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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

20
Ago18

VIVA O MAR

Eduardo Louro

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A segunda jornada da Liga de futebol manteve as suas pecularidades, e desta vez criou o paradigma do último minuto. No último minuto do jogo de Alvalade, nem o árbitro nem o VAR viram o que todos vimos: um penalti a favor do Vitória de Setúbal, que daria de novo, e por fim, o empate. No útimo minuto do jogo do Jamor, o VAR e o árbitro viram o que mais ninguém viu: um penalti a favor do Porto, que lhe deu os três pontos.

Percebem-se as preocupações com a convalescença do Sporting, e o desígnio de o levar direitinho, bem amparado, sem o deixar cair e inteirinho até à Luz. Já quanto ao Porto, que mesmo sem estar doente está a jogar tanto como o Sporting, não é preocupação. É obcessão. Que também é doença...

E, neste Agosto quente, viva o MAR - Medical Assistence Results!

02
Dez17

Um clássico com várias caras

Eduardo Louro

 

O Benfica entrou no clássico, no Dragão, personalizado, tranquílo e confiante. De tal forma que os primeiros cinco minutos foram praticamente jogados na grande área portista. Veio de resto daí a única oportunidade de golo da primeira parte, num remate de cabeça de Jonas, desviado atabalhoadamente pelo guarda-redes do Porto.

O Porto lançou mão do seu plano B, também conhecido por plano Champions, recolhendo-se lá atrás, para depois sair em contra-ataque, lançando os seus dois panzers - Marega e Aboubakar. Quando se vê o Sérgio Oliveira na equipa percebe-se logo que é esse o programa. A primeira meia hora foi assim, com o Benfica a dominar o jogo e o Porto a tentar sair, mas sem sucesso.

Nos últimos dez minutos o Porto passou a disputar o jogo no campo todo, e ganhou algum ascendente com isso, mesmo que não tivesse tirado daí grande coisa. O melhor que teve foi um remate de Herrera, muito bem defendido pelo Varela, mas já depois do lance estar invalidado, por um fora de jogo anterior.

Na segunda parte a história do jogo é outra. O Benfica até voltou a entrar melhor, mas foi sol de pouca dura. O Porto consolidou a alteração do plano de jogo - curiosamente é a substituição do Sérgio Oliveira pelo Octávio que dá expressão a essa alteração - e passou a disputar a bola sempre com grande pressão e intensidade. Foi meia hora de claro domínio portista, com o Benfica a ceder fisicamente e a perder quase todos os duelos.

As substituições de Pizzi, por Samaris, e de Cervi - também poderia ter sido Salvio - por Zivkovic foram eficazes, vieram foi tarde de mais. À entrada do último quarto de hora parecia que o Benfica tinha virado o jogo. Houve ali um período, logo a seguir à entrada de Zivkovic, em que voltou a ter bola, a dividir o jogo e a incomodar a defesa portista. Só que pouco depois, a 10 minutos dos 90, o árbitro Jorge de Sousa expulsou o sérvio, cinco minutos depois de ter entrado, e acabou com a reacção do Benfica. 

A expulsão, com dois amarelos em dois ou três minutos - o primeiro por se colocar à frente da bola na cobrança de um livre, e o segundo por agarrar um adversário, o quesilento Octávio -, pode até aceitar-se, o que não se aceita é a dualidade de critérios. Felipe, o central do Porto que deve estar abrangido por um protocolo qualquer que o torna impune, aos 10 minutos já não deveria estar em campo. Primeiro, uma entrada violenta por trás sobre Jonas ... e nada. Logo a seguir agarrou o mesmo Jonas, que lhe fugia para o ataque. E nada, de novo!

Com 10 (mais 4 de compensação) minutos pela frente, e a jogar com dez, o Benfica foi encostado lá atrás. Foi então tempo de sofrer, e de ter alguma sorte nas duas perdidas flagrantes do Marega. É claro que um jogador de outra categoria não falharia aquelas duas bolas, mas não se pode ter tudo. Se tivesse a capacidade técnica para marcar aquelas bolas, com a força e a velocidade que tem, era um jogador de nível mundial. E toda a gente vê que não é.

Para além da dualidade de critérios em matéria disciplinar, a arbitragem de Jorge de Sousa teve outra falha: assinalou, mal, um fora de jogo ao Porto. Daí resultou uma grande defesa do Varela - que fantástica exibição! - já com o jogo parado. E depois dessa defesa, uma recarga que levou a bola para a baliza. O Porto fala em golo anulado. E em penaltis. Mas isso não é novidade, é o costume ... 

