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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

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Visto da bancada Sul

23
Out19

Bandos de malfeitores

Dylan

tocha.jpgA decisão do presidente do Sporting em acabar com os apoios às claques do clube é um acto de coragem, farto de tanto parasitismo e intimidação. Algumas claques de futebol deixaram de ser um grupo de adeptos que apoia e acompanha a equipa para se tornarem numa seita de malfeitores pronta a obter proveitos financeiros do clube, onde o estilo de vida dos seus líderes não corresponde aos rendimentos declarados. Somente uma pequena parte dos seus elementos têm registo obrigatório, e apesar de ser sobejamente conhecida as suas actividades criminosas, têm prioridade sobre os outros sócios e adeptos em relação ao preço dos bilhetes para os jogos. Eu não sei se as claques deviam ser extintas, sei que o futebol  já existia e era mais puro antes destes bandos de mostrengos aparecerem. 

06
Dez18

O líder

Dylan

boca_x_river.jpg

Se queres ter uma vida desafogada e ganhar três vezes mais do que o salário mínimo, candidata-te a chefe de claque de futebol. A ascensão é rápida, brevemente estarás a morar na Aroeira ou num condomínio fechado em Vila Nova de Gaia passeando com o teu Porsche ou BMW. Como bom membro de claque "legalizada" facilmente escreverás um livro gabando os teus delitos, um líder que sempre foste mas totalmente incompreendido.  Ser chefe de claque, perdão, ser um dirigente associativo (mais chique), possibilita a visibilidade necessária para ter infindáveis negócios paralelos, longe daquela chatice de intermediar bilhetes da bola. Serás um privilegiado, escoltado e vigiado pela polícia para ver jogos de futebol, e, com sorte, frequentarás as casas de dirigentes do teu clube e o mesmo espaço dos jogadores. Toda a gente te respeitará, caciques, autarcas, políticos, paus mandados, árbitros e até a autoridade, sem se questionarem como é que a tua miraculosa fortuna não corresponde com os rendimentos declarados.

03
Ago17

Puritanos da bola

Dylan

IMG_7740[1].JPG

Já começa a ser enjoativo a conversa dos juristas de ocasião sobre a legalização de claques de futebol. Se querem cumprir a Lei esta tem de servir a todos, sem excepção, e poderíamos começar pela apresentação do registo criminal de cada membro. Duvido que sobrasse muitos "legais", daqueles que relatam orgulhosamente em livro as suas façanhas criminais de líderes. Quanto aos clubes, não só fosse severamente punido aquele dá apoio a uma associação "ilegal", mas também aqueles "legais" que incitam ao ódio através de cânticos, à violência, ao racismo e à exibição de tarjas ofensivas. Basta que todos os clubes comam pela medida grande que acabará o ruído hipócrita promovido pelos puritanos diários da bola.

27
Mar17

Macacadas legalizadas

Dylan

Só neste país se permite criar uma claque de futebol com o pretenso fim de apoiar a Selecção, com o alto patrocínio da Federação Portuguesa de Futebol. Eu sei que a FPF tem uma responsabilidade social, mas contratar cadastrados, desocupados e comilões de subsídios para irem ao estádio do anfitrião, escoltados pela polícia, insultar o clube e os adeptos que os acolhem em casa, é imperdoável. Se querem casa própria vão para a novíssima Cidade do Futebol, no Jamor, praticar as macacadas habituais de quem enche o peito e se diz "legalizado".  

07
Mar17

É preciso mais

Daniel João Santos

O Benfica, graças ao comportamento das claques vermelhas em Santa Maria da Feira,  levou cerca de 16 mil euros de multa. Depois do que eu assisti ao vivo no Marcolino de Castro,  espectáculo vergonhoso na banca sul, mesmo que o clube Benfica seja inocente, considero que a Liga tem de ir mais longe na penalização dos responsáveis pelo vandalismo. É urgente a eliminação dos estádios de futebol da praga de bichos rastejantes que por ali andam.

02
Nov16

Teoria da evolução do futebol

Dylan

macacoides.jpg

Antigamente os grunhos iam ao futebol e relatavam a delinquência em livros, mas agora até têm uma equipa de futebol de "canela até ao pescoço" a competir na divisão distrital. Em tempos passados, os broncos davam uns sopapos aos árbitros em centros comerciais, agora ameaçam-nos cobardemente por telemóvel, nas redes sociais ou através dos meios de comunicação do clube. O troglodita, outrora marginalizado, diz-se legalizado, e evoluiu para chefe de família, comentador, político, músico, advogado, empresário e até sopeira de casa, mas aquilo em que nunca se vai transformar é numa espécie que saiba perder.

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