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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

18
Mar17

O copo, o cântaro e a asa

Eduardo Louro

O Benfica não conseguiu marcar um golo na Mata Real e perdeu dois pontos antes de receber o FC Porto

 

Podemos sempre dizer que o copo está meio cheio. Que o Benfica saiu hoje de Paços de Ferreira com mais um ponto, e que aumentou para dois a vantagem sobre o seu perseguidor. Mas o mais provável é que o copo esteja vazio, nem sequer meio vazio!

O mais provável é que ao fim de 7 meses, e 21 jornadas depois, o Benfica ceda a liderança. O que acontece precisamente na pior altura em que podia acontecer: na jornada que antecede o clássico mais aguardado dos últimos anos, mas a duas semanas desse clássico. É que se fosse logo a seguir... Assim, se o Porto amanhã passar para a frente, chega à Luz depois de duas semanas na liderança. E sabe-se como isso pode criar habituação... quando há um tetra para conquistar...

A verdade é que o empate desta noite na Capital do Móvell nos deixa aquela ideia do cântaro, que tanta vez vai à fonte que um dia terá mesmo de lá deixar a asa. O Benfica estava a ir muitas vezes à fonte, e aconteceu ser hoje o dia de lá deixar a asa.

Quer dizer, os jogos estavam todos a suceder-se igualzinhos, com os adversários sempre a jogar da mesma maneira, lá atrás, muitos fechados, com duas linhas defensivas muito baixas e muito juntas e a disputarem cada bola como se fosse a última, Perante isso, e com o Benfica sempre com a mesma receita, cada adversário tinha sempre uma percentagenzinha de êxito maior que o anterior. Daí que num dia destes a asa lá tivesse de ficar!

Hoje o Benfica asfixiou o adversário, durante toda a primeira parte. O Paços não saiu lá de trás, e nem precisava de saber o que havia de fazer á bola, porque simplesmente nunca a tinha. Nenhuma novidade: tem sido assim contra todos os últimos adversários. Só que, desta vez, nada de golos. Pior, oportunidades de golo, apenas duas, uma delas num remate espectacular ao poste do mais inconformado dos jogadores do Benfica - Eliseu.

Pois é, tanto domínio, tanta asfixia e tanta bola - mais de 75% - não deu para mais que duas oportunidades de golo. E falhar duas oportunidades de golo, acontece. É normal. O que não é normal, nem pode acontecer a quem quer ganhar o campeonato, é desperdiçar todas as oportunidades de golo construídas. 

Na segunda parte o jogo nem pareceu muito diferente. Mas foi. Durante os 10 minutos que mediaram entre os cinco e os quinze o Paços não se remeteu apenas à defesa, e obrigou o Ederson a três defesas - se não estou em erro mais que todas as que o seu colega do outro lado teve de efectuar em todo o jogo -, uma delas enorme e outra enormíssima. E depois disso o Benfica chegou mesmo a jogar mal. Por isso a segunda parte não deu mais que uma clara oportunidade de golo, precisamente no último lance do jogo. Por acaso na única bola parada cobrada com algum jeito!

Aí está. No meio de tanta falta de estrela e de estrelas, com tantos jogadores em baixo de forma - Salvio não é apenas um caso gritante, é também um caso intrigante - tem que se ir buscar aos lances de bola parada as oportunidades que, de outra forma, se não conseguem criar. É verdadeiramente confrangedor o desprezo que a equipa técnica do Benfica revela por estes lances. 

Entre cantos e livres, laterais e frontais - não me lembro de um jogo com tantos livres em zonas com tanto potencial - o Benfica dispôs para aí de vinte lances de bola parada. Todos cobrados por Pizzi. Todos marcados da forma mais óbvia, sempre com o adversário confortável. A excepção foi o útimo lance do jogo, para que esta inexplicável falha ficasse mais fresca na memória do jogo. O segundo - depois de Setúbal, com este mesmo árbitro, a quem desta vez não há nada a apontar - em que o Benfica não marcou!   

