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Dia de Clássico

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Auto da Barca do Jamor

helderrod 3 Fev 16

Um jogo que não estava fácil                                                                             Samicas por causa dos nervos                                                                                 Mas o Dragão virou o galo                                                                                        que caiu pela primeira vez em Barcelos                                                                      O golo do Rúben foi boa cousa                                                                                   O Porto começou-se a encontrar                                                                                  A segunda parte foi oitra lousa                                                                                 com o Suk a voar                                                                                                   Ainda está difícil aplicar a lei catorze                                                                   parece que temos que arrancar pernas                                                                   ficam tantos penalties por marcar                                                                           Quer ao Porto e nas tabernas                                                                               Depois veio o Sérgio Oliveira                                                                                    que segundo o Lobo deu na aranha                                                                         Fez um golo de algibeira                                                                                            No ângulo! Que façanha!                                                                                     Quase prontos para o Jamor                                                                                        A odisseia no Império                                                                                                 Na capital a Maio em flor 22                                                                                          é para jogar a sério!                                                                                        

 

Parabéns à equipa que pode e deve fazer melhor, porque na História demos o nome a Portugal transcendemos a sua língua e essência tal como o grande senhor do teatro que se chama Gil Vicente!                                                                          

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

À campeão

Eduardo Louro 2 Mai 15

 

Gil Vicente vs Benfica

 

Com cinco golos de Capela, o Benfica arrumou com o primeiro dos quatro últimos jogos que o separavam do título... Não, temos pena sr (F)LOPetegui... Não foi assim, eu é que ainda estava com o balanço da sua miserável conversa da treta. Não foi assim porque esse tal Capela passou o tempo todo, por tudo e por nada - a maior parte das vezes por nada -, a assinalar faltas aos jogadores do Benfica, e não lhe sobrou tempo para mais nada.

Não foi com golos do Capela, mas foi com golos do Maxi. O primeiro aos quinze minutos - onde o finalmente reaparecido Sulejmani foi pouco menos que brilhante - e logo roubado ao Jonas, que alcançaria o Jackson na lista dos melhores marcadores. Mas não faz mal, Maxi. Só faz bem, porque os golos só fazem bem, mesmo o primeiro, que já fez tão mal. E o Jonas não é o Cristiano Ronaldo...

Até porque não foi preciso esperar muito mais de cinco minutos para chegar a sua vez. E que golo. Um golo à Jonas, já se pode dizer assim. Simplesmente fantástico, de primeira, como tinha de ser. Com a bola a ir direitinha ao sítio onde a coruja dorme. O golo do jogo, porque foi um grande golo, daqueles com marca... Porque deixou finalmente o Jonas no topo da tabela dos marcadores...Mas acima de tudo porque foi o segundo, que acabava com aquela mala pata do primeiro golo marcado cedo, que tão maus resultados tinha já dado. 

Mas nem assim, nem com o segundo golo os rapazes do Gil Vicente quebraram. Tinham as pilhas bem carregadas, percebia-se. Pena que as gastassem mais a fazer teatro que a jogar à bola. Compreende-se a ideia: os jogadores da casa terão tido ordem para acrescentar um espectáculo de teatro ao do futebol, como forma de justificarem o absurdo preço dos bilhetes. O dobro dos preços praticados na recepçâo ao Sporting e ao Porto, com o mais barato em 30 euros. Por isso os estádio não esgotou, por isso algumas clareiras... Porque nem todos os benfiquistas estão dispostos a pagar tanta distinção!

No reinício, logo no primeiro minuto da segunda parte, o capitão Luisão resolveu tudo com o terceiro, e pôs um pedregulho em cima do resultado, como diria aquele comentador que a gente conhece. 

O Gil Vicente desapareceu do jogo, entregou-se exclusivamente ao teatro e dexou espaços por onde o Benfica passou a entrar para fazer o que queria. Pintou a manta. Fez mais dois golos e só não fez muitos mais porque a bola passou a não entrar. E porque o Gaitan, depois de tanta pancada que levou, tinha sido obrigado a abandonar o jogo ainda na primeira parte. Ah... com aquele espaço todo, se lá estivesse lá o génio do argentino...

Tem sido sempre assim. Quando foi preciso aparecer o Benfica afirmativo, sem deixar dúvidas a ninguém, ele apareceu. Assim mesmo, á campeão. O resto é conversa da treta, como diria o Jorge Jesus...

