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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

09
Mai15

Ainda faltam 3 pontos... Ou já só faltam 3 pontos?

Eduardo Louro

 

Não gostei deste jogo, o primeiro dos três (ou dos dois?) que ainda separavam o Benfica do título.

As coisas não saíram bem, e o Benfica não fez um jogo à medida do que vinha fazendo. É certo que o Penafiel foi – e manteve-se sempre – uma equipa organizada, mas quase todas as outras que o Benfica defrontou o tinham também sido. E com casa cheia, com quase 60 mil em ambiente de festa, perante o último classificado, às portas da despromoção – donde acabou por se não livrar – ninguém esperava outra coisa que não uma grande jogatana.  

O primeiro golo, bem cedo como é costume, logo aos 8 minutos, na primeira jogada à Benfica, toda ela espectáculo, prometia mais uma dessas grandes jogatanas. Se o era, ficou por cumprir!

A primeira oportunidade tinha dado no primeiro golo. A segunda só não deu porque o árbitro assistente assinalou mal um fora de jogo ao Jonas, quando já tinha passado pelo guarda-redes. À terceira, á meia hora de jogo, o segundo golo. Mais um golo de autor, um golo à Jonas. Fantástico! Ainda mais duas oportunidades antes do intervalo, com o guarda-redes iraniano do Penafiel a opor-se bem ao remate de Jonas, e a barra a impedir mais um golo a Lima.

A esta altura pensará o leitor: “dois golos e mais três oportunidades e ainda se queixa. Exigente, o tipo”…

Talvez tenha razão, mas já não basta que o Benfica ganhe.  E a exibição do Benfica ressentiu-se do sub rendimento de Pizzi mas principalmente porque, sem Gaitan, Sulejmani não teve nada a ver com o que prometera em Barcelos, há oito dias. A equipa só teve uma asa, pelo regressado Salvio. 

Na segunda parte as coisas não melhoraram. Com Olá John e Talisca (o croata, em modo off e o argentino, farto de levar pancada, e em risco de quinto amarelo, tinham mesmo de sair) o Benfica ficou sem asas. Já se percebeu que o holandês não está muito virado para ser jogador profissional de futebol. Também há muito que se percebeu que o brasileiro não é jogador para as alas. O que não se percebe é a insistência de Jesus…

Ficaram as exibições de Jardel (em grande forma), Jonas e Lima. Mas também de Luisão, Samaris e Maxi. E o resultado, com mais dois golos, em apenas dois minutos (60 e 62), com Lima em ambos. A assistir o Pizzi no primeiro e a aproveitar um mau atraso de um adversário para bisar no jogo, e ficar a apenas um golo de Jonas e Jackson no topo da lista dos marcadores.

Ficou uma arbitragem deplorável, e ficou um nome que ficamos a conhecer: Vítor Bruno. Quis conhecer melhor e fiquei a saber que é de Vila do Conde e fez a formação no FC Porto!

 No meio disto tudo ainda faltam 3 pontos. Ou já só faltam 3 pontos?

 

 

18
Jan15

"Cha-Cha-Cha" no "Pantanel"

helderrod

O FCP fechou a primeira volta num jogo para barbas rijas. Num terreno adverso devido às condições meteorológicas, marcar na primeira parte era fundamental. E assim foi. No limite do fora-de-jogo, mas sem necessidade à criação de pontos de fuga, o guerreiro Herrera e o fabuloso Martinez facturaram com uma tremenda eficácia. Na segunda parte, foi necessária a promoção da tracção ao 4x3x3 numa luta árdua na qual o Penafiel se bateu estoicamente. Uma palavra de apreço também para o nosso niño Torres que lutou bastante, interpretando a importância e a grandeza de se trazer o emblema do melhor clube português no peito. Importa também adir que terminámos apenas a primeira parte do desafio. Venha a segunda, com mais futebol e sem colinhos nos dezassete encontros que restam. Vamos acreditar sempre e deixar as galas para a fachada, puxando dos galões plenos de ambição e de vitórias como é apanágio do grande Futebol Clube do Porto. Força, Porto! Hélder Rodrigues

17
Jan15

Lá vamos, cantando e rindo ... às vezes tristes...

Eduardo Louro

 

O Porto ganhou (3-1) em Penafiel. Com dois golos irregulares e com um penalti contra por marcar. Pelas contas que por aí se fazem, a verdade do resultado seria 2-1 a favor do Penafiel... E menos 3 pontos para o Porto!

Mas está tudo bem: o árbitro Soares Dias não viu e Lopetegui também não. Nem a Sport TV, sem linhas para o fora o jogo, e com o lance do penalti bem escondido no fundo de uma gaveta, não fosse alguém ver...

Ninguém perguntou a Lopetegui se estava triste com a arbitragem. E, como já se sabia, também ninguém se preocupou com Quiñones...

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