 

 

02
Abr17

O clássico da "fezada" no dia das mentiras

Eduardo Louro

 

Em dia das mentiras, e Dia de Clássico a mentira foi o resultado. Tudo o resto foi verdade!

Foi verdade que o Benfica foi melhor. Foi melhor quando foi melhor, quer dizer, o melhor do Benfica foi melhor que o melhor do Porto. E foi melhor durante muito mais tempo. Foi melhor porque teve muito mais domínio, e foi melhor em todas as variáveis que medem o jogo. E criou muito mais oportunidades de golo!

É esta verdade que faz a mentira do resultado. Só e apenas!

Foi verdade - é verdade - que o Porto festejou o empate como se fosse uma vitória que lhe desse o título. Mas a verdade é que não se percebe por quê. A única explicação é o alívio por não terem perdido o jogo!

Em matéria de festejos, nota máxima para Maxi Pereira. É verdade que, por respeito ao passado, há jogadores que não festejam os golos quando marcam aos seus antigos clubes. Maxi não é dado a esses sentimentos: festejou o golo que marcou, festejou os golos que Casillas negou, e festejou como ninguém o empate. E fez muito bem!

Os inusitados festejos do Porto, a terem explicação, trazem-nos à memória a época passada. O Benfica também estava a um ponto do Sporting, e à  partida para o jogo de Alvalade não havia benfiquista que não considerasse que o empate, nesse jogo, seria um bom resultado. Acreditavam no calendário, e o do Benfica era teoricamente bem mais fácil que o do Sporting. Que, recordo, teria de jogar no Dragão e em Braga. Provou-se que, tivesse o Benfica logrado o tal empate que era bom resultado, e não teria sido campeão. Porque, e faltavam então muito mais jogos que agora, nem um nem outro desperdiçaram um ponto que fosse.

Independentemente das verdades e das mentiras este jogo foi um bom espectáculo de futebol. Bem jogado, num estádio bonito e cheio que nem um ovo. O Porto mostrou algum medo, ao contrário do que vinha apregoando. Reforçou o meio campo, e como só podem jogar onze, jogou com um único ponta de lança, deixando o André Silva no banco. E quando entrou foi para Soares sair. Não admirou por isso que o Benfica tenha entrado dominador, e chegado bem cedo ao golo, na transformação de um penalti - indiscutível e indiscutido - assinalado logo aos cinco minutos.

O golo obrigou o Porto a alterar as ideias. E conseguiu reagir, equilibrando o jogo a partir do equlíbrio na disputa da bola, sempre com muito recurso à falta. O primeiro remate do Porto só chegou perto da meia hora, e o Benfica nunca perdeu o controlo do jogo.

Não deu para perceber se o Porto entrou melhor na segunda parte. Pela simples razão que o Benfica entrou desastradamente. Foram três minutos inacreditáveis, em que o Benfica não acertou um passe. Foram apenas três minutos, é certo. Mas foram o suficiente para sofrer o golo do empate. Um golo inacreditável, como inacreditáveis foram aqueles primeiros três minutos. Que o Benfica pagou bem caro!

Depois, de imediato, o Benfica voltou à mó de cima e partiu para uns restantes 42 minutos de muito bom nível. Com uma equipa a querer ganhar e a outra a não querer mais que não perder. Com uma equipa a somar oportunidades de golo e a outra a somar entradas duras para parar os adversários.

Os golos é que não voltaram. Porque Casillas repetiu a exibição do ano passado, porque Luisão - mais uma grande exibição do velho capitão - , Jonas, Pizzi e Mitroglou foram perdulários, e porque, quando não era nem uma coisa nem outra, lá esteve a pontinha de sorte. Que faz parte do jogo!

E no fim o Porto fez a festa.... Quando continua em segundo e já não depende de si próprio. Mas lá que há lá fezada, há!

12
Jan17

A culpa é do Benfica

Dylan

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                       #ACulpaÉDoBenfica

As duas vitórias consecutivas do Benfica, em Guimarães, em competições distintas e com duas equipas diferentes, dão razão aqueles que apelidam o clube lisboeta de "monstro"...de qualidade. A culpa realmente é do Benfica, da categoria do seu plantel e do seu treinador, não é da suposta ajuda dos árbitros como alguns tentam em menorizar as vitórias da equipa da Luz. Enquanto uns falam de "vouchers" e incendeiam a arbitragem, enquanto outros desenham em telas como se fossem mestres e falam em "polvo", talvez da "fruta" que enjoaram no passado, o Benfica vai percorrendo o seu caminho de vitórias à custa da união e da sua organização.   

