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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

12
Set14

Bom tempo em Setúbal

Eduardo Louro

Hat-trick de Talisca na goleada do Benfica em Setúbal

 

O Benfica fez hoje um grande jogo em Setúbal, para onde partimos sempre desconfiados. Entrou bem, com um golão do Salvio, logo aos 10 minutos, e a primeira parte foi mais ou menos isto: cinco oportunidades, cinco remates e três golos... Muito bom futebol... e Talisca!

Talisca que começou por falhar duas oportunidades consecutivas em poucos minutos, a acrescentar dúvidas às dúvidas na aposta de Jorge Jesus, e Talisca a marcar por três vezes, de toda a maneira e feitio, a acabar com todas as dúvidas.

Depois foi a sucessão de oportunidades de golo, com toda a gente à procura do golo para Lima. Que acabou por sair a Ola John, prolongando-se um jejum que, com jogos destes, não preocupa ninguém. Nem o próprio Lima!

Fica uma boa exibição do Benfica, uma goleada das antigas e a estreia de Samaris, bom de bola. Muito forte a sair com bola, se bem que não tenha parecido tão forte do ponto de vista posicional. E também de Cristante, que aproveitou bem os menos de 20 minutos que teve para se mostrar!

O Artur não fez uma única defesa. Tocou na bola quatro ou cinco vezes, sempre em atrasos de bola, que apesar de tudo os colegas lhe continuam a fazer, sempre acompanhados de grande agitação nas bancadas. Bem - sempre não - à medida que os golos iam surgindo na outra baliza essas manifestações foram perdendo fé... A verdade é que em nehuma dessas circunstâncias tentou passar a bola por cima de qualquer adversário...

As núvens negras de Julho e do princípio de Agosto já lá vão. As que agora por aí andam parece que já não são de nossa conta!

13
Abr14

A festa é na Luz, exactamente onde deve ser...

Eduardo Louro

 

 

Da Luz não passa. Já brilha o fundo do túnel…

No jogo de hoje, em Aveiro – para onde o Arouca deslocou o jogo que lhe cabia em casa com o Benfica para realizar, num único jogo que é também um jogo único, uma receita superior a meio milhão de euros, um terço do orçamento da época –, o Benfica fez o que lhe competia: ganhou o jogo. Com brilho, com o brilho habitual, mais uma vez ofuscado por uma lesão.

Desta vez foi Oblak. Que não foi vítima de um choque, como por aí ouvi dizer. Foi vítima de uma entrada brutal e despropositada que passou impune!

Agora vamos lá à festa. Na Luz, que é onde deve ser. Sem pressas, tranquilamente, porque se não for na Páscoa será logo depois...

 

23
Mar14

O melhor é esperar... Braga está já aí...

Eduardo Louro

 

 

Um pouco por memória passada e outro pouco por pressão de quem, apesar da distância de sete pontos, ainda gostaria de contar com uma ou outra escorregadela, os jogos do Benfica, estão todos, uns atrás dos outros, rodeados de grande expectativa.

Na última jornada é que era. Porque era na Madeira, onde o Benfica tinha perdido o único jogo deste campeonato, porque era o Nacional, que jogava muito bem e até tinha empatado no Dragão e em Alvalade… Não foi. Categoricamente!

Não foi na passada segunda-feira, seria hoje. Porque foi em casa, no ano passado, depois da vitória na Madeira, que as coisas começaram a correr mal. Porque a Académica também tinha ganho ao Porto e empatado em Alvalade…. Porque o Sérgio Conceição não fazia a coisa por menos: tinha a equipa preparada para ganhar…

Também não foi. Vitória categórica e indiscutível, com o Sérgio Conceição a meter a viola no saco e a dizer que a culpa foi dos jogadores. Que, coitados, correram como se não houvesse amanhã. E como raramente se vê correr. Três a zero, mais três nos ferros, mais três tirados pelo excelente guarda-redes da Académica, e um penalti por marcar, num jogo onde já se não viu aquela opção por gerir jogo antes de o matar!

