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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

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Visto da bancada Sul

03
Fev13

A meio

Eduardo Louro

 

O Benfica entrou no jogo com a atitude que compete a uma equipa que está a discutir o campeonato palmo a palmo. Em alta voltagem. Sem tréguas, porque não há sequer tempo para isso!

Aos cinco minutos, na segunda ou terceira oportunidade que construiu, marcou. A partir daí acabou-se!

Não que a equipa não tenha construído mais oportunidades de golo. Construiu. Mas apenas duas, nos restantes 40 minutos!

A equipa baixou o ritmo e a acabou por perder a intensidade, que não mais encontrou. Mesmo quando, no início da segunda parte, parecia ter condições para voltar a encontrá-lo, com dois golos nos primeiros dez minutos.

Não sei se isto tem alguma coisa a ver com a comunicação. Admito que sim e não posso deixar de notar que na primeira página de um jornal desportivo vinha uma frase atribuída a Jorge Jesus: “temos que ganhar nem que seja por meio a zero”!

Assim sendo, aos cinco minutos a equipa já ganhava pelo dobro. A obrigação estava mais que cumprida e podiam relaxar!

Não é assim. Há que aproveitar os jogos e os que eles têm para dar. E este de hoje tinha muito para dar, não se podia desperdiçar tudo aquilo que aquela entrada prometeu. E permitia! Porque - sabe-se – há intermitências que deixam de o ser: quando se quer retomar as coisas no ponto em que se deixaram nem sempre elas lá estão!

Num campeonato como este, em que tudo se pode decidir por pormenores – bom, e golos em futebol não são simples pormenores – a equipa não pode relaxar. Os jogadores não podem pensar nas selecções, simplesmente não podem pensar em mais nada do que naquilo que realmente importa. E a comunicação tem que se focar nisso!

Ao Benfica não basta ganhar por meio a zero. O Benfica tem que ganhar, tem que marcar golos, tem que não os sofrer e tem que produzir boas exibições. Porque é isso que mantém a corrente ligada aos adeptos. Que alimenta a confiança e auto estima da equipa!

Uma nota para o André Gomes: não é claramente o substituto de Matic. Não é um trinco. Não se percebe por que razão foi ele a substituir o sérvio e não o André Almeida, claramente com mais vocação para a função.

E outra para o Aimar. Não! É melhor ficar calado… Ficar-me a meio!

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