 

LE CALCANHAR PORTif

helderrod 3 Jan 15

No arranque do novo ano, o FC Porto trouxe-nos uma mão cheia de golos de qualidade num terreno aparentemente fácil. Os primeiros 20 minutos que o digam! Mas a verdade é que hoje houve envolvimento e dinâmica e fundamentalmente o facto de nunca ter tirado o pé do acelerador. Esta é a questão. Ir para cima do adversário. Criar oportunidades e concretizar. O Porto foi tudo isto hoje. Foi interessante ver um enorme Oliver (o melhor em campo na minha opinião), um Brahimi que respirou futebol e um incansável Jackson que é já o segundo melhor marcador estrangeiro de sempre do clube azul e branco. Nasceu também aqui um novo exemplo. A ideia de nunca ter medo de chutar e de se arriscar com maior frequência o remate de longa distância quando as equipas se fecham. O golo de Casemiro confirmou-o. Por vezes é necessário procurar uma porta ou uma janela aberta no autocarro para desbloquear o resto de uma partida! Acrescente-se neste particular a possibilidade de Casemiro ter ultrapassado um momento menos bom na precisão dos passes. Uma palavra para José Mota que, ao invés de desculpar o seu pupilo, deve chamá-lo à atenção que não pode protestar daquela forma a decisão de um lance. É que ao contrário do que este quis aventar, o primeiro amarelo não decorre da falta, mas dos protestos veementes do jogador! Bem que podia ter feito mais barulho na jornada anterior! Enfim... Força, Porto! Hélder Rodrigues

Medonho

Eduardo Louro 21 Dez 14

 

Os primeiros dez minutos foram medonhos… Os últimos dez foram de puro terror!

Os primeiros dez deixaram-nos em choque. Sem nada que o fizesse esperar, o último do campeonato - mais que último, ultimíssimo - que ainda não conseguiu ganhar um jogo que fosse, entrou a mandar no jogo. E a rematar. Mal, mas também não se pode pedir muito a esta equipa do Gil Vicente. Foram 10 minutos assim. O Benfica, sem Enzo, não funcionava. No seu lugar estava, estranhamente, Talisca. Estranhamente porque – dizia-se – o trabalho de laboratório de Jorge Jesus tinha produzido em Pizzi um clone do argentino. O último jogo da champions, na semana passada, na Luz com os alemães das aspirinas, tinha servido para apresentar esse último sucesso de laboratório. A seguir, no Porto, com Enzo, Pizzi ainda entrou para os últimos minutos e na passada quinta-feira, quando Jesus resolveu ao intervalo dar descanso ao internacional argentino e perder o apuramento para os quartos da Taça, foi ao novo clone que recorreu.

A coisa não correu bem, como se sabe, mas daí a ser razão para deitar tudo fora… Não dá para perceber!

Passados que foram esses primeiros 10 minutos medonhos, as coisas começaram a compor-se. Sem nunca jogar bem, mas com o jogo controlado, o Benfica chegou ao golo por volta da meia hora de jogo. Um golo irregular, obtido numa recarga de Gaitan a um remate do Maxi, em fora de jogo, ao poste.

Pensou-se na altura que era o costume: o mais difícil estava feito, a partir dali viria uma enxurrada de golos que trataria de cobrir de ridículo as habituais reclamações dos nossos adversários. Quando se ganha por quatro ou cinco o que é que importa um golo em fora de jogo?

Não foi nada disso. Os primeiros minutos da segunda parte encarregaram-se de matar essa ideia. E quando, à hora de jogo, a primeira substituição é para fazer entrar o Tiago ou o Bebé – ou lá o que é – ninguém queria acreditar. Era claro que o pior ainda estaria para vir, e que não havia forma nenhuma de fugir das habituais provocações dos adversários. Desta vez, se conseguisse segurar o golito em off-side, seria mesmo uma vitória com o selo da arbitragem, também ela má, como o jogo, de um João Capela realmente muito mau!

E lá vieram os 10 minutos finais que aterrorizaram toda a gente. Até Jorge Jesus que, no fim e depois de alguns minutos para se recompor, veio pedir a união e o apoio dos adeptos… Mas desconfio que também ajudaria se ele explicasse por que é que, à primeira dificuldade, desiste das apostas que faz crer que trabalhou… Ou o que é que viu, e continua a ver, no tal Bebé … É que não basta mudar o nome às coisas!