05
Jan17

Escândalo

Eduardo Louro

 Sporting e Porto mudaram os órgãos da arbitragem como quiseram. O Sporting, pelo seu presidente, veio dizer que, agora sim, as arbitragens estavam boas. O Porto, pelo seu presidente, vei dizer que só os burros falavam de arbitragem.

Porto e Sporting foram afastados da Taça da Liga. Ambos. Ambos a jogar poucochinho... Ambos com queixas da arbitragem: o Porto, de um penalti não assinalado a seu favor; o Sporting de um penalti contra. No jogo para a mesma competição, o árbitro, tão mau quantos os outros e já com história feita, com resultado em branco, anulou ao Benfica um golo limpo, e logo  a seguir transforma um penalti num livre, fora da área. 

O Benfica continou a jogar á bola, como se nada se passasse. A jogar bem e chegou ao fim do jogo com 4-0. 

Conclusão: Escândalo - o Benfica é levado ao colo pelos árbitros!

03
Nov16

A ideia do penalti

Eduardo Louro

 

Podemos não perceber a ideia, mas juram que ela existe. Por mais bonecos que façam, podemos não conseguir descobrir a tal deia de jogo. Mas percebemos que há uma ideia de penalti. Ou muitas. Há penaltis por todo o lado: seis, sete ... oito, dizem. Há um que até diz que são nove...

O destino tem destas coisas, e ontem, penalti a sério, daqueles que até se apalpam e tudo, aconteceu na área da baliza Casillas, quando o espanhol Oliver, à frente de toda a gente, fez de guarda-redes sem que um outro cidadão espanhol, ali mesmo á frente, visse o que quer que fosse. Nada que, evidentemente, comprometa a grande cruzada para a reconquista do apito de ouro e interrompa a marcha obstinada em direcção à arbitragem prometida. 

 

27
Set16

O Padrinho e a Raposa

helderrod

Na estreia do Leicester na Liga dos Campeões em sua casa o FC Porto foi o padrinho. Um experiente padrinho nesta competição que se deixou levar pelas raposas, bem personificadas pelo Ranieri.

Mas de Padrinhos falarei mais à frente.

Os azuis e brancos de amarelo (que anda a dar azar) até começaram bem, com duas boas oportunidades na primeira metade da etapa inicial. Mas a força física dos britânicos abafou a boa vontade dos avançados perdidos no meio daquele muro.

Contudo, parece-me estranha a persistência na subida dos laterais, com a nítida falta de apoio nas faixas. É difícil entender que, perante um futebol directo assumido, sejam os laterais do FCP a serem obrigados a descer e a desposicionarem-se defensivamente. 

Na segunda parte, a equipa subiu no terreno e merecia claramente o empate até porque mais uma vez o árbitro de linha fez vista grossa a um penalty sobre Marcano e a bola ao poste de Corona (que devia ter entrado mais cedo em campo).

Como sócio do FCP custa-me ver os melhores activos sentados no banco ou mesmo fora dele. 

Isto é tudo muito bonito, mas alguém tem que entender de uma vez por todas que, amigos ou padrinhos, negócios à parte. 

Os melhores têm que jogar e o Futebol Clube do Porto não é propriamente o Valência ou um consórcio de activos.

Esta vassalagem aos padrinhos tem que acabar.

 

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

07
Mar16

Não há dúvida: a culpa é do árbitro.

Eduardo Louro

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Ainda não me tinha debruçado bem sobre o assunto, mas agora que lhe dediquei alguns segundos, estou a chegar à conclusão que os portistas têm razão: o Porto perde sempre por culpa do árbitro!

Não há já dúvidas nenhumas: perdia, mudou de treinador... e continuou a perder. Logo, a culpa não está no treinador. Como não pode estar no Papa - o dogma da infalibiliade papal não o permite - só pode estar nos árbitros. Bem visto!

Continuem. Estão carregadíssimos de razão...

 

12
Fev16

O futebol é isto mesmo...

Eduardo Louro

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O futebol é isto mesmo - diz em futebolês. Não sei se é isto mesmo, sei é que tem muito disto.

O Benfica estava imparável. O Porto de rastos. O Benfica respirava confiança, o Porto desconfiava até da própria sombra. O Benfica, para além de vir a jogar muito bem, evidenciava uma notável eficácia na hora de atirar ao golo. O Porto, mesmo não jogando muito bem, criava muitas oportunidades mas aproveitava poucas.

O início do jogo mostrou bem qual era o ponto de partida de cada uma das equipas. Bem por cima, e com o Porto amedrontado, o Benfica chegou cedo ao golo. Diz-se que, nos clássicos, marcar primeiro é um trunfo forte e, ao fazê-lo, o Benfica ficou com tudo para ganhar o clássico, e enterrrar de vez as aspirações do Porto neste campeonato.