Esta foi, curiosamente, a mais robusta vitória do Benfica em casa. Como já fora em Coimbra, por igual registo, a mais gorda fora de portas. Quer isto dizer que a equipa com o melhor ataque do campeonato – e já agora, também com a melhor defesa – tem em dois resultados de três a zero as suas mais desniveladas vitórias. E apenas por uma vez marcou quatro golos, justamente na vitória por 4-2 no jogo anterior, com o Nacional… Marca é em todos jogos, marca sempre, seja contra quem for!

Também por isso o melhor é esperar pelo próximo jogo. É em Braga, e vem a seguir ao jogo da próxima quarta-feira, das meias-finais da Taça de Portugal, no Dragão. E antes do jogo dos quartos de final da Liga Europa, com os holandeses.

Pois. É assim… 

02
Mar14

Os jogos matam-se...

Eduardo Louro

 

O Benfica ganhou hoje no Restelo um jogo com história, com estórias e com alguns ensinamentos.

Um jogo com história porque um Belenenses-Benfica é um derby histórico, e um clássico do nosso futebol.

Mas também com estórias. Desde logo a do Miguel Rosa, que não jogou por decisão da Administração, conforme revelou o treinador no final do jogo. Podia ter sido por lesão, por uma daquelas lesões que alguns jogadores contraem a subir para o autocarro. O Abdulay, por exemplo, era – agora já não é – um jogador muito atreito a este tipo de lesões, mas ainda bem que não foi o caso, que o Miguel Rosa não lesionou…

Mas também a de um golo anulado ao Belenenses, por fora de jogo que na realidade não existiu. Que, se por si só já seria estória, tem ainda mais estórias agarradas. Desde logo porque na primeira volta, na Luz, o Belenenses empatou (1-1) com o golo obtido em fora de jogo. Reposta a justiça, tudo bem… Tudo bem, também, quando os treinadores se queixam das arbitragens, especialmente quando se sentem prejudicados. É normal, mesmo que a crítica e os media em geral muitas vezes achem isso mal. Que achem que o politicamente correcto seria não falar de arbitragens, ou, fazendo-o, fazê-lo também quando beneficiam desses erros. O que não é normal é todos os repórteres se tivessem apressado a recolher as opiniões dos dois treinadores sobre esse lance. Não esperaram pelo decorrer da conferência de imprensa, onde seria suposto que o treinador do Benf9ica ignorasse o lance e o do Belenenses o enfatizasse. Não, foi logo a primeira pergunta… E as respostas são também elas boas estórias, porque Jorge Jesus, que como se sabe está sempre on line, disse que do banco, não viu o lance. Desta vez estava off line, e aproveitou para arranjar para ali mais umas estórias novas sobre o fora de jogo que ninguém percebeu. E o Marco Paulo não comenta mesmo arbitragens…

Mas este jogo contém também alguns ensinamentos.

O Belenenses apresentou-se como se apresenta a maioria das equipas que defrontam o Benfica, com uma boa organização defensiva que visa atrasar o golo, se possível até ao fim do jogo. O Benfica marcou bem cedo – num grande golo, mais um golo espectacular, de Gaitan; o Benfica não está a marcar muitos golos, mas os que marca valem por muitos –, mas o Belenenses não desarmou, com os jogadores a correr muito atrás da bola e dos adversários, mas sempre lá atrás, como se nada se tivesse passado. E o Benfica, achando que o mais difícil estava feito, foi jogando sem grandes pressas, criando uma oportunidade aqui outra ali, mas sem a intensidade que lhe permitisse matar o jogo. Depois, é o costume, no fim o adversário cresce um bocadinho e basta-lhe uma bola parada para estragar a festa.

O Belenenses não criou um único lance, mas bastou-lhe uma bola parada e um pontapé de ressaca, exactamente como em Barcelos, onde ficaram os últimos dois pontos, para fazer um golo. Mal anulado, como se viu!