E assim vai o campeonato. Na Madeira, foi dia de carne. Dia de espetada sem direito a polvo. Dia de Porto sem meio campo, sem alma, sem a determinação e sem a profundidade perante um Marítimo motivadíssimo e aplicado. Tal aplicação terá sido acicatada pelo genro do Presidente que quer dar à Liga uma nova Luz e tudo o que caísse na área podia dar coisa. Apesar do estranho silêncio holístico em torno do penalty arrancado, tenho sérias dúvidas. Mas nem isso justifica a parcidade exibicional do meu FC Porto. Há que apurar. Há que arrumar o miolo do campo, o cérebro do jogo antecipando aprioristicamente o mercado Russo e todas as suas consequências. É preciso ver quem está com o treinador. É preciso ver se o treinador também está ou não. É preciso assumir que há um tetra a conquistar. Um título que já saboreámos e que pretendemos. A próxima jornada, independentemente do jogo do Sporting que irá beneficiar claramente, pois tem mais de 24 horas de atraso em relação aos adversários e isso é significativo para as opções arbitrárias (isto segundo recentes correntes de pensamento), será fulcral na definição deste campeonato. O equilíbrio parece-me evidente. Mas de tão evidente que é, chega a ser gratificante o facto de  ter de haver um Porto frágil para que se constitua um equilíbrio na tabela. A ver vamos...

Por outro lado, a lenda morreu. O Bruno disse que o penalty marcado no terminus do jogo após a agressão ao Hugo Vieira era tão certo como se aquele galo assado voltasse a cantar. Desta vez, o galo manteve-se intacto e morto e só mesmo uma grande paixão para trair os velhos amiguinhos do Gil Vicente a quem oferecera uma grande vitória há umas épocas atrás. Já não bastavam os cinco minutos de desconto...

Foi bonito de se ver. Foi bonito de se ver a rebeldia de Cardozo que se transformou em estatuto para relegar o Lima para o canto na hora de cantar de galo.

Enfim, arrotámos todos a POLVO....

 

Força, Porto!!!!!!

 

Hélder Rodrigues

 

Esta Taça da Liga está amaldiçoada. A maldição da trapalhada de Duarte Gomes (na Reboleira), de Lucílio (no Algarve), dos quinze minutos, dos jovens do SLB que têm que nascer 10 vezes para poderem jogar na Luz, sendo assim relegados ao Restelo e depois o caso do apito inicial.

Posto isto, depois da sinistra remontada do Benfica na segunda jornada ante o Gil Vicente, veio agora o seu Presidente muito magoado por ter sido ignorado pelos amiguinhos da Luz. Contra aquilo que manda a lei de uma forma inequívoca, o SLB puxou dos seus galões e remeteu os galos para a prática do come e cala, aliás idêntica ao célebre Estoril-Benfica no...ALLgarve (penso que será este um exemplo da xicoespertice tão clamada por Rui Santos). 

Agora, esta birra do leãozinho que quer ganhar na secretaria aquilo que não foi capaz de fazer em campo. Na verdade, bastava um toque no telemóvel para os jogos terem o seu início simultâneo. Mas, pergunto eu, porque razão os delegados da Liga não diligenciaram quando se aperceberam do tal atraso? Ironicamente, a segunda parte do Marítimo foi de um anti jogo atroz e dos 4 minutos os Sportinguistas poderiam adir mais 3 na espera. A dada altura, quando o jogador do Marítimo rebola para dentro do campo estando junto à linha lateral, queimando tempo à descarada, ouve-se o comentador referir que ali se perdera um minuto (não sabia se haveria de rir ou chorar). Depois o penalty sobre Carlos Eduardo aos 54 minutos que não é assinalado e agora parece não ter tido influência no resultado. Sei que custa muito, mas Ghilas foi claramente impedido de concluir o remate à baliza num penalty claríssimo, bem mais evidente que o mergulho de Dier que parece provocar o contacto ou da falta inexistente que esteve na origem do primeiro golo do Sporting. O leãozinho esqueceu-se da forma como o Marítimo foi roubado em Alvalade. O leãozinho merece o Óscar para o argumento da melhor ficção da birra do Midas do Futebol português.

Quem ficou a ganhar com tudo isto foi o golpe de Karaté do Sulejmani do Benfica sobre aquele que se considerou o melhor central da Liga para marcar o golo do Sport Portugal e Benfica, o qual caiu no esquecimento de todos...

Basta de demagogia. Chega! Joguem à bola.

E na verdade, considero que o Porto deveria apresentar a equipa B no jogo das meias finais. Deixem-nos lá ficar com a bicicleta. Para o Fiusa, um conselho: nunca peças a quem pediu e nunca sirvas a quem serviu....

 

Hélder Rodrigues

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