 

PS: Só bem mais tarde me apercebi que, no último lance do desafio, o Jonas foi empurrado. O empurrão não o impediu de fazer tudo quase bem - tudo bem seria se a bola tivesse entrado em vez de subir um tudo nada - mas que não deixou de ser penalti. Na última jogada, como em Setúbal... Há por isso muita coisa a apontar. Ao àrbitro e à Sport TV,como é habitual!

07
Jan17

A Batalha da Mata Real

helderrod

E o futebol é isto. Frase batida, mas extremamente assertiva. 

Se num jogo, uns marcam sem saber ler nem escrever, noutros por muitas vezes que se tentasse lá teríamos um excelente guarda-redes que Defendi tudo.

Contudo, dizer-se que o SLB é a equipa que melhor futebol joga em Portugal é no mínimo risível. Está mais que visto que em jogos forasteiros com equipas de maior nível os encarnados tornam-se uma equipa banal com laivos de pequenez.

Se isto der tetra, não passa de mais uma treta do futebol português. A primeira derrotada deste campeonato foi a verdade! 

Quanto ao Porto, mais do mesmo. Bom futebol na primeira parte e depois uma queda abrupta na segunda. Importa clarificar as alternativas de ataque. Só assim é que o Porto poderá ter ainda alguma palavra a dizer no campeonato. 

Na verdade, as coisas ainda podiam ter sido piores caso tivesse sido assinalada uma grande penalidade para o Paços de Ferreira. É certo que haverá uma outra favorável ao Porto, mas a derrota seria uma injustiça mil vezes maior do que este empate muito ingrato.

A corrida vai a meio e ainda não perdemos a guerra. Mas esta batalha da Mata Real tinha um significado importantíssimo, pelo que há aqui assim uma certa frustração pelo sucedido. 

Há que acreditar até ao fim (até porque já temos o Kelvin).

 

Força, Porto! 

Hélder Rodrigues

P.S. Quantas vezes não víamos aquela substituição em que se retirava um lateral lançando-se um central para a área adversária? Tantos pontinhos nos dava! Jamais se anda para a frente se estivermos constantemente a olhar para trás!

28
Out16

Festa na Luz

Eduardo Louro

 

 O Benfica abriu a nona jornada desta Liga com mais uma grande exibição. No 13º aniversário da nova Catedral, e depois da reeleição de Luís Filipe Vieira, acontecimentos quase indissociáveis, o jogo só podia ser como o próprio dia: de festa!

E foi. Foi um grande jogo de futebol, para o que contribuiu a grande exibição do Benfica, é certo, mas também a boa organização e o bom futebol do Paços de Ferreira. Que entrou muito bem, ocupando os espaços com mestria, com uma ideia de jogo positivo; o jogo é para se jogar no campo todo, e a bola é para ser disputada onde quer que esteja.

Foi isto que o Paços disse, na Luz.

Depois, claro... O Benfica é o Benfica, e este Benfica é muito Benfica. O seu futebol de primeira água começou a vir ao de cima e o Paços teve de se conformar com o que os jogadores de encarnado lhes permitiam. Que então não era muito!

Toda aquela torrente de futebol que saía dos pés de do Nelson, do Feija, do Pizzi, do Salvio e do Gonçalo acabou por dar apenas um golo: mas que golo, o do Gonçalo Guedes. O guarda redes, Difendi, estava lá para isso - para difender.

O reinício, na segunda parte, foi uma cópia do início do jogo, com o Paços a entrar de novo muito bem. E de novo, passados esses primeiros minutos, lá voltou o futebol de alta voltagem do Benfica. Que renderia mais dois golos, bonitos como o primeiro. Salvio faria o segundo, e Pizzi o terceiro.

Coisa rara: os três melhores em campo, cada um com o seu golo. Até isso foi bonito!

E até o Carrillo - de quem, e muito bem, Rui Vitória não desiste - desta vez aproveitou bem a oportunidade...

