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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

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28
Set17

Crise indisfarçável

Dylan

simbolo.jpg

Acabou o Verão e acabou o estado de graça do Benfica. É uma crise indisfarçável,  parece que o clube fartou-se de ganhar e o seu treinador esgotou o modelo táctico. Pensou-se que o centro de Formação do clube, no Seixal, cobriria as recentes saídas de jogadores nucleares e o visível desinvestimento no plantel. A famosa estrutura hibernou, não viu o envelhecimento de sectores fulcrais do "onze" principal nem conseguiu baixar ao nível dos seus inimigos, perdão, adversários, que lançam diariamente ódio e porcaria para a ventoinha. Que o Outono faça cair as folhas da incompetência interna e que a Primavera refloresça o clube e traga ao futebol aquele perfume de qualidade que nos habituou nestes últimos anos.

04
Dez13

O Medo da Genialidade

joshua

E eu que tanto tenho escrito sobre isto, sobre a desertificação da genialidade e da magia no meu FC Porto, pela exclusão de Kelvin, Iturbe, Quintero e Atsu:

 

«O que mais me preocupa não é a derrota contra a Académica, não são os sete pontos perdidos em três jornadas, nem a quase certa eliminação da Champions. Não, o que mais preocupa é o afastamento ou desmoralização de jovens talentos a quem treinadores como Vítor Pereira ou Paulo Fonseca, por medo ou incompetência, não são capazes de valorizar: Atsu, Iturbe, Kelvin, Quintero, etc. É a aposta num futebol de clube pequeno, cheio de cautelas defensivas, desprovido de extremos e autoregalado com números imensos de inútil posse de bola, que afasta o público dos estádios e faz do jogo da equipa um aborrecimento sem fim. E é, sobretudo, a progressiva destruição de um espírito de revolta, de conquista, de orgulho, que, mesmo nos piores momentos, fazia a diferença no FC Porto e atemorizava os adversários. E isso, que esteve notavelmente ausente no jogo de Coimbra e que é intolerável para os adeptos, foi o que desencadeou o tristíssimo episódio do ataque ao autocarro do próprio clube. O FC Porto de Paulo Fonseca, de tão evidentemente mau que é, acabou por instalar um clima de guerra civil dentro do clube: de um lado, os adeptos, que sabem o que é bom futebol e sabem que não tem nada a ver com isto; do outro, a sua SAD e o seu presidente, que não querem, ou não podem, perder a face, admitindo o óbvio.»

 

Miguel Sousa Tavares

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