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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

26
Fev17

Sentido Obrigatório Giratório

helderrod

Num fantástico derby à moda antiga da nobre Invicta, apetece dizer que quando apostamos nos melhores jogadores os resultados surgem com maior fluência. Talvez este tivesse sido o onze ideal para a Champions.....mas o que lá vai, lá vai....

Tudo começa logo no primeiro minuto quando um jogador do Boavista intercepta a bola com a mão, após um cruzamento de Brahimi. Aí percebi logo que ia haver festa. 

Bastará ver a forma como o árbitro pára um lance aos 41 minutos, quando o Talocha agride barbaramente Corona para apenas lhe dar apenas um amarelo. Beneficia o infractor duas vezes, uma vez que corta um lance prometedor do ataque do FCP e depois não é capaz de dar vermelho ao único jogador que deveria ter sido expulso no jogo. 

Todavia, o Bessa encheu num jogo competitivo e de grande importância para o desfecho do campeonato. Talvez por isso lá apareceram os Boafiquistas desesperados pela cedência de pontos. Eles poderão agora regressar no último jogo do campeonato. O costume, portanto!

Após um duro desafio da Champions, o FCP manteve uma excelente disponibilidade física que foi determinante na conquista dos três pontos. Destaque-se o excelente desempenho, quer de André André, quer de Oliver, que conjugaram na perfeição a ocupação dos espaços no meio campo.

Depois, um fortíssimo Soares que está de facto a marcar a diferença na frente de ataque do Porto que esteve sempre por cima. Recordo a única defesa de Casillas. E que defesa!

A luta está ao rubro e o FCP contornou com elevação mais esta rotunda difícil no Campeonato Nacional!

rotunda.png

 P.S. Desejo uma óptima reunião na próxima Terça-feira. Peço que acrescentem mais três casos às duas dúzias, designadamente o golo irregular de Mitroglou, o penalty de Eliseu aos 49 e o encosto de cabeça de Luisão ao senhor árbitro (autoridade num jogo de futebol). Levem também uns pastelinhos de Chaves, uns vouchers e umas camisolinhas do Rei.

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

08
Dez16

O Dragão, a Raposa e o Abutre

helderrod

Bem que podia ser mais uma fábula de Esopo, mas não é. Se calhar até seria interessante, porque muitas delas ostentam moralidades que muita boa gente precisa de ler e ouvir!

Porém, centremo-nos, caro leitor, nesta noite de gala no Dragão. Não custa nada assumir que o Leicester não trouxe as melhores unidades, mas acredito veementemente que viesse quem viesse não passaria no Dragão. 

Na sequência do jogo com o Braga para o campeonato, o FC Porto continuou a plasmar em campo o seu velho paradigma. Um Porto dominador, por vezes avassalador que não deu quaisquer hipóteses ao adversário. Para isso muito contribuíram Oliver que parece estar ainda mais solto sem o Octávio a seu lado, Brahimi cujo golo merece ser dedicado a Madjer e sobretudo um espectacular Corona que marcou o golo da noite. Com efeito, está mais que visto que quando se aposta nos melhores em campo obtém-se o melhor em termos de resultado.

Está mais do que visto que as equipas que vestem de vermelho no Dragão se encolhem perante a supremacia azul e branca. 

Esta é já a defesa portista que está há mais tempo sem sofrer golos no século XXI, sendo apenas equiparada com o Porto de 98/99 do século passado. Isto vale o que vale. Mas, depois de tantos minutos contados para acicatar a pseudo desgraça do FCP, agora dá-nos um certo gozo falar destas coisas.

Fica a ideia que a equipa já ultrapassou o cabo das Tormentas, mas nada está ganho. É já no próximo Domingo por terras de Santa Maria da Feira que a equipa deverá estar à altura em Dia de Derby lisboeta.

Valeu a pena ter despachado com cinco estrelas as raposas de Leicester naquele que foi o melhor resultado de sempre de uma equipa portuguesa sobre equipas inglesas.

Apesar de agora se falar pouco nisto (só se fala quando o Porto não ganha), é uma pena os pontos perdidos pelas equipas portuguesas na Europa por causa do ranking. 

O Sporting esfumou-se na Europa do futebol e os adeptos já não precisarão de gastar mais saliva em jogos europeus. Com 5 derrotas na fase de grupos nem as vitórias morais muito agudizadas na segunda circular são suficientes para relevar o descalabro.

Já no Benfica, JJ foi sempre muito frágil nesta competição. Recordo uma vez que as águias só passaram para a Liga Europa por causa de um miraculoso golo do Hapoel de Telavive (que tinha goleado o SLB em Israel por uns expressivos 3 a 0) em cima do minuto 90. 

O mesmo se passou este ano. Os parcos 8 pontos foram suficientes, não obstante os 11 golos sofridos nesta fase da prova. Valeu-lhes mais uma vez equipas terceiras que, surpreendentemente, conseguiram apurar um SLB sem brilho.

Como tal, o prestígio europeu do Futebol Clube do Porto tem corrido décadas e já são doze as vezes que os azuis e brancos chegam aos oitavos de final na Liga dos Campeões.

Oxalá, o sorteio seja favorável para que possamos sonhar como em 87 e 2004...

 

Força, Porto!!!!

Hélder Rodrigues

 

Créditos fotográficos de Raurino Monteiro

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