Pois é, não se esqueçam: os jogos matam-se, só depois de gerem. Se não aproveitarem este ensinamento um dia destes … pode correr ma!

21
Dez13

Olhe que não, olhe que não...

Eduardo Louro

 

 

Com uma primeira parte miserável, mas com Oblak na baliza, e com Jesus a insistir nas mesmas aberrantes opções, com Enzo Perez preso à ala direita, quando no melhor plantel dos últimos 30 anos há carradas de alas, e é ele o único - dos que jogam - com condições para transportar jogo pelo meio e de chegar com a bola de uma área à outra, o Benfica lá ganhou em Setúbal o jogo que, antes da recepção ao Porto, não podia deixar de ganhar.

Melhor o resultado que a exibição, como diz o jargão. Muito melhor, porque se na primeira parte a exibição foi miserável na segunda foi pouco mais que isso. É verdade que foi melhor, mas foi pouco melhor. E durante pouco tempo, porque parece que também os jogadores não estão para se maçar muito.

Ao intervalo, o 11º mais caro treinador do mundo, lá corrigiu o erro que mais gosta de cometer e tirou o Fejsa para entrar o Sljmani para a ala, de lá trazendo o Enzo para a faixa central, onde realmente fazia falta, e as coisas lá tiveram a tal pequena melhoria. Lá surgiu o primeiro remate à baliza (51 minutos!), logo a seguir (aos 54) o primeiro golo (Rodrigo), e os melhores 10 minutos do jogo. Quando o segundo golo apareceu (Lima, de penalti – na primeira parte havia ficado outro por assinalar, bem como um jogador do Vitória por expulsar, por pisar o Gaitan, caído, nas costas) já esse melhor período se tinha esgotado!

Para o 11º treinador mais caro do mundo, que tem à sua disposição o 15º mais caro plantel do planeta, não se passou nada disto: o Benfica fez um grande jogo e a deprimente primeira parte faz parte do plano de jogo!

Olhe que não, olhe que não: o Benfica teve mais uma prestação decepcionante, ao nível dos jogos com o Arouca e com o Olhanense, se não mesmo pior. Não sei se o presidente está muito preocupado com isso, porque fala quando deve estar calado – e fala do que não deve, como se viu pelos jornais de ontem – e está calado quando deve falar. Mas nós estamos, e muito!

07
Dez13

Inacreditável!

Eduardo Louro

É inacreditável que o Benfica, acabado de chegar à liderança do campeonato, depois de todas as dificuldades por que tem estado a passar, deite fora na primeira oportunidade a vantagem que deveria alargar e não perder, em casa perante o último classificado.

Mas é assim. Este Benfica não tem cura, não há nada – nem sequer a liderança – que galvanize a equipa, que lhe faça soltar o clique. É uma equipa sem chama, que não crê nem quer, como aqui tenho dito. O problema não é o 4x4x2 ou o 4x3x3, como por aí se discute. O problema é falta de condição física e mental da equipa. É a motivação. É a crença. É a utilização que é dada aos jogadores que, fora das posições naturais, em vez de atingirem o rendimento mínimo exigível atingem a desmotivação e a descrença.

No melhor plantel dos últimos 30 anos – um plantel que integre um tal de Bruno Cortez nunca pode ser o melhor de coisa nenhuma - resistem apenas os jogadores mentalmente mais fortes, casos de Cardozo, Matic e Enzo Perez. Quando dos três apenas pode contar com um, como foi hoje o caso, torna-se pouco. E hoje Enzo foi pouco, não chegou para mais… O resto é desperdício, desperdício de talento e de oportunidades: é Markovic a desaparecer agarrado à linha, é Duricic evaporado, é Sulejmani perdido no campo, é Ola John deitado fora, é Gaitan intermitente, é Garay transfigurado num central pouco mais que medíocre… É o desespero de Ivan Cavaleiro, e de Funes Mori, o tal substituto de Cardozo que foi mais vezes visto nas alas, a cruzar, que lá dentro da área, a finalizar…

Vá lá que hoje ninguém se lesionou… Creio que pela primeira vez, o que quer dizer que nem tudo foi mau!

