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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

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Visto da bancada Sul

19
Nov16

Salapismos de Capela e um cibo de incompetência

helderrod

Costumava-se dizer nesta competição tão querida dos portugueses "hoje houve taça!". Porém, há agora uma novidade que se confunde com a clássica expressão. Hoje houve Capela. 

Mais uma vez, o homem puxou dos galões e desta feita não assinalou três penalties ao FC Porto e, por ventura, um outro ao Chaves. É um INCOMPETENTE que demonstra o quão podre está a arbitragem em Portugal.

Sei que pareço repetitivo. Mas a realidade obriga-me a reiterar a inaceitável toada das arbitragens nos jogos do FC Porto. Neste momento o rácio é o seguinte: 13/11! Dividam agora 13 por 11. Depois, multipliquem por 100. Obterão a percentagem do coeficiente da arbitragem a roubar penalties ao Futebol Clube do Porto.

Não podem brincar assim com a Instituição Futebol Clube do Porto. 

Aqui não há dúvidas entre o vapor e o cuspo. São 13 penalties em 11 jogos. Uma dúzia de abade.

Uns queixam-se por causa de um jogo no qual chegam ao empate num penalty inexistente sobre Gonçalo Guedes.

Outros passeiam miríades de maus exemplos para os jovens, cuspindo indiscriminadamente para tudo e para todos. Ainda ontem foram precisos penalties simulados e dois golos foras de jogo para amenizar o putativo escândalo...

E, no entretanto, há um clube. O melhor clube português consubstanciado pelos sete títulos internacionais que lhes confere um prestígio inigualável e díspar no nosso futebol continua a ser vilipendiado de forma constante pela arbitragem, pela maioria da imprensa e da opinião.

Isto tem que acabar! Dê para onde der.

Contudo, houve também um cibo de incompetência em terras transmontanas. 

Adivinhava-se uma tarefa difícil em Chaves, mas no escalonamento do onze houve falhas. Este era o jogo mais importante para as hostes portistas no presente. Como tal, as opções deveriam passar pelo melhor onze. Assegurar a passagem bem cedo e gerir o resto do jogo era claramente a melhor solução.

De que vale falar em pilares, se removemos a importância dos alicerces? Em tempos criticavam o treinador basco por desconhecer a importância desta competição no futebol português, aquando do jogo Porto-Sporting há duas épocas atrás num contexto pós-selecções. O que têm para dizer agora?

Agora há que olhar em frente e não facilitar em Copenhaga. Entrar com tudo na próxima terça-feira, porque a margem de manobra reduziu-se um cibo e os portistas estão atentos.

 

Força, Porto! Hélder Rodrigues

Créditos fotográficos: Raurino Monteiro

 

 

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12
Set15

A Longa Estrada Para O Título

helderrod

Para os mais distraídos, importa referir que o Futebol Clube do Porto é a equipa com mais títulos (13) na Volta a Portugal em bicicleta. Permitam-me a analogia para contextualizar o que a seguir irei anunciar.

Com efeito, nesta corrida para o título nacional de futebol as etapas nem sempre são iguais. 

Na verdade, enquanto o SLB percorreu os 90 quilómetros num belo tapete em Aveiro, o FC Porto teve que andar por sinuosas estradas com toupeiras e tudo por terras de Arouca. A tirada não foi fácil, mas mesmo assim a vitória foi aquistada. Com um trepador TT chamado André André, a equipa a jogar de branco (e que bela indumentária esta) fez algumas fugas de grande competência, designadamente por Corona. O novo sprinter mexicano mostrou grande pedalada, bem como o cabeça de pelotão Aboubakar que tem revelado uma rotação bastante agradável nestas primeiras contagens de montanha!

Depois o juiz de corrida que quer ser o camisola amarela à "força toda" admoestando quase meia equipa azul e branca. De facto o Capela continua a ser fabuloso de amarelo em riste.

Pena foi que no foto finish não foi capaz de ver o fora de jogo claríssimo que deu o golo ao Arouca que bem fez por merecer um golito na meta volante. Escusava era de ter sido ilegal. Mas quanto a isso, meus amigos, estamos conversados. 

Enquanto uns azuis davam a esquerda para passarem de passadeira uma meia dúzia, os outros de branco tiveram que trabalhar para tornear a sinuosa e curvlínea estrada arouquesa para chegar na frente. 