 

18
Set16

Vindo eu, vindo eu da cidade de Viseu...Ai, Jesus, que lá vou eu!!!!

helderrod

O futebol é de facto uma verdadeira caixinha de surpresas. No final de tarde, a jornada foi surpreendente. 

As vitórias forasteiras do Chaves, do Paços e do Feirense já constituam a peculariedade desta ronda, mas o empate do FC Porto em Tondela e, mormente, a derrota do Sporting em Vila do Conde após uma vitória de elevada moral, com a derrota em Madrid foi interessante. É caso para dizer que pela boca morre peixe nas Caxinas...

Quanto ao meu FCP parece-me incompreensível tamanha confusão. A lentidão no jogos traz sempre consequências e a parca objectividade também. É preciso muito mais. Exige-se muito mais.

É importante mostrar a título de exemplo aos avançados do FC Porto a forma como Messi, Suarez e Neymar endossam sempre a bola ao colega que está melhor posicionado para concretizar. Hoje ficou a sensação que se houvesse mais "cabecinha" o Porto chegaria aos golos.

Importa igualmente adir que é inadmíssivel a forma como um árbitro beneficia o infractor prejudicando directamente o Porto que, na pessoa de Adrian Lopez se isolava num dois para um, para concretizar o golo. Não se pode aceitar este erro crasso do árbitro Hugo Miguel.

Todavia, o Porto precisa de mudar e muito no que à dinâmica de jogo diz respeito! Ainda há muito campeonato e pode ser que o Braga nos possa surpreender na Luz.

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

11
Abr16

Toxicidade Extrínseca e Intrínseca

helderrod

Em Paços de Ferreira consumou-se o triunfo da propaganda, de estranhos petardos, da xenofobia, da dislexia Serrana sobre uma equipa desfeita em pedaços!

A pré-epoca só começa lá para Junho e começaria mais tarde se não entregássemos de mão beijada o segundo lugar. 

Parabéns ao colinho da época passada e à propaganda do bota abaixismo antiportista que foi capaz de intoxicar os próprios adeptos azuis e brancos. 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

 

20
Fev16

Concentração competitiva: cuidado!

Eduardo Louro

 

 

O Benfica regressou ao campeonato... e ás vitórias no campeonato, num daqueles jogos em que só podia ganhar. Porque tinha de ganhar, se quer ganhar o campeonato nao pode perder mais pontos - pelo menos até ao jogo com o Sporting, depois logo se vê -, e porque foi a única equipa a fazer o que tinha de fazer para ganhar. Mas sabemos que às vezes não se ganham jogos desses...

Em Paços de Ferreira, com os benfiquistas mais uma vez em maioria nas bancadas, e mesmo sem fazer uma exibição de encher o olho, o Benfica voltou a criar muitas oportunidades de golo. Aproveitou apenas três, mas criou muitas mais, num jogo em que o adversário fez três remates à baliza e um golo, por um jóvem (Diogo Jota) que - diz-se - já é jogador do Benfica . Por sinal o melhor do jogo, mas nem por isso menos consentido... 

Com esse golo o Paços chegou ao empate - o Benfica marcara logo aos 13 minutos, por Mitroglou, depois de mais um toque de classe de Jonas - que durou pouco mais que um quarto de hora. Em cima do intervalo o Benfica fez o segundo golo. De penalti. Que não foi na altura contestado, mas que, como sempre, não deixará de o ser por estes dias. Semanas ou até meses, como esperamos... Nas repetições fica a ideia que o Jonas - que foge do contacto físico como o diabo da cruz - evitou o derrube saltando por cima das pernas dos adversários que o tentavam rasteirar. A intenção esteve toda lá, o facto acabou por não acontecer...

Na segunda parte o Benfica geriu o jogo. E a fadiga. E a descompressão, depois de uma série de dois jogos muito exigentes. E os amarelos. E os regressos dos lesionados. E deu para criar mais três ou quatro oportunidades e para a estreia de Lindelof a marcar, na réplica a uma jogada já vista no jogo com o Zenite, então com o Jardel a rematar. Mas ao lado.

