaixo e marca. No mesmo minuto o resultado passa de um possível 3-0 para 2-1. E dois ou três minutos depois, Rafa, que mantinha a defesa adversária em estado de pânico permanente, saiu lesionado. E o Arouca galvanizou-se.

Mas só isso. Nada mais do que empertigado, e nem mesmo nos poucos minutos, até à entrada de Samaris, em que o Benfica deixou que o jogo partisse, o Arouca criou qualquer oportunidade para marcar. Ao contrário, o Benfica prosseguia a sua série de despedício.

E volto ao princípio: à expectativa sobre a dupla de pontas de lança. Que envolvia mais um miúdo: José Gomes. Pois, entrou já nos descontos e estreou-se, aos 17 anos, na equipa principal do Benfica. E foi dele a penúltima oportunidade de golo do jogo. Ficou a menos de cinco centímetros do golo apoteótico. Como Rafa, por quatro vezes!

 

08
Fev16

OFFSIDE, inside Desordenado...Captain Flat

helderrod

Hoje escrevi mais tarde do que o normal. Não porque jamais abandonarei a minha causa aqui no Dia de Clássico, mas porque após a minha ida ao Estádio a tosse do meu estado enfermo regressou em força. Fui ao Estádio, mesmo doente. Apesar de ser errado, vou e pronto. Não se explica.

Fiquei até ao fim. Até ao último apito. Não saí a meio, nem virei as costas a ninguém. Na noite do Dragão, houve um jogador que fez o inverso. Virou as costas ao adeptos e à equipa. Quis sair. Talvez por causa do trânsito. Somos o fruto das nossas acções e, quanto a isso, está tudo dito.

No golo mais rápido da Liga Nos (tinha que ser contra nós), o Arouca chegou-se à frente e, mesmo com a povoação defensiva e antijogo, o FCP faz dois golos e vira o resultado. Porque virámos mesmo o resultado. Que saudades tenho eu dos capitães do FCP que iam para cima do árbitro, perante a palhaçada que o guarda-redes do Arouca estava a fazer. Isto só acaba quando um artista destes for expulso.

A par do que denunciei aqui no ano passado, o FC Porto continua a ser seriamente prejudicado: desde os penalties no Porto-Rio Ave, Guimarães-Porto, Porto-Marítimo e por aí fora, o silêncio é assustador. 

O Porto fez dois golos limpos e a lassidão continua. Porquê? 

Ontem um velho amigo perguntou-me se eu conhecia a voz do Antero. E na verdade desconheço se a mesma é grave ou aguda. Se calhar está mesmo na hora. 

Se calhar esse senhor deve assumir a falha grave do seu pupilo e abandonar o barco com ele. 

Num nexo de causualidade no Dragão, o efeito está sempre a ser o responsável. Lopetegui foi um desses efeitos que foi vilipendiado, mas como agora é evidente não fora ele o principal responsável. Tenho sérias dúvidas se, com ele, não estaríamos ainda a ombrear com os rivais (apesar de termos que ter cuidado com os cotovelos).

 

Em suma, o problema não está na lâmpada. Está no casquilho!

 

Força, Porto

Hélder Rodrigues

23
Jan16

Espectáculo!

Eduardo Louro

 

Nota artística, como dizia o outro. Já são raros os passes fahados, e com os jogadores - e o treinador - a transbordar confiança sucedem-se os adornos que abrilhantam o espectáculo. Até os patinhos feios são já belos cisnes, como Pizzi, há muito, e André Almeida, hoje, fazem questão de demonstrar. É do actual Benfica que estou a falar, e em particular da exibição de hoje frente ao Arouca: uma exibição de encher o olho, que só não deu em goleada de sete ou oito porque ... há dias assim: por isto ou por aquilo a bola não entra.

Jonas, que não tem nada a ver com a tempestade que está a varrer os Estados Unidos, e é apenas nome de um dos mais brilhantes jogadores do Benfica, foi a maior vítima de ... de um desses dias assim. De tal forma que, quando finalmente marcou, já o jogo tinha muito mais de uma hora, nem festejou o golo. Mas não foi de raiva, foi mesmo porque depois de ultrapassar a defesa do Arouca teve ainda que vencer a oposição de Mitroglou, que queria o golo para ele. O bis.

