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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

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24
Mar14

Os Santos, os labregos e o Palácio de Belém

helderrod

Nos programas desportivos podemos esperar tudo, mas ontem bateu-se o RECORD do discurso gravemente tendencioso. No meu post anterior, referi a persistência de João Rosado em exaltar a sorte do Porto, o azar do Nápoles e aquela esperançazinha até ao último momento da queda do clube do norte. A evidência é triste, mas é real.

Ontem, perante um douto António Oliveira, o grande avançado Manuel Fernandes enfatizou o facto de que a televisão dos labregos deve ser diferente da emissão de Sarilhos, reduzindo a exibição do FC Porto a um fraco desempenho por parte da equipa azul e branca. Depois, Rui Santos que voltou a reiterar a sorte do FC Porto na eliminatória com o Nápoles. Esqueceu-se de referir o golo mal anulado ao Porto que nos daria uma vantagem bem mais confortável. Esqueceu-se de enfatizar, isso sim, o penalty por assinalar a favor do Tottenham ou o fora de jogo na Grécia que deu a vantagem forasteira da Luz ou até da forma como o Rodrigo faz falta na obtenção do primeiro golo ante a Académica.

Não quero pôr em causa a força do SLB, mas o meu Porto atacou incessantemente perante um autocarro, duas torres e um Palácio de Belém. Marcou um golo limpo na primeira parte, não viu assinalada uma grande penalidade sobre Jackson Martinez e ainda assim no meio daquela esmagadora pressão surgem opiniões como esta.

Opiniões reprováveis e dignas não de um Play-off mas de um redondo e imenso offside na festa da segunda circular.

 

Posso ser labrego, mas não sou parvo!!!!

 

Hélder Rodrigues

 

20
Mar14

De Pedroso ao Âmago do Vesúvio...

helderrod

E das cinzas nasceu muita coisa na noite de Nápoles. A teimosa lassidez da equipa técnica anterior foi substituída pela dinâmica do homem do jogo: Luís Castro. 

Na verdade, foi aí que o nexo de causualidade se enformou. A causa: a confiança do treinador que mexe magistralmente de uma forma activa no jogo e transmite essa injecção de força. O efeito: a galvanização dos atletas e da classe associada às irreverências de Ghilas e Quaresma, não esquecendo um Josué que entrou brilhantemente na equipa.

Foi um Porto de experiência europeia que esteve perto de ser a primeira equipa portuguesa a vencer em Nápoles.

Depois de um fado traçado pelo fatalismo dos ideólogos do futebol, tudo quase se inverteu nesta jornada europeia. Mas é exactamente isto que me agrada. É o facto de atestar que contra o pessimismo tendencioso, fomos soberbos nesta noite épica que viu as suas origens num pequeno estádio em Pedroso com Fabiano, Ricardo, Reyes e, claro está, Luís Castro que foi verdadeiramente um timoneiro na conquista do Vesúvio, explodindo num vulcão dragoniano.

Renasce da cinza uma base fértil para o que ainda temos para ganhar!

 

 

 

Deixo aqui também um sincero abraço ao Rosado que seguro da sua franqueza foi acreditando no apuramento do Nápoles ate ao final do jogo.

 

 

Força, Porto! Tenho um orgulho imenso da tua GRANDEZA!

 

 

Hélder Rodrigues

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