No fim fica a ideia de alguma displicência do Benfica, particularmente perceptível logo a seguir ao primeiro golo. Pode ter sido apenas decompressão, mas é bom avisar que facilitar na concentração competitiva é abrir a porta às surpresas...

 

26
Set15

Golos com história

Eduardo Louro

Imagem relacionada

Sabendo, pela experiência dos jogos que tem feito em casa neste início de época, que o primeiro golo é a chave do sucesso, o Benfica entrou a todo o gás no jogo de hoje com o Paços, com o objectivo bem nítido de encontrar essa chave bem cedo.

Só que foi sol de pouca dura. À passagem do primeiro quarto de hora já parecia que tinha desistido… Não terá sido por opção própria que abandonou aquele ritmo asfixiante dos primeiros quinzes minutos de jogo, até porque – bem o sabemos – não é fácil manter estes ritmos diabólicos por muito tempo. Mas não foi só isso!

O Paços teve culpas. E grandes… Resistiu como pôde a esses 15 minutos avassaladores, com faltas de toda a maneira e feitio, e algumas bem feinhas, chutando para onde estavam virados e cedendo cantos uns atrás dos outros. Mas depois conseguiu começar a respirar, organizou-se e começou a subir no terreno. A subir muito, a pressionar a saída da bola do Benfica, onde quer que fosse, e a complicar o jogo ao Benfica.

O antídoto para o tipo de jogo que o Paços impunha em campo passa por aquilo que tinha sido a imagem de marca do futebol do Benfica nos últimos anos, aquilo que em futebolês se chamam transições rápidas. E que se percebe que perdeu. Não sei se é uma ideia abandonada, assim como quem atira fora uma ferramenta que acha que já não precisa. Mas sei, porque se vê, que falta a muitos jogadores a velocidade de execução e a qualidade do passe e de recepção, que são o factor crítico de sucesso das transições rápidas.

Sem este antídoto – em todo o jogo o Benfica conseguiu por uma única vez uma transição ofensiva capaz de fazer lembrar o ano passado, e foi desperdiçada por Mitroglou, que ao contornar o guarda-redes permitiu-lhe desviar a bola do golo – valeu mais uma vez a classe dos dois mais categorizados jogadores da equipa. Primeiro, Jonas, a fazer do golo uma obra de arte. Sublime, pouco passava da meia hora de jogo, a fazer o resultado ao intervalo. Porque, pouco depois num remate com a mesma espantosa execução, a bola não quis voltar a entrar.

A segunda parte - pese sempre o grande desequilíbrio na posse de bola (75% para o Benfica na primeira parte) -  não foi muito diferente. Até ao segundo golo, o primeiro de Gonçalo Guedes na equipa principal do Benfica, a meio da segunda parte.

Um golo que matou de facto o jogo e que tem história: porque resulta de uma nouance táctica (Gonçalo Guedes a jogar mais por dentro, com a ala toda entregue ao outro miúdo, Nelson Semedo) e porque surge em circunstâncias anteriormente ensaiadas, sempre com o remate do miúdo a bater numa das muitas pernas que ocupavam aquela zona central da entrada da área. Voltou a bater numa dessas pernas, só que desta vez, ao contrário de todas as outras, seguiu o caminho da baliza.

Curiosamente também o terceiro golo, de novo de Jonas, sete minutos depois, foi uma jogada (Gaitan-Guedes-Jonas) a papel químico de uma outra poucos minutos antes.

No fim ficou um jogo que, apesar da boa imagem que o futebol do Paços deixou, bem poderia ter registado mais uma das goleadas da Catedral. Oportunidades não faltaram!

Diz que os outros dois empataram… Fizeram eles bem!

17
Ago14

Quebrado o enguiço

Eduardo Louro

 

Benfica inicia defesa do título com triunfo

 

Aí está o campeonato. O campeonato do regresso do Boavista, agora certamente Boavistinho, que isto já não dá para Boavistões. E também o campeonato da Liga sem patrocínios, bem estampado na monocromia dos painéis expostos na zona das entrevistas rápidas. Preocupante, sem dúvida!

