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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

06
Mar15

Los Picapiedras ou a acepção de uma verdadeira Equipa

helderrod

Numa difícil vitória para esculpir na pedreira, está cumprido o pleno de quatro vitórias em quatro jogos difíceis num somatório de seis vitórias consecutivas. Por muitas palavras que vão decorrer deste desafio, há uma que quero destacar: EQUIPA. "Equi" significa o mesmo, a similitude. Assim foram todos os jogadores em campo. Jogadores à Porto que interpretaram soberbamente as palavras de um Grande Lopetegui. O treinador corporizou a vitória! Tem sido um maestro nesta orquestra colectiva. Na verdade, já há muito tempo que o treinador basco não merece as mudanças estupidificadas do seu nome. Foi uma vitória muito forte, capaz de catapultar novas esperanças neste campeonato, É que somos efectivamente os melhores. Pena foi a lesão de Jackson Martinez que foi substituído por um pseudo clone na atitude que serviu com mestria um Tello em crescendo. Isto é jogar à campeão. Agora há que aguardar pela presença efectiva em Arouca da equipa do Benfica que, atendendo às palavras de João Gabriel, evidencia uma tremideira imensurável e a ver vamos! Haverá campeonato até ao fim e isso é interessante. É uma réstia de esperança perante um cúmulo de falsidades e colinhos que já feriram de morte a verdade deste campeonato. Porém, há que transcender e sermos Porto. Sempre um Porto abnegado e estóico como o de hoje na pedreira. Hoje foram uma família e a mística agudiza-se. Na próxima terça, espera-se a confirmação na certeza de que, caso Martinez não recupere, seremos ainda mais equipa como hoje e entrar no muito invejado lote das 8 melhores equipas da Europa. É este o plano superior do FC Porto. É esta a diferença entre o Azul e Branco que contrasta com o preto e branco das memórias e dos histerismos de outros. Na terça, estaremos todos no Dragão para podermos sonhar a vosso lado Força, Equipa! Força, Porto!!!!!!!! Hélder Rodrigues

02
Mar15

A Portus Temperatae Leones!!!!!!

helderrod

Festival! Festival! Festival! Era assim que se gritava nas Antas quando o FC Porto desenvolvia uma perfomance superior. Desta feita, não valeu de nada jogar à Salgueiros ou à Leça como fizeram o Benfica e Sporting respectivamente no reduto do Dragão! Hoje fez-se justiça a quem jogou mais futebol. A vitória sobre o Sporting é inequívoca. E 3/4 desta quadra de jogos decisivos para pressionar o Benfica estão alcançados. O próximo jogo de sexta-feira em Braga é fundamental para almejar a vitória no campeonato. Na próxima jornada, o Benfica vai de facto a Arouca e isso é mais justo e equitativo. Não obstante o trabalho prévio de Jorge Sousa que excluiu 3 jogadores do Arouca para a próxima jornada, parece-me que mais uma vez a pressão pode trazer consequências. Jogar em Arouca não é o mesmo que ir comer ovos moles a Aveiro! Quanto ao jogo propriamente dito, destaque-se a solidariedade plasmada pelos jogadores do Porto e, mais uma vez, Lopetegui soube escolher e a opção de Evandro foi fundamental para reforçar o miolo do terreno. Mereceu e bem ter saído com direito a palmas dos adeptos. Depois uma palavra para um soberbo jogador de equipa que se chama Jackson Martinez que soube trabalhar incessantemente para os colegas e servir com elevada mestria o brilhantíssimo Tello. Hoje, Tello e o seu hat-trick poderão ser a razão da afirmação que faltava para catapultar este jogador para futuros sucessos. O Porto soube domar um leãozito fraquinho e é caso para relembrar Bruno de Carvalho quando este dizia que era "preciso dar mais luta". Ora aí está! Cada um tem o que merece. Posto isto, há que continuar a trabalhar e procurar ser indiferente às promoções de todos aqueles que, quer pela rádio pública, quer pela maioria dos jornais transpiram histerismo pelo voo da águia e procuram carregar os encarnados com laivos de lirismo e de loucura. Só eu sei porque não fico em casa! Força, Porto! aTELLOgo!!!! Hélder Rodrigues

