Olivedesportos e Canal BENFICA
Este é o grande desafio do novo Presidente. E não é uma coisa menor.
A Fórmula 3 +1 + 50 é uma brincadeira de quem não sabe o que está a dizer.
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Este é o grande desafio do novo Presidente. E não é uma coisa menor.
A Fórmula 3 +1 + 50 é uma brincadeira de quem não sabe o que está a dizer.
Não vou votar.
E não vou votar por alguns motivos fáceis de explicar, já, em parte, apresentados na Catedral da Luz:
- a campanha tem sido miserável. O BENFICA e os benfiquistas mereciam mais. De um lado e do outro, A ou B, tanto faz: zero ideias, zero propostas.
- a lista B exige um debate que Vieira recusa. Na minha opinião mal, ainda que o debate, a acontecer, de pouco serviria a Rui Rangel. No entanto, até porque existe a BENFICA TV faria todo o sentido o debate. É um sinal errado que a história democrática do BENFICA não merecia.
- as pessoas são as mesmas de sempre. Do lado de quem está, a novidade é o ex-adversário, o tipo da ongoing, dos negócios com Angola...
Do lado de quem quer estar, os que por lá andaram e foi o que se viu.
Não há gente nova, não há nova gente.
A avaliação do trabalho feito pode e deve levar a uma decisão. No deve e no haver de Luís Filipe Vieira há muitas coisas bem feitas, mas alguns erros que o tempo já deveria ter corrigido - um bocadinho à semelhança de Jorge Jesus. Gostaria de ter uma alternativa válida a Luís Filipe Vieira, mas não tenho.
Rui Rangel parece-me uma espécie de candidato alternativo de um pequeno partido que vem à frente para preparar o terreno a alguém. Discordo completamente desta forma de fazer campanha. Não tem, também por isso, o meu voto.
Porque não faço uma avaliação positiva do mandato de Vieira, que recordo, se apresentou a votos dizendo que seria o mandato das vitórias e dos títulos.
Porque não acredito na capacidade da lista de Rui Rangel.
Não vou votar.
Subscrevo integralmente o texto do Nuno- é um orgulho a prática democrática no Sport Lisboa e Benfica.
No entanto não me agrada o folclore à volta da qualidade de sócio de ambos os candidatos a Presidente - estamos a fazer o jogo dos nossos adversários quando vamos por aí.
As últimas eleições foram marcadas por duas questões:
- a tentativa de José Veiga em recuperar algum poder no Benfica;
- a negociação dos direitos televisivos.
Da leitura que fiz à época, penso que a alteração nos estatutos (os tais 25 anos...) serviu para impedir Veiga e outros aventureiros do mesmo tipo, de se candidatarem. A demissão da Direção que levou o clube para eleições mais cedo foi uma forma pouco democrática de afastar o Moniz que se preparava para levar os jogos para a TVI.
O tempo passou, o que ontem era verdade hoje passou a ser outra coisa qualquer e temos uma disputa entre duas listas: uma em Luís Filipe Vieira tenta o 4º mandato e uma outra, onde Rui Rangel dá a cara por um grupo de velhos conhecidos.
Assim, vou votar...
Nah.... Nada disso! Não vou declarar já o meu voto - para já fica mesmo só o aplauso pela existência de duas listas.
Agrada-me o sentido democrático do SPORT LISBOA E BENFICA - gosto de pensar que sou do SPORT LISBOA E BENFICA também porque é um clube profundamente democrático, aliás, uma tradição que vem da sua fundação.
A Nova Geração do Benfica lançou o debate sobre os motivos que nos poderão levar a votar no candidato A ou no candidato B, sabendo que, até ao momento, ainda não se conhece, formalmente, qualquer candidatura.
As questões lançadas:
"O que o vai fazer a si, sócio do Benfica, decidir?
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