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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

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Visto da bancada Sul

25
Ago14

O regresso ao Bessa

Eduardo Louro

 

 

 

Mal acabou o jogo pus-me a andar para o largo do mosteiro, onde The Gift, a jogar em casa, se aprontavam para um grande concerto, provavelmente o melhor de sempre. Lá fui a correr, e de lá venho, de alma cheia.

Por isso deixo aqui apenas quatro notas sobre o jogo que marcou regresso do Bessa como grande palco do futebol indígena, e que o Benfica ganhou por um escasso golo e com alguma dificuldade.

A primeira para dizer que nem pareceu que o Boavista esteve fora estes anos todos. Estava tudo no mesmo sítio, como se ninguém tivesse mexido em nada, e nada tenha mudado: pontapé para a frente e canela até ao pescoço …  

A segunda para dizer que o árbitro Marco Ferreira foi mais uma nomeação cirúrgica. Chegou a dar para prever o pior, que acabou por não acontecer, mesmo que muita coisa errada tenha acontecido.

Depois para dizer que será muito difícil que uma equipa que jogue com Jara seja campeã onde quer que seja. Mas não o será menos difícil sem que Lima marque, um golo que seja. E não se está bem a ver quando é que isso poderá acontecer!

E finalmente para pedir que acabem de vez com a estória do Enzo Perez. Não é só porque já cheira mal… é que, do outro lado, o Jackson Martinez continua a jogar. E a marcar. E a resolver os jogos, todos a fio… Se todos sabemos que a situação de ambos é idêntica, e que irão os dois ao mesmo tempo e para o mesmo sítio, não se percebe por que é que, entretanto, um joga – e de que maneira, resolve tudo – e outro, o nosso, não!

Não queria dizer mais nada, eram mesmo só estas quatro notinhas. Mas tenho que também ter uma palavra para o treinador adjunto do Boavista (mas principal no papel, porque o Petit é o treinador de factum, mas não o pode ser de jure), Daniel Silva de seu nome: quem fala assim não é gago, mas também não sei o que é…

 

31
Jul14

A solidariedade compensa. Sempre!

Eduardo Louro

Não sei se, por esta altura, há benfiquistas muito felizes. Não serei um deles, mas tenho de confessar que compenso muita da tristeza, e até da angústia que me invade, com a enorme onda de solidariedade que, mais que simplesmente notar-se, se sente na equipa.

Aquilo a que assistimos, e pudemos voltar hoje a ver na Suíça, no jogo com o Athletic de Bilbau, é a extraordinária solidariedade de todos jogadores com um colega que invariavelmente os visita em cada Verão, com quem partilham todos os anos os meses de Julho e Agosto. Não querem mais bullingcomo aqui lhe chamei, sobre o pobre do Jara e, num gesto de solidariedade nunca visto, decidiram ser onze Jaras em campo!

Claro que, se como já lá diz o Jorge Jesus só trabalho não basta, é também preciso qualidade, também para tamanha campanha de solidariedade só os jogadores não bastam, é também precisa a administração. E é também preciso o próprio treinador!

E a grande verdade é que não fugiram, não viraram a cara à missão… Foram também de uma solidariedade fantástica e trataram de arranjar mais e mais jogadores, cada um pior que o outro e todos ainda piores que o próprio Jara…   

Digam lá se não é bonito?

Confesso-me tocado, bem lá no fundo do meu coração benfiquista. Com este tão bonito e tocante acto de solidariedade, e com os apelos que os comentadores da BTV - sim, encurtou o nome, já não é Benfica, é apenas B - lançam ao meu melhor espírito de compreensão, e com as explicações que encontram para tudo isto, já me sinto outro. Qual angústia, qual carapuça...

27
Jul14

Bulling é mais que sadismo, não é?

Eduardo Louro

 

Já se tinha percebido que Jorge Jesus tinha uma certa propensão para o sadismo. Às vezes também é masoquista, mas não é isso que agora importa... Mas hoje deu à Luz o seu lado mais sádico, e o mínimo que se pode dizer é que ... não havia necessidade...

Já se sabe que, apesar de o ter contratado, gosta tanto do Jara como gostava dantes do Manuel Machado, ou agora do Marco Silva. Mas... pô-lo a jogar todos os jogos, de todas as pré-épocas, ainda vá que não vá. Agora... pô-lo ainda a marcar penaltis?

Era mesmo preciso fazer-lhe isso tudo antes de o voltar a mandar embora? Francamente... isso é bulling!

Valha que o argentino já topou tudo... E não faz a coisa por menos: se o Jesus insiste em gozar com ele e o põe a jogar, faz-se expulsar de imediato. Se, para o castigar ainda mais, o manda apontar o penalti decisivo, mesmo no fim do jogo, passa a bola ao guarda-redes adversário. Bem feito!

 

 

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