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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

06
Dez16

Sem brilho

Eduardo Louro

 Benfica - Nápoles - Liga dos Campeões

 

O Benfica apurou-se para os oitavos de final da Champions. Sem brilho, não há outra forma de o dizer.

Sem brilho porque o fez com apenas 8 pontos. E isso nunca é brilhante. E sem brilho porque perdeu o jogo, na Luz, com o Nápoles, repetindo o 1-2 da Madeira. E desta vez, ao contrário da última, perdeu bem: sem espinhas. A equipa italiana foi melhor. Na segunda parte foi mesmo muito melhor. E sem brilho porque fê-lo à custa de terceiros: o surpreendente Dínamo de Kiev, que despachou o Besiktas com um resultado improvável na Champions: 6-0!

O apuramento é importante. Muito importante, mesmo, mas o jogo não deixa razões para festejar. Deixa é preocupações. Porque é a segunda derrota consecutiva, porque o rendimento da equipa baixou assustadoramente, e porque há jogadores - e não são poucos - que, de repente, deixaram fugir a grande forma que exibiam. E porque deixa vir ao de cima aquela ideia terrível que, nos grandes jogos, nos mais exigentes, a equipa encolhe-se. Não se consegue impôr.

Vai agora ter de desmentir tudo isso, já no domingo, onde a liderança do campeonato ficou subitamente em jogo. Não é normal o Benfica perder dois jogos consecutivos. Três é impensável! 

28
Set16

Correu mal. Muito mal!

Eduardo Louro

 Marek Hamsík abriu o marcador frente ao Benfica

 Foto: EPA/CIRO FUSCO

Que dizer?

Que há dias - noites - assim? Que o futebol tem destas coisas?

É verdade que há noites assim, como esta de Nápoles, em que (quase) tudo corre mal. E também é verdade que o futebol tem destas coisas, uma equipa entra personalizada, está por cima, cria oportunidades, mas não marca. E de repente sofre um golo. De bola parada, mais uma vez, daqueles que deixam toda a gente a perguntar: como é possível? Depois, quando reentra, volta a mostrar-se confiante, troca a bola com à vontade e com segurança. E de novo de repente, em pouco mais de 5 minutos sofre três golos: um desastre!

Mas é capaz de ser curto. É bem capaz de haver outras coisas para dizer. 

Rui Vitória não operou uma revolução, mas fez alterações para este jogo do S. Paolo, que não correram bem. À parte a rotação dos guarda-redes, com a alteração, aqui já prevista, do critério de alternância, introduziu Carrillo e André Almeida, retirando Salvio e Gonçalo Guedes. E com essa alteração deixou Mitroglou sozinho na frente, que não correu bem. Como Carrillo não correu bem. E começa a ser preocupante... Como as coisas não correram bem a Júlio César, nem a alternância correu bem.

Valha que correram bem as substituições. Sálvio e Gonçalo Guedes marcaram e o resultado acabou por ser  um bocadinho amenizado, e não acabou tão desastroso quanto ameaçou. Pelo menos não deixará sequelas tão pesadas quanto se chegou a temer. 

Com tudo a correr mal, acabou por ser o resultado do outro jogo a única coisa a correr bem. O empate entre o Besiktas e o Dínamo Kiev foi a única boa notícia para o Benfica nesta quarta feira europeia. A noite da primeira derrota da época... 

 

20
Mar14

De Pedroso ao Âmago do Vesúvio...

helderrod

E das cinzas nasceu muita coisa na noite de Nápoles. A teimosa lassidez da equipa técnica anterior foi substituída pela dinâmica do homem do jogo: Luís Castro. 

Na verdade, foi aí que o nexo de causualidade se enformou. A causa: a confiança do treinador que mexe magistralmente de uma forma activa no jogo e transmite essa injecção de força. O efeito: a galvanização dos atletas e da classe associada às irreverências de Ghilas e Quaresma, não esquecendo um Josué que entrou brilhantemente na equipa.

Foi um Porto de experiência europeia que esteve perto de ser a primeira equipa portuguesa a vencer em Nápoles.

Depois de um fado traçado pelo fatalismo dos ideólogos do futebol, tudo quase se inverteu nesta jornada europeia. Mas é exactamente isto que me agrada. É o facto de atestar que contra o pessimismo tendencioso, fomos soberbos nesta noite épica que viu as suas origens num pequeno estádio em Pedroso com Fabiano, Ricardo, Reyes e, claro está, Luís Castro que foi verdadeiramente um timoneiro na conquista do Vesúvio, explodindo num vulcão dragoniano.

Renasce da cinza uma base fértil para o que ainda temos para ganhar!

 

 

 

Deixo aqui também um sincero abraço ao Rosado que seguro da sua franqueza foi acreditando no apuramento do Nápoles ate ao final do jogo.

 

 

Força, Porto! Tenho um orgulho imenso da tua GRANDEZA!

 

 

Hélder Rodrigues

14
Mar14

Um Porto que REINA e um offside que nos soube a pouco

helderrod

No jogo desta tarde (a uma hora inaceitável para quem trabalha e gosta de futebol) o FC Porto bateu-se muito bem com o milionário napolitano. Mais organizado, mais dinâmico e assertivo o onze inicial e as boas substituições perfizeram uma boa jornada europeia. Num jogo rasgadinho à guisa da Liga dos Campeões o Porto conseguiu um golo na primeira parte. Porém, o fora de jogo mal assinalado e o Reina não permitiram o eventual alargamento da vantagem na eliminatória. Um golo neste contexto pode fazer toda a diferença...

Helton esteve também muito bem e com alguma sorte à mistura conseguiu manter o nulo na sua baliza. Soube a pouco, mas soube bem atestar este espírito competitivo da equipa e de um RQ7 cada vez mais Harry Potter. Vamos a Nápoles discutir a eliminatória e marcar definitivamente a importância do que temos para ganhar. E podemos ganhar tudo. Tudo mesmo. É preciso acreditar até ao fim e é já no próximo Domingo que podemos arrancar determinantemente para o lugar que nos pertence.

Tal como Quaresma referiu ("O meu maior gozo é ver o meu Porto crescer...") temos que nos agigantar e ser aquele Porto que nos leva do riso às lágrimas e que nos faz sentir verdadeiramente campeões. Esta é a nossa sina: vencer desde 1893!

Apaguem-se as luzes, ligue-se a rega, agite-se o vulcão do Vesúvio e ergam bem alto o orgulho de enformarem a camisola do grande FC Porto!

 

 

Ganhem, mas com nível e sem peixeiradas de gosto discutível!

 

Força, Porto!!!! 

 

 

 

Hélder Rodrigues

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