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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

16
Jan17

A MAXIma velocidade mordendo os calcanhares...

helderrod

Encerrada que está a primeira volta, importa dizer que estamos na luta.

Numa exibição convincente e fluída com uma dinâmica atacante viva e constante, o FCPorto demonstrou muito empenho para a luta da conquista do título.

Perante um Moreirense que fez apenas 2 remates (1 em cada parte), a equipa entrou serena apesar da última contestação na Mata Real.
Curiosamente, os assobios desnecessários regressaram exactamente no minuto que antecedeu o primeiro golo dos azuis e brancos. Há que acreditar sempre na equipa.

Não fosse o guarda redes do Moreirense o melhor em campo da sua equipa, este jogo podia acabar num resultado ainda mais expressivo.

Assim, e depois deste jogo, o FCPorto vai a MAXIma velocidade mordendo os calcanhares do primeiro posto. Há que acreditar até ao fim. Sempre ao lado da equipa.

 Se há alguém que personifica a crença, esse é inexoravelmente o Maxi Pereira que se esforçou incessantemente mesmo com aparentes dificuldades físicas merece claramente o título de jogador mais valioso desta noite no Dragão.

Venha de lá o Rio Ave para entrarmos na segunda volta em força e ver estas gentes portistas a clamar para si a vitória, num "grito só de todos nós".

 

Força, Porto! Estamos aí na luta! 

Hélder Rodrigues

Créditos fotográficos de Raurino Monteiro

16122012_10154904665494197_1089797345_o.jpg

31
Jan15

Paços foi acidente. Só isso!

Eduardo Louro

 

Entrando no jogo sem Talisca - dir-se-ia que poupado a um eventual amarelo que o pudesse retirar do jogo de Alvalade, não fosse ter entrado para jogar a última meia hora - e com Pizzi, cada vez mais em fase pirilampo, no seu lugar, o Benfica começou por não esconder a frustração e a inquietação da inesperada derrota de Paços de Ferreira. Que as sucessivas ocasiões de golo acabariam por mitigar e que, mais tarde, os dois primeiros golos acabariam por decidamente enterrar.

Ficou clara a sensação que Paços não passou de um acidente, com o Benfica, na despedida de Janeiro, a regressar às exibições de ... Janeiro. Jogadas de bom recorte, jogadores sempre em movimento, muita bola, muitas ocasiões, e apenas poucos golos. Muito poucos golos para tantas ocasiões criadas. Apenas três, dois na primeira parte e outro logo a abrir a segunda, na conversão de um penalti assinalado para punir uma falta sobre o Samaris cometida ainda fora da área. Que não compensou nada dois outros que o árbitro Hugo MIguel - mais um mau árbitro - deixou por marcar por faltas sobre o Lima!

Tivesse o Benfica aproveitado um terço das ocasiões criadas e estaríamos perante uma goleda das antigas. O Boavista fez dois remates. Ambos ao minuto 69: o primeiro, à baliza - com grande defesa de Júlio César - e o segundo, na sequência do canto consequente a essa defesa, muito por cima da trave. 

Fica um amargo de boca, e não é pela oportunidade falhada de uma goleada histórica. É pela estúpida lesão muscular de Júlio César, que o afastará, para já, de Alvalade. Lesionou-se a correr para uma bola que ia sair pela linha de fundo, junto à lateral. Não, não foi para evitar um canto. Para evitar um pontapé de baliza...

E já agora outro lamento: por que é não está já resolvida a situação do Maxi Pereira? Não é que se note em campo. É precisamente por isso!

10
Dez12

E o derby deu Benfica ... Obviamente!

Eduardo Louro

 

Sporting ocupa o 9.º lugar da tabela

Antes de mais apraz-me assinalar a correcção com que o derby foi disputado. Os jogadores foram um exemplo de desportivismo. Com isso ganhou o árbitro, que não tendo quem lhe complicasse a vida também não foi ele a complicá-la, ao contrário do que tantas vezes acontece com as estrelas que por cá temos. E ganhou o jogo: sem polémicas, sem casos e sem dar sequência às tentativas incendiárias que o antecederam.

O Benfica ganhou claramente. Não tão claramente quanto a superioridade que demonstrou – a mostrar ao treinador do Sporting que, provavelmente por cá estar há tão pouco tempo, está completamente enganado quando diz que as duas equipas se equivalem – mas, mesmo assim, claramente.

O 3-1 da vitória benfiquista é curto para aquilo que se passou em campo. Na primeira parte o Sporting ainda conseguiu dar alguma luta, exclusivamente à custa de um pressing no campo todo sobre os jogadores do Benfica: o objectivo era roubar a bola ao Benfica! Não para construir com ela o que quer que fosse, mas apenas e só para que o Benfica a não jogasse. Nada que, evidentemente, pudesse fazer durante muito mais tempo. Fez o que pôde e enquanto foi possível…

Na segunda parte o Sporting deixou de poder. E o Benfica chegou a ameaçar a humilhação, chegando a ficar a ideia que, por respeito aos seus colegas de profissão que estavam do outro lado, os jogadores do Benfica não quiseram ir mais além.

Não foi sequer preciso um grande Benfica para deixar clara a enorme diferença que há entre as duas equipas: uma diferença que, em apenas 11 jogos, se traduz já em 18 pontos. É isto que deveria preocupar os dirigentes do Sporting… Ou, já que pelos vistos não é isso que os preocupa, preocupar seriamente os adeptos!

E por falar em preocupações não quero deixar de expressar uma: Maxi Pereira! É certo que estávamos habituados a muito - foi ele próprio que deixou a fasquia bem alta – mas, nesta época, Maxi está longe da sua bitola e é, claramente, o elo mais fraco da equipa.

Andávamos nós tão preocupados com lateral esquerdo e, afinal, descobrimos que o problema está na direita!

11
Out12

Os golos da vitória do Benfica sobre o Beira-mar

joaopaulo74

Não. Não se trata de ocupar a pausa no campeonato com imagens do canal história.

Temos procurado colocar no Dia de clássico todos os golos dos jogos do Sport Lisboa e Benfica: Braga, Setúbal, Académica, Nacional, Celtic e Barcelona. Estavam em falta os golos da vitória contra o Beira-Mar com golos de Maxi Pereira e de Rodrigo.

Sobre o jogo, está quase tudo escrito.

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