Os ex líderes do campeonato tiveram 24 horas para brilhar. Agora regressam ao lugar esperando o próximo desafio para os lados das Antas. Aí a estrada vai ser boa para todos e a equidade de condições permitirá uma bela corrida na semana que aí vem. No entretanto, os bravos de pelotão vão fazer uma das mais longas etapas europeias desta temporada e o triunfo deverá passar para arrancarmos no topo dessa Champions que tão bem conhece o prestígio do grande Futebol Clube do Porto. A ver vamos!!!!

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

 

Para finalizar uma palavra para o desempenho fabuloso dos SUPER DRAGÕES e do COLECTIVO que apoiaram incessantemente a equipa! Parabéns a eles também!

29
Abr15

À Capela se canta à Papoila um capão de cabidela

helderrod

É no mínimo hilariante a escolha do árbitro do próximo Gil Vicente-Benfica. No jogo da primeira volta, o Benfica conseguiu os 3 pontos à custa de um escandaloso fora-de-jogo na vitória sobre o Gil Vicente. E quem era o árbitro? João Capela. Esse limpinho que corporiza odes à papoila saltitante. Porém, Vítor Pereira da arbitragem (porque o outro Vítor Pereira foi BICAMPEÃO com apenas uma derrota justamente em Barcelos com uma obra de arte de Paixão) teve o topete de escolher justamente o mesmo árbitro da primeira volta. É uma vergonha. Mas uma vergonha útil. Na verdade, todos estes episódios só ajudam a atestar que a potativa vitória do SLB neste campeonato é nada mais nada menos do que uma farsa. Caso ganhe, não há mérito. Há o fruto da trapalhada de terceiros que falam da fruta para não se falar das multifacetadas sombras do colinho. O âmago da questão é simples: uma coisa é uma equipa poder nada ganhar, apesar de ter chegado magistralmente aos quartos de final da LIga dos Campeões, com apenas uma derrota (pré-eliminatória incluída). Outra, é uma equipa ganhar a tacinha da treta caso não vença o campeonato. Rui Santos é muito sério na verdade, na medida em que "há contacto e não há puxão" no lance entre o Luisão e Jackson. Não haja dúvidas que este cultivador de verdade é nada mais do que um mestre do espigueiro para dar palha e até o Rodolfo vai na conversa. Mas o que é grave é branquearam nas barbas do grande Rodolfo a não expulsão do Fejsa com duplo amarelo. Já agora, onde está a LIga Real? Não tenho ouvido falar nisso. Porém, ainda há portistas que não se calam. Nem me calarei e guardarei para a posteridade o eventual Campeonato do Colinho, o Campeonato dos túneis, o Campeonato do Algarve e até o Campeonato dos Ovos Moles onde foram comer Bife Arouquense para Aveiro. O que lamento é ver os jovens benfiquistas crescerem e verem o seu clube vencer à custa da batota. Mas, meus amigos, ser batoteiro é feio!

Força, Porto! Eu ainda acredito, Hélder Rodrigues, Vila Nova de Gaia.

13
Abr13

Não foi roubo de igreja...foi de capela!

helderrod

Caros leitores, independentemente dos valores atinentes a esta Taça da Liga, não gosto de perder nem a feijões. Sei que esta é também a filosofia do meu Porto. Não é fácil digerir derrotas, mormente quando as mesmas enformam-se por este prisma.

Muito se fala sobre Verdade Desportiva e o meu clube tem as costas largas ante este assunto. Porém, vejo os mesmos que desvalorizaram o lance desta noite no qual há um jogador que simula, que força um contacto, atribuir ao mesmo o título de MVP da final. Hilariante.

Como tal, afirmo perentoriamente. Não adianta impingir verdades quando nos escondemos atrás dela. A verdade é que o Abdoulay poderia ter sido expulso anteriormente, mas não é menos verdade que este não penalty consubstanciou uma profunda alteração no rumo do jogo. Foi no final da primeira parte e traduziu-se num incremento significativo das dificuldades do Porto. São estas as dificuldades que todas as equipas que se viram reduzidas a dez injustamente contra o SLB sofreram.

Porém, o silêncio hoje é grande e é grave. Esta Taça tem "antecedentes criminais", vulgo Sporting-Benfica (Lucílio Baptista), e é mau enveredarmos por caminhos opinativos que se adequam aos protagonistas. Errar é humano, mas importa enfatizar o erro para que as pessoas tenham a humildade em reconhecê-lo, numa perspectiva construtiva. O Capela errou à guisa de Igreja, mas o "Clero" antiportista" inocentou-o.

Quanto ao meu Porto, há que ter muita força para o campeonato e lutar até ao fim. Há que manter a esperança...

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