03
Jan15

LE CALCANHAR PORTif

helderrod

No arranque do novo ano, o FC Porto trouxe-nos uma mão cheia de golos de qualidade num terreno aparentemente fácil. Os primeiros 20 minutos que o digam! Mas a verdade é que hoje houve envolvimento e dinâmica e fundamentalmente o facto de nunca ter tirado o pé do acelerador. Esta é a questão. Ir para cima do adversário. Criar oportunidades e concretizar. O Porto foi tudo isto hoje. Foi interessante ver um enorme Oliver (o melhor em campo na minha opinião), um Brahimi que respirou futebol e um incansável Jackson que é já o segundo melhor marcador estrangeiro de sempre do clube azul e branco. Nasceu também aqui um novo exemplo. A ideia de nunca ter medo de chutar e de se arriscar com maior frequência o remate de longa distância quando as equipas se fecham. O golo de Casemiro confirmou-o. Por vezes é necessário procurar uma porta ou uma janela aberta no autocarro para desbloquear o resto de uma partida! Acrescente-se neste particular a possibilidade de Casemiro ter ultrapassado um momento menos bom na precisão dos passes. Uma palavra para José Mota que, ao invés de desculpar o seu pupilo, deve chamá-lo à atenção que não pode protestar daquela forma a decisão de um lance. É que ao contrário do que este quis aventar, o primeiro amarelo não decorre da falta, mas dos protestos veementes do jogador! Bem que podia ter feito mais barulho na jornada anterior! Enfim... Força, Porto! Hélder Rodrigues

06
Nov14

A um oitavo do sonho final, surge um Porto de classe Mundial.

helderrod

Irrepreensível! O mágico Porto voltou a exacerbar classe pela Europa do futebol. Transformando o "inferno" de San Mames num pleno céu azul, o FC Porto foi a primeira equipa portuguesa a vencer em Bilbao para competições europeias. E não se trata apenas do conteúdo da vitória, trata-se da forma como a mesma foi aquistada! Com os destaques de Jackson e Brahimi, toda a equipa funcionou compactamente desde a defesa ao ataque. Foi efectivamente um jogo muito bem conseguido a lembrar outras grandes exibições do Porto de Mourinho pela personalidade plasmada em campo. Lopetegui parece estar a criar uma base sólida no onze, podendo agora aplicar o seu rotategui na Champions não esquecendo a importância do primeiro lugar para garantir o facto de sermos cabeças de série. É um Porto grande que dá nas vistas na Europa do futebol, acicatando o respeito pela imprensa internacional. Muitos lembram até o temível outsider cada vez mais in... Assim teremos uma palavra a dizer nesta edição da Champions e estamos a 1/8 de um sonho. Nada é impossível e, por isso, deixem-me sonhar! Força, Porto! Hélder Rodrigues

30
Set14

Erros Meus, Má fortuna, Porto para Sempre!

helderrod

Emoção é o vocábulo que sumariza o jogo desta noite na Champions. A essência do jogo que todos adoramos emergiu no longínquo relvado de Lviv. Foi um jogo de muita personalidade portista em que foi clara a dimensão europeia do clube azul e branco. 

Ironicamente, o primeiro golo do Shaktar é fruto da verdura de Oliver que não estava propriamente dentro de um desenho animado nipónico! Parecia, mas não estava! Neste particular, penso que o FC Porto pode e deve dispensar a insistência nas trocas de bola junto ao Fabiano. Está mais que visto que é bonito, mas pouco eficaz! Por vezes o pragmatismo é a melhor das tácticas!

Depois, a fragilidade defensiva no segundo golo da equipa ucraniana parecia anunciar a piada SERRANA dos 3 guarda-redes.

Porém e depois de mais um penalty por assinalar, depois de um penalty falhado, depois dos golos já referidos surge a força transcendente do Dragão e, só mesmo uma grande equipa, bem orientada nas substituições, foi possível arrancar com o corpo e com a alma um precioso empate, tendo em conta a vitória caseira do Bate Borisov sobre o Bilbao.

Na verdade, este jogo pode marcar uma viragem, sendo o mesmo um exemplo do que não se pode fazer em alta competição e do que se deve fazer na adversidade. Que esta seja uma lição para todos os portistas. Para aqueles que não assobiam e acreditam até ao fim e para os flops que disparam para todo o lado desrespeitando tudo e todos não pelo conteúdo (todos são livres de opinar), mas pela forma ridiculamente brejeira como se exprimem.

 

Dos erros nossos, da má fortuna, o nosso PORTO SEMPRE!

 

Hélder Rodrigues 

27
Abr13

Uma dúvida

Eduardo Louro

 

São ambos colombianos, ambos os nomes começam por J e ambos bem anglófonos, com apelidos bem latinos. Se ambos falham os penaltis que generosamente têm para marcar, por que é que um é “Rames” e o outro não é “Rackson”?

 

 

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