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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

09
Dez15

Negócio... de pneus

Eduardo Louro

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Pois... Já andam nas camisolas do Chelsea, e não será certamente por pouco dinheiro. Agora, depois da Emirates, chegam também à Luz. Exactamente à Luz, à Catedral...

Não é para a baptizar: chama-se naming!

E fala-se em mais 100 milhões, 10 milhões por cada um de 10 anos. Estádio da Luz, Yokohama... Não custa nada a dizer e vale muito dinheiro. É de pneus, e daí?

Lembra-me aquela anedota do tipo que era "apanhado" por marcas e que encontra um amigo que há muitos anos não vê. A partir do "sacramental o que é feito de ti" fala das duas filhas: a Nívea e a Gillette. Quando o outro lhe diz que tem uma filha, que se chama Maria, responde: ah... foste para as bolachas...

Mas se calhar não tem nada a ver... Até porque foi desmentido!

16
Set14

Aplausos na Luz

Eduardo Louro

 

 

O Benfica entrou a perder na Champions… Dois anos, e cinquenta e um jogos, depois voltou a perder no Estádio da Luz. Que aplaudiu os jogadores como não imaginavamos possível, mais parecendo um estádio inglês… Por tudo o que fizeram, pelo que jogaram e pelo que lutaram, os jogadores mereceram essa prova de carinho e confiança, que terá certamente grande impacto no futuro.

Foi um grande jogo de futebol, que poderia ter terminado com muitos golos. Que o Benfica poderia ter ganho, como também podia ter perdido, até por mais. Mas foi um jogo marcado pelas suas próprias circunstâncias, e essas foram ditadas pelas contingências da entrada do Benfica, e em especial pelos três ou quatro passes falhados no momento da transição ofensiva que tudo decidiram. Os dois primeiros passes errados resultaram em tudo o que de mau aconteceu ao Benfica: os dois golos e a expulsão de Artur, que obrigaram a equipa a jogar mais de 70 minutos com menos um e com a desvantagem de dois golos.

Claro que o Zenit tem grandes jogadores, alguns deles tinham até saído dali a troco de alguns milhões – nem todos, mas isso são contas de outro rosário – e isso notou-se logo de entrada. E tem Hulk, que pode até estar de rastos, mas frente ao Benfica…

Num grupo tão fechado, certamente o mais apertado de todos da Champions, perder em casa, e logo no primeiro jogo, é pior que mau. Tanto pior quanto o jogo que se segue é precisamente no reduto do adversário tido como o mais forte. Tanto pior ainda quanto vem também de uma derrota, no Mónaco e de todo imerecida, segundo rezam as crónicas. Mas a jogar desta maneira, e com os aplausos da Luz ainda a ecoar nos ouvidos, não há razão para medos nenhuns!

Não há vitórias morais, mas nem todas as derrotas são iguas. Nem nada que se pareça!

25
Out13

Catedral:10 anos!

Eduardo Louro

 

 

 

Um orgulho igual à chama: enorme. A Bela, com o grande se não de apenas dois campeonatos...

À atenção de quem de direito: cuidado, a Catedral anda a ficar muito despida. Para 10 anos não é muito aconselhável e, com o inverno à porta, pode dar em gripe, se não mesmo em pneumonia.

Parabéns Catedral!

19
Ago12

Apitagens do jogo do Benfica: jornada 1, Artur Soares Dias

joaopaulo74

Sobre os homens do apito só consigo escrever partindo de uma ideia base, que sei ser falsa: eles só falham porque são maus ou porque apitam mal e nunca porque estão a errar itencionalmente. É a única forma que tenho de ver futebol. É mais um ponto de partida para uma análise que vou tentar fazer de forma regular ao longo da epoca.

Este jogo, que vi ao vivo no Estádio da Luz, teve como árbitro o Artur Soares Dias foi já comentado pelo Filipe na Catedral da Luz e, do meu lugar vi:

- o Alan deveria ter visto o segundo amarelo no último minuto da primeira parte quando derrubou o Bruno César numa jogada de contra-ataque.

- no lance do golo do Salvio, o defesa do Braga que tenta aliviar, está um metro ao lado do Cardozo e chuta contra o 7 do Benfica, logo, ao contrário do que diz o mister verde, não há qualquer falta.

- no penalty, disse a quem me acompanhava no estádio: "falta. Mão! O 27deu mão".

O árbitro demorou uns segundos (uma eternidade!) a apontar para o penalty. Cartão para um jogador que não tinha feito nada. Foi um erro que me parece ter sido cometido pelo bandeirinha, que estava de frente para os jogadores. O apitador, nas costas do lance não viu nada.

- O golo do Cardozo, mesmo no fim do jogo foi mal anulado porque ninguém toca no Beto. Seria o 3-2 para o Benfica.

- O Cardozo não toca no Beto. O amarelo deveria ter sido mostrado ao redes verde e não ao Tacuara.

 

19
Ago12

Jornada #1 Sport Lisboa e Benfica - Braga

joaopaulo74

Insanidade? Se calhar! Balde de água fria? Não! Fria, não! GELADA!

A equipa inicial do Benfica surpreendeu-me porque escrevi há dias:

"Artur, Maxi, Melgarejo, Luisão e Garay. Javi, Witsel, Carlos Martins, Nolito e Enzo Perez, Cardozo. Admito que nas alas o Gaitán e o Salvio, bem como o Bruno César no meio possam entrar."

Jesus começou com a defesa que eu sugeria, com Javi e Witsel no meio, Bruno César encostado à esquerda, Salvio à direita e Rodrigo no apoio a Cardozo.

Admito, como ponto prévio a todas as análises que faça (e farei), que o Jesus possa ter alguma informação que desconheço. De qualquer forma, o nosso dever é este: comentar. E comentar de forma parcial, bem vermelha!

No arranque do jogo tinha certeza de uma coisa - o Benfica estava com dificuldade em sair, o Artur teve meia dúzia (um excesso!!!) de situações de colocar a bola fora porque não tinha como a colocar jogável.

Aqui, a presença do Carlos Martins poderia ter sido importante porque o Witsel esteve quase sempre muito marcado pelo Braga. Depois, nas alas, se o Salvio parecia vivo porque o Maxi dá vida a qualquer um, do outro lado, duas moscas mortas (este trocadilho tem piada e desculpem desde já a imodéstia). Reconheço que o Nolito, quando entrou também estava morto e ninguém lhe disse nada.

02
Mar12

Fantasia Preliminar

joshua

Segue-se uma caricatura literária, uma incursão pelo mundo da conotação e da fantasia, à guisa de preliminar ao clássico. O cenário é o do Estádio da Luz, repleto. No centro do relvado, um estrado preparado para que Pinto da Costa e Luís Filipe Vieira se defrontem em luta greco-romana. O ambiente é explosivo quando os dois atletas sobem com o fatinho justinho da praxe. Abre-se um bruá monumental na catedral. Na tentativa de que nenhum deles veja colar-se o próprio flanco ou o quadril ao solo, a arte de resistir às investidas adversárias impõe-se. Agarrado pelas orelhas, FV comprime o abdómen de PC, com um golpe de rins. «Toma! Isto é por conta do apito!» — resmunga. «Carago, parece que é lorpa este!», sibila o outro. E é aí, no auge da refrega que, derradeiramente empatados, Vieira dá por si a perder estamina e a desfalecer, gaseado. Se não fosse pela força, Pinto da Costa teria de vencer pelo flato.

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