Só que - lá está - o futebol tem muito disto. Na primeira vez que remata à baliza, num remate muito facilitado e onde, depois, Júlio César não fez tudo o que se exegia, o Porto empatou. Nada que assustasse ninguém, a superioridade do Benfica era evidente, mesmo que aquele golo tivesse ressuscitado os jogadores do Porto. E as oportunidades de golo iam-se sucedendo, todas para o lado do Benfica. No fim, contam-se dez!

Não me lembro de um clássico tão desnivelado, e com tantas oportunidades de golo. Só que o invulgar nível de desperdício do Benfica, e a memorável exibição de Casillas, que negou cinco golos em outras tantas defesas soberbas, não permitiram que o resultado traduzisse a enorme superioridade do Benfica neste jogo. 

E vem ao de cima outra velha máxima do futebolês: quem não marca sofre. E lá está outra vez: o futebol tem disto, e foi o Porto a fazer o segundo golo na terceira oportunidade que criou. A segunda tinha acontecido pouco antes, no mesmíssimo contexto de jogo.

E aí o jogo acabou. Os jogadores do Benfica sentiram a injustiça do resultado, e com o desperdício de mais duas oportunidades logo de seguida, deixaram de acreditar. Ao contrário do também habitual, as substituições correram todas mal. A de Salvio, mais do que à procura do milagre, foi apenas para puxar pelos adeptos na expectativa que fossem eles a levantar a equipa para o assalto final.

Nada resultou. Espero que não fiquem marcas. Nem dúvidas na cabeça dos jogadores. Nem na dos adeptos. Não adianta lembrar que com esta derrota o Benfica já só pode aspirar a fazer 25% dos pontos em disputa com os rivais na disputa do disputa do título. Todos os jogos têm a sua história, e essa é apenas a dos números!

14
Jan16

Se é para sofrer pelo Porto, vou já, mor!!!!!

helderrod

E assim se deu mais um passo nesta que é a prova rainha. Com menos mediatismo e espalhafato por razões óbvias, atinentes às ausências dos clubes da capital, hoje houve taça no Bessa. O Boavista e o senhor árbitro quiseram vender cara a derrota. Na verdade, ambas as equipas que jogaram contra o Porto nesta noite foram bastante competitivas. Cada uma delas sabia muito bem o que fazer, a saber: enquanto uns distribuíam molho, os outros deixavam passar a cacetada. Com uma impressionante dualidade de critérios o senhor árbitro permitiu imensas acções violentas dos jogadores axadrezados, enquanto que, quando o pachorrento Imbula meteu o pé, viu a sua paupérrima exibição ser premiada com vermelho directo? Vermelho directo, insisto! Esta ideia de que os pequenos são sempre prejudicados cai por terra. Há muitas situações nos últimos tempos que têm passado pelos pingos da chuva, sendo o caso mais flagrante a vergonhosa exibição da equipa de arbitragem no jogo Porto-Rio Ave que permitiu que passassem impunes pelo menos duas grandes penalidades favoráveis ao Porto. Este facto permitiu a perda de pontos que poderão ser muito importantes para o desfecho do campeonato. Tudo isso passa incólume nos programas de diversão desportiva de domingo e segundas à noite. Aliás, o Manuel Serrão que tanto criticou Lopetegui, não tem lugar nem na Benfica TV quanto mais na TVI. É um flopserrão que deixa passar tudo. Nem sequer teve a dignidade de trazer à colação um penalty existente em Alvalade aos 15 minutos (já depois do de Corona), quando Adrian dá mão na área após um remate de Brahimi. Convido-os a ver esse lance que nem sequer mereceu destaque nos jornais e programas televisivos, mas agora há uma linha que separa a cultura da ignorância com a possibilidade de rebobinar factos. Mas voltando ao jogo jogado. O Porto desta noite esteve um bocadinho aquém e, apesar das bolas no ferro, a equipa precisa de fazer mais e melhor na cidade berço. Com um Helton brilhante que foi capaz de se redimir de um erro clamoroso, defendendo um penalty, a equipa foi capaz de regressar às meias finais da competição, sem recorrer a horas extra pouco adequadas para um jogo à noite. Venha de lá esse galo! Finalmente, uma palavra para Julen Lopetegui cujo foi capaz de se despedir com elevação dos adeptos portistas e de todos os seus colaboradores. Caiu por terra a alegação instrumentalizada dos pasquins propagandísticos que falavam em renitência quanto ao encerramento do acordo. Foi uma saída com nível! Parabéns ao FCP e, se for para sofrer por ti, vou já, mor! Hélder Rodrigues

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