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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

07
Fev21

O sósia

Dylan

sosia.jpgNo início de época, o Benfica foi buscar o sósia de Jorge Jesus ao Brasil, só assim se explica que alguém muito parecido consiga, ao fim da primeira volta do campeonato, ter colocado o clube no quarto lugar e a 11 pontos da liderança, algo que não acontecia há 20 anos. Os apóstolos são fracos, os milagres acabaram, o aparente messias já não berra com os vendilhões do clube, não cura os enfermos do plantel e nem mesmo com a ausência temporária de Jesus o Deus pai salva esta equipa. Apesar de ter expiado alguns pecados da nação benfiquista o futuro é negro, sendo hora desta cópia ascender a outros céus que não passam pela Luz pois há muito tempo que se perdeu a fé em algum título.

22
Jul20

O regresso do Messias

Dylan

Aeroporto-Jorge-Jesus-Faixa.jpeg

No futebol, como em qualquer outra profissão, jamais devia aceitar-se o regresso de alguém que cuspiu no prato onde comeu. Com a vinda do Messias Jorge Jesus e a consequente explosão de sentimentos contraditórios, os benfiquistas devem abrir uma excepção e pedir aconselhamento psicológico no programa televisivo do Dr. Phil. Este treinador competente, além de ter carisma e pensar o futebol 24 horas, representa o que é ser português, a nostalgia, o sebastianismo, a vaidade, a teimosia e o facto de só ser reconhecido quando presta serviços relevantes no estrangeiro porque segundo os entendidos na matéria "aqui só ganhava com as arbitragens". Não sei se o Benfica vai voltar a vencer, sei que vai regressar a nota artística à Luz seja nas quatro linhas ou na playstation, o pontapé na gramática, os episódios divertidos, as vitórias "limpinhas" que vão fazer muita gente engolir "píners" com casca! 

25
Nov19

Jesus Superstar

Dylan

redent.jpg

Ninguém mais do que Jorge Jesus pensa o futebol 24 horas por dia, por isso merece ter ganho estes dois últimos títulos no Brasil. Começou como o Messias do futebol mas agora transformou-se em Superstar, numa versão profana e musical com samba e funk carioca. Pontapeia a gramática e a matemática, por vezes é rude e irascível mas operou milagres ao ressuscitar clubes moribundos, ao multiplicar títulos e curar futebolistas dados como inválidos. Calou os descrentes que diziam que só ganhava em Portugal e com a ajuda das arbitragens, silenciou o Comentador Desportivo Anteriormente Conhecido Como Presidente do Sporting e os vinténs desta vida que lhe invejam o sucesso. 

31
Jan19

Keizer que se cuide

Eduardo Louro

 

Capa Jornal A Bola

 

Às vezes cabe tanta coisa numa capa de jornal...

Em cima, à direita, Domingos Soares de Oliveira diz que Bruno Lage "é homem para ficar muitos anos". No lado inverso, em baixo, à esquerda, "Jorge Jesus rescinde com o AL Hilal". Com o "dragão a lamber as feridas", o Sporting parado no "sinal vermelho", e Bruno Lage bem seguro pelos adeptos, de repente o mundo ficou virado ao contrário. Keizer que se cuide...

28
Nov18

ELE, NÃO!

Eduardo Louro

Resultado de imagem para jorge jesus

 

Ele, não!

Não, porque não tem, nem nunca teve estatuto comportamental para ser o treinador do Benfica.

Não, porque saiu por não encaixar no modelo do Benfica.

Não, porque não conseguiu passar para o Sporting sem trair o Benfica.

Não, porque foi aliado activo de Bruno de Carvalho nos mais vis ataques ao Benfica.

Não, porque não é um ganhador. Apenas ganhou no Benfica, com os maiores investimentos de sempre e, mesmo assim, perdendo para dois treinadores acabados de chegar.

Não, porque os benfiquistas têm memória.

Não, porque os benfiquistas prezam a honra.

Não, porque os benfiquistas não o querem de volta.

Não, porque o Benfica precisa, mais do que nunca, de estar unido.

Não! Ele não. Ele divide irremediavelmente o Benfica. Ele é, com o Benfica à beira do abismo, o empurrão final!

16
Nov18

Não dá para perceber!

Eduardo Louro

Capa Jornal A Bola

 

A campanha em curso para trazer Jorge Jesus de volta ao Benfica é vergonhosa, e absolutamente inaceitável.

Que "a Bola" se presta a estes fretes, estamos fartos de saber. Que leve concretamente este tão peito é que não estavamos a contar. No seu canal de televisão não fez outra coisa durante toda a semana; hoje culminou numa entrevista de sete páginas. Sete!