O Benfica contrariou a regra de não entrar a ganhar. Desta vez arrancou com uma vitória que, valendo os mesmos três pontos de qualquer outra, tem o seu quê de especial. Desde logo por quebrar um enguiço que quem assistiu ao início do jogo apostaria estar aí para durar…

Porque o Paços de Ferreira, marcado pelo regresso – com toda a dignidade, é de salientar – de Paulo Fonseca, entrou muito bem, superiorizando-se no meio campo e assegurando a partir daí o controlo do jogo, mas também porque desde logo se percebeu que Cosme Machado estava ali por encomenda. Bem se esforçou para que a tradição se mantivesse, começando por amarelar logo a abrir o Enzo Perez para, pouco depois, inventar um penalti contra o Benfica. Depois, e até ao fim, foi sempre igual a si próprio, ele que é um velho conhecido…

O Benfica não jogou especialmente bem, durante muito tempo faltou-lhe velocidade e dinâmica, com os jogadores muitas vezes sem profundidade. Mas passados os primeiros vinte minutos, em que o Paços foi claramente superior e em que Artur, apostado em vender caro o lugar, segurou o jogo quando defendeu o penalti, e alcançado o golo inaugural numa combinação de excelências – o excelente toque do excelente Gaitan para a excelente desmarcação, com o não menos excelente remate do excelente Maxi (o homem do jogo) –, o Benfica assegurou definitivamente o domínio do jogo.

Os problemas que o jogo pôs, para além dos postos pelo Paços, tiveram a ver com Enzo, que nunca se encontrou com o jogo, o que só por isso não é tão estranho como a sua saída, ainda na primeira parte, e que deverá querer dizer algo de muito parecido com adeus. E com Talisca, que sendo evidentemente jogador, não é um avançado... Por isso Jorge Jesus teve de andar às voltas com aquele meio campo, que só verdadeiramente estabilizou com André Almeida e Rúben Amorim. 

No fim de contas valeram os dois golos da ala direita, porque também o segundo, do Salvio, foi excelente. E valeu que Luisão voltou a mostrar por que é que não pode sair para lado nenhum! 

E parece que afinal, porque saiu quem saiu e virá a sair quem vier ainda a sair, Jara vai mesmo ficar no plantel. E hoje até jogou qualquer coisa... Se o Jesus vier a fazer dele jogador será certamente a cereja no topo do bolo. Não acredito, mas cá estarei para, com todo o gosto, dar a mão à palmatória.

02
Set13

Filme já visto

joaopaulo74

Confesso que tenho muito pouca disponibilidade para algum tipo de filmes. Há alguns que posso ver vezes sem conta, mas outros, ainda antes do genérico de abertura, dá para perceber o que vai sair.

Os nossos campeonatos de futebol são uma película mais ou menos previsível. Há uma equipa que começa mal e aparece sempre alguém a dar um empurrão, a calcar, a deitar para baixo. Outras há, que começam mais ou menos da mesma maneira, mas têm sempre um santinho a dar uma ajudinha.

Num dia há quem perca pontos com um golo em fora-de-jogo e com uma falta dentro da área não marcada. No dia seguinte, vale tudo menos tirar olhos para a empurrar lá para dentro.

O interessante da coisa é que daqui a 27 jogos ninguém vai falar disto. Melhor ainda: agora mesmo, um silêncio total sobre a questão. Não há um único órgão de comunicação social que fale no assunto e, o que me surpreende menos, ninguém da equipa adversária se atreve a dizer o que quer que seja.

Termino como comecei - já vimos este filme muitas vezes e por isso não vale a pena continuar a bater no ceguinho. Está dito, está escrito. Não vale a pena voltar ao assunto.

Este campeonato vai ser como todos os outros desde um célebre Benfica - Boavista: só me interessa o que se passa com o SPORT LISBOA E BENFICA e o resto fica para os melhores, para os maiores, para quem é tudo e mais alguma coisa.

Nós ficamos pelas coisas simples: o futebol!

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