Foi isto o jogo: o Benfica a dar espectáculo e a falhar golos, e o Arouca - a dividir a posse de bola, tentando espalhar-se pelo campo todo, é certo -  a perguntar-se como é que se estava a safar de uma goleada das antigas. Estavam nisto quando, no primeiro dos tês minutos de compensação, num canto, marcam o golo. E assim acaba num vulgaríssimo 3-1 um jogo que podia ser de sete ou oito... Tão enganador que até enganou o Lito Vidigal.  

12
Set15

São fantásticos!

Eduardo Louro

O Porto jogou hoje em Arouca. E ganhou (3-1)!

O Benfica jogou em Aveiro com o Arouca, há três semanas. Há duas jornadas atrás. E perdeu (0-1)! Mas já ouvimos dizer, e aposto com quem quiser que iremos continuar a ouvir, por muitos e bons meses, quiçá anos, que o Porto foi prejudicado. E o Benfica beneficiado. Que o  campeonato - também este - já está ferido na sua verdade...

São fantásticos!

12
Set15

A Longa Estrada Para O Título

helderrod

Para os mais distraídos, importa referir que o Futebol Clube do Porto é a equipa com mais títulos (13) na Volta a Portugal em bicicleta. Permitam-me a analogia para contextualizar o que a seguir irei anunciar.

Com efeito, nesta corrida para o título nacional de futebol as etapas nem sempre são iguais. 

Na verdade, enquanto o SLB percorreu os 90 quilómetros num belo tapete em Aveiro, o FC Porto teve que andar por sinuosas estradas com toupeiras e tudo por terras de Arouca. A tirada não foi fácil, mas mesmo assim a vitória foi aquistada. Com um trepador TT chamado André André, a equipa a jogar de branco (e que bela indumentária esta) fez algumas fugas de grande competência, designadamente por Corona. O novo sprinter mexicano mostrou grande pedalada, bem como o cabeça de pelotão Aboubakar que tem revelado uma rotação bastante agradável nestas primeiras contagens de montanha!

Depois o juiz de corrida que quer ser o camisola amarela à "força toda" admoestando quase meia equipa azul e branca. De facto o Capela continua a ser fabuloso de amarelo em riste.

Pena foi que no foto finish não foi capaz de ver o fora de jogo claríssimo que deu o golo ao Arouca que bem fez por merecer um golito na meta volante. Escusava era de ter sido ilegal. Mas quanto a isso, meus amigos, estamos conversados. 

Enquanto uns azuis davam a esquerda para passarem de passadeira uma meia dúzia, os outros de branco tiveram que trabalhar para tornear a sinuosa e curvlínea estrada arouquesa para chegar na frente. 

Os ex líderes do campeonato tiveram 24 horas para brilhar. Agora regressam ao lugar esperando o próximo desafio para os lados das Antas. Aí a estrada vai ser boa para todos e a equidade de condições permitirá uma bela corrida na semana que aí vem. No entretanto, os bravos de pelotão vão fazer uma das mais longas etapas europeias desta temporada e o triunfo deverá passar para arrancarmos no topo dessa Champions que tão bem conhece o prestígio do grande Futebol Clube do Porto. A ver vamos!!!!

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

 

Para finalizar uma palavra para o desempenho fabuloso dos SUPER DRAGÕES e do COLECTIVO que apoiaram incessantemente a equipa! Parabéns a eles também!

23
Ago15

Assim pode deixar de haver colinho...

Eduardo Louro

Resultado de imagem para benfica arouca 2015

 

Quando trinta remates e uma dúzia de oportunidades não chegam para fazer um golo sequer... não se pode falar apenas de azar. Nem  se pode falar do penalti que ficou por assinalar, na melhor fase do Benfica, a última meia hora da primeira parte. Nem de durante muito tempo mais parecer um jogo de andebol que de futebol...Não tem nada a ver com o árbitro, nem com jogar a bola á mão - tem apenas a ver com a forma como o Arouca se posicionava no campo.

Tem de se falar de incompetência. Porque só por incompetência, depois dos adversários terem feito o que tinham feito, se pode fazer ainda pior. 

Uma lástima!

Só falta dizer que não se perdeu com uma equipa qualquer... Perdeu-se para o líder do campeonato... Mas cuidado: assim o colinho pode perder-se!

 

PS: Pois... o da foto não está cá. No ano passado esteve: marcou dois golos.

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