Sete páginas a lavar o cérebro aos benfiquistas. Sete páginas a branquear os últimos  anos Jorge Jesus.

Percebe-se o interesse de Jorge Jesus. E percebe-se que foi Luís Filipe Vieira que abriu esta porta e estendeu esta passadeira. Não se percebe mais nada. Porque isto não dá para perceber!

20
Mar16

O líder e o chefe

Daniel João Santos

As afirmações de Jorge Jesus no final do jogo de ontem foram no mínimo arrogantes. É verdade que quem manda é o treinador, mas considerar que aquilo que os jogadores dizem ou pensam para ele valem zero é  triste. Sim, triste, muito triste para um treinador que afirma pertencer a um nível muito acima dos outros. Existe o chefe e o líder, sendo que Jorge Jesus se colocou como chefe. O chefe quer, pode e manda. O líder: ouve, escuta, lidera, vence e ganha homens/atletas. O líder fica na historia. O chefe como rodapé da estatística dos campeonatos. 

10
Jan16

Barros Kasparov VS Jorge Sousa: o de Jesus!

helderrod

Consumada que está a saída de Julen Lopetegui, há que virar página e crer na mudança. Se, para uns "quem muda Deus ajuda"; para outros que perdem ao intervalo muda o Jorge ajudando o Jesus. Tudo espiritual, portanto. Na verdade, o FC Porto que se apresentou no tumultuoso Estádio do Bessa esteve mais pragmático do que o costume. Não foi um golpe de Midas do grande Rui Barros, mas um ajustamento que Luís Freitas Lobo soube ler de forma superior na transmissão do jogo, designadamente no facto de não se obrigar, nem André, nem Herrera a ter que vir construir jogo atrás. Este facto, permitiu que Danilo fizesse lembrar um pouco o Fernando que varria tudo (na boa acepção da palavra) à frente da defesa. Este pormenor permitiu ao FC Porto chegar à área com muito mais jogadores do que o costume. Chapeaux para Barros que soube montar com perícia o seu xadrez na noite chuvosa de Janeiro. Mas o futebol é isto. Enquanto no Dragão não se marcam penalties favoráveis ao visitado, já em Guimarães se favorece o visitante e em Alvalade se inventam coisas. Hoje não houve Tonel para resolver. A coisa estava complicada e, com a ajuda do video-árbitro que Bruno de Carvalho tanto apregoa com o seu amiguito Rui Santos, foi possível vislumbrar uma mão além do aquém. E assim se fazem os campeões (relatavam na Antena 1). Sinto-me tentado a concordar. A roubar assim se fazem os campeões da primeira volta. Estou a registar tudo desde o Arouca-Sporting! Por essas e por outras é que alguns saem do Porto sem quaisquer títulos, quando durante uma ano e meio são apenas claramente favorecidos num célebre e repetido até à exaustão penalty da Choupana... Por falar nisso. Já temos jogo na Madeira? Aqui jaz mais um caso a rever no turbulento campeonato nacional! Talvez um coberto não seria má ideia! Que dizes, Machado? Força, Porto! Hélder Rodrigues

11
Dez15

Boas maneira, educação e afins

Daniel João Santos

Não vi o jogo do Sporting e estava agora aqui a apreciar as imagens de Jorge Jesus a "falar" com Raul José durante o encontro. Confesso, sendo eu benfiquista, que muitas vezes defendi Jorge Jesus ou não quis ver muita das idiotices que ele praticou. Acontece, que perante as imagens da forma "polida" como Jorge Jesus se dirigiu ao Raul José devido a um engano numa substituição, tenho agora a certeza, mais do que nunca, que estamos perante um grande treinador, mas perante um péssimo exemplar de pessoa.

27
Out15

Um erro histórico

Dylan

jasus.jpeg

Cada vez me convenço mais que a fuga de Jorge Jesus para Alvalade foi dos maiores erros históricos jamais tomados por uma Direcção do Benfica. Não que o "cérebro" não mereça o epíteto de Judas, pois vendeu-se à oferta mais alta do vizinho da Segunda Circular, não que não seja insubstituível, deselegante, mas o seu carisma e conhecimento do futebol é superior, em Portugal. Lembrou-se agora o Benfica de apostar na formação, talvez seja este o caminho para um clube sustentável, mas apostou tardiamente e de forma repentina, ao mesmo tempo que desinvestiu no plantel da equipa baixando a qualidade, sustentado por um treinador sofrível que deixou que os seus jogadores fossem afectados pelo clima de guerrilha verbal criado pelo presidente chefe de claque do Sporting.

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