02
Nov13

Herrar é Umano na Arena do Restelo

helderrod

Errar é humano. Não há tempo para dramatizações, até porque a Rússia nos espera. O Belenenses bateu-se bem e mereceu o empate. Foi um jogo difícil que abafou algumas vozes dos velhos do Restelo quando alegaram o facilitismo proporcionado ao Porto por parte da equipa de Belém. Na verdade, o estado do relvado esteve mau para os dois. Porém, parece-me indiscutível o facto da equipa mais tecnicista e menos rotinada no campo adverso ser condicionada...

Não obstante este facto, o erro de Mangala foi duro de digerir considerando até a forma como o nosso rival SLB conseguiu os golos na presente jornada. É preciso trabalhar a consistência das exibições e catapultar a equipa para os seus patamares naturais. É que os outros estão com muita pressa (nem os 4 minutos de descontos foram cumpridos) e a ansiedade esbarra ainda assim com três pontos de avanço.

Como tal, muita força para o jogo das Liga dos Campeões à hora do chá!

 

 

Força Porto!!!!!

 

Hélder Rodrigues

23
Set13

Ganhar em três campos é caso de polícia

Eduardo Louro

Do jogo que o Benfica ganhou hoje, em Guimarães, ficarão os 3 pontos da vitória, a aproximação aos rivais,  e o comportamento do Jorge Jesus no final do jogo.

Mas deveria ficar mais!

Do jogo jogado deveria ficar uma partida extraordinariamente disputada, de uma rara intensidade competitiva. Raríssima mesmo, noutros jogos que não os do Benfica!

E fica um jogo sofrido e pouco bem jogado. Se o Benfica vinha de uma série de jogos em que as boas exibições individuais não tinham correspondência no desempenho colectivo, geralmente fraco, desta vez salvou-se o trabalho, que não a qualidade, do colectivo. As individualidades não apareceram, muito por força da tal intensidade que levou o jogo para uma dimensão física que, percebeu-se, não é a praia das individualidades benfiquistas.

Como fica mais um penalti claríssimo por assinalar, que certamente não fará qualquer primeira página dos jornais de amanhã. E o golo da vitória, que muita gente parece não ter gostado que tivesse sido marcado pelo Cardozo. Foi auto-golo, dizem… Ou chouriço, disse o Rui Vitória…

Depois - e depois do jogo - não se percebe, e foi essa a ideia com que fiquei, por que é que os jogadores deixaram camisolas na relva em vez de as atirarem, como é comum, aos adeptos. Para as bancadas. Alguns dos adeptos foram lá buscá-las – foram buscar as camisolas e não comemorar o que quer que fosse, é essa, repito, a ideia com que fiquei – e não o podiam fazer. Aos stewards e à polícia cabia impedi-los, como seria de esperar. O que não seria de esperar era a reacção de Jorge Jesus em defesa de um deles, capturado. Embora se possa perceber!

O que já não percebe é o que disseram os repórteres e comentadores da Antena 1, que viram o treinador do Benfica a agredir polícias e logo previram as correspondentes fortes sanções, estabelecendo logo ali um paralelo com o que se passara no túnel da Luz, há quatro anos atrás.

O que o treinador do Benfica fez é caricato e ridículo, só mesmo daquela personagem. Percebe-se por ser quem é, alguém que perde a cabeça com facilidade, mas também pela necessidade de (re)conquistar o coração dos adeptos, mas não o dignifica. Nem a ele nem ao Benfica!

