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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

05
Abr16

Tributo ao Benfica

Eduardo Louro

Liga dos Campeões em direto: Bayern Munique vs Benfica

 

Não há vitórias morais, em futebol. Sair de Munique da forma que o Benfica hoje saiu não é vitória nenhuma. Mas não há benfiquista que não sinta orgulho no jogo que hoje a equipa realizou frente ao Bayern. 

O resultado não deixa espaço para grande optimismo para a segunda mão, de amanhã a uma semana, na Luz. Outra coisa seria se o Benfica tivesse marcado nas duas grandes oportunidades de golo que criou. Ou se o árbitro tivesse assinalado o penalti a favorno lance em que o Lham joga a bola com a mão, impedindo o Gaitan de seguir para o golo. Mas nem por isso os benfiquistas deixam de estar optimistas, e esse é o maior tributo que podem prestar a estes extraordinários jogadores, a esta fabulosa equipa.

O jogo até começou da pior maneira que podia começar: com um golo logo no primeiro minuto. Mas foi como se nada se tivesse passado, e a equipa soube, primeiro, manter-se equilibrada, e depois equilibrar o próprio jogo. 

O árbitro é que não pareceu muito interessado nesse equlíbrio. Não foi só no penalti que não quis assinalar. Foi em tudo, e ainda mais em tudo quanto mais o jogo se aproximava do fim. Nos últimos minutos foi gritante.

A UEFA está muito interessada em ter o Bayern na final. E o Barcelona, pelo que deu para perceber no outro jogo...

09
Mar16

CA-TE-GO-RIA!!!

Eduardo Louro

Zenit-Benfica

(foto daqui)

Foi com enorme categoria que o Benfica afastou hoje os milionários russos comandados por André Villas Boas, onde pontificam alguns que souberam - e continuam a saber - honrar o manto sagrado que um dia vestiram, nos oitavos de final da Champions. Segue o Benfica, este sensacional Benfica, para os quartos de final da maior competição de futebol do mundo, incluído no restrito grupo dos oito melhores.

E fez isto tudo afastando precisamente o único representante do país que está em confronto directo com Portugal nas contas do ranking europeu, reforçando ainda mais esse quinto lugar, logo a seguir às crónicas superpotências do futebol europeu.

Mas vamos ao jogo, que arrancou como é costume: a entregar-se todo ao Benfica. Foi assim durante toda a primeira parte, sempre com o Benfica bem por cima, e sem que ninguém conseguisse perceber que a defesa tinha sido mais uma vez enxertada. Apenas nos últimos dez minutos o Zenit começou a ser capaz de equilibrar as coisas, tendo para isso que partir o jogo. Benfica reagiu com muita classe e quando o árbitro apitou para o fim da primeira parte, já tinha de novo o jogo sob controlo. Mas ficava uma dívida de golos, pelo menos um, por pagar...

A segunda parte foi lançada em bases diferentes. O Benfica recuou linhas, e o Zenit, ao contrário, subiu-as. E passou a pressionar bem alto.

O jogo pedia Raul Gimenez, e Rui Vitória fez-lhe a vontade. Só que, logo a seguir, um jogador russo - desta vez era mesmo russo: Zhirkov - abalroou o Nelson Semedo e foi por ali fora, com o lateral do Benfica inanimado no chão e toda a gente à espera do apito do árbitro. Só se percebeu que o árbitro húngaro Viktor Kassai, fizera mesmo vista grossa a uma falta do tamanho da Gazprom quando Hulk - tinha de ser - metia a bola dentro da baliza do fantástico Ederson.

Faltavam 20 minutos para os 90, e o golpe poderia ter sido fatal. Mas não foi, porque este Benfica tem muita categoria, mas também tem muita alma. E logo a seguir está muito perto do golo, que o guarda redes russo, quase por milagre, negou a Lindelof. 

Foi necessário esperar - e sofrer - mais 10 minutos para a explosão de alegrial, com o golo do empate de Gaitan. E mais outros tantos, já com os 5 de compensação, para a apoteose final do golo de Talisca, acabadinho de entrar, certamente a pensar que já nem tocaria na bola.

14
Jan16

Se é para sofrer pelo Porto, vou já, mor!!!!!

helderrod

E assim se deu mais um passo nesta que é a prova rainha. Com menos mediatismo e espalhafato por razões óbvias, atinentes às ausências dos clubes da capital, hoje houve taça no Bessa. O Boavista e o senhor árbitro quiseram vender cara a derrota. Na verdade, ambas as equipas que jogaram contra o Porto nesta noite foram bastante competitivas. Cada uma delas sabia muito bem o que fazer, a saber: enquanto uns distribuíam molho, os outros deixavam passar a cacetada. Com uma impressionante dualidade de critérios o senhor árbitro permitiu imensas acções violentas dos jogadores axadrezados, enquanto que, quando o pachorrento Imbula meteu o pé