Mas já não se percebe que não se tenha defendido – deve ter guardado a defesa para o Tribunal onde, ao que aprece, o assunto vai parar - que não tenha lavado a imagem, quando questionado sobre o incidente na conferência de imprensa. Não se percebe que não tenha percebido, nem ele nem ninguém do Benfica, que era bem melhor explicar-se que dizer aos jornalistas que não estavam ali para falar disso. E menos se percebe ainda que tenha achado boa a arbitragem. Que, depois de na antevisão do jogo ter referido - e bem – que os adversários andavam a ser ajudados e omitido – mal – que o Benfica andava a ser prejudicado, tenha achado boa uma arbitragem que lhe negara um penalti escandaloso, é sinal de completa desorientação. Se calhar a mesma que o levou a fazer mais aquela figura…

Logo numa jornada em que o Sporting - dos golos em fora de jogo e dos penaltis perdoados - tinha o primeiro prejuízo (penalti por assinalar) nas primeiras páginas dos jornais e o Porto – que ia ganhando sem jogar nada – continuando sem nada jogar, empatava no Estoril, prejudicado, ao contrário do que sempre sucede, com um penalti mal assinalado. Mas com Otamendi, que deveria ter sido expulso logo no arranque do jogo!

Mas pronto, quando o Benfica ganha em três campos dá logo em caso de polícia!

22
Set13

Quem não chora, não mama chouriço!!!!!!

helderrod

Hilariantes foram os acontecimentos da jornada deste fim-de-semana.

No prólogo da mesma, Jesus, esse justiceiro da arraia e da grei bem comportada começa por enfatizar os benefícios dos adversários lamentando-se da injustiça dos homens do apito.

As consequências não se fizeram por esperar e Xistra (o árbitro mais conhecido dos três envolvidos nos jogos dos grandes) não viu um penalty imenso, viu Jesus. Sentiu as palavras do profeta grisalho e deixou seguir a viagem dos dois pontos para o outro lado da circular.

Depois, no berço da nação, o banho táctico de Siqueira: um belo discipulo do Maxi que consegue escapar-se à expulsão inexorável tamanha foi a qualidade agressiva da estrela do Granada. O dedo de Jesus superlativou-se tacticamente com a expulsão do lateral do Guimarães. Viu-se muito disto no ano passado justamente em Guimarães, em Braga e em tantos outros jogos em que o SLB jogou contra 10. Aquele árbitro (bastante conhecido) estava particularmente nervoso e até vestia de azul. Se calhar era PSP. Esses que têm andado a prejudicar o Benfica desde os tempos do Abel...

Confesso que, depois do que vira antes, estava com algum receio do jogo na Amoreira. Fiquei a conhecer um novo árbitro de Vila Real e pensei que já não bastava a qualidade do Estoril, teríamos que ultrapassar a tacicidade do trio de arbitragem. E foi assim que Pedro Henriques começou por ver uma falta de Otamendi que, na verdade, deveria ter estendido um tapete vermelho ao avançado do Estoril. Tanto bateu na tecla o Pedro Henriques, esse expressivo comentador da Sporttv que já enviou o currículo à BenficaTV, o que levou o OTA a dar uma mãozinha. Aí o árbitro teve uma visão (a mesma do Xistra), com a particularidade de permitir a extensão das linhas. Depois, o segundo golo do Estoril. Um fora de jogo (difícil de avaliar no estádio), mas claríssimo nas imagens (apesar do comentador supracitado precisar de ver melhor a posição de Mangala). Na verdade, o avançado do Estoril está à frente de Mangala e beneficia do offside para fazer golo.

Parecia a Paixão de Barcelos (a última derrota do meu Porto), mas vá lá. Desta feita trouxemos um pontito...

Olho por olho, dente por dente, a onda profética trouxe os seus frutos e nada pode estar acima do SLB, nem mesmo a PSP!

Parabéns ao Cardozo pelo excelente golo que marcou e ao agente da autoridade que manteve a calma naquele episódio deplorável no final do jogo de Guimarães...

E agora? A expulsão do lateral vimaranense já vai benefeciar o Porto?

 

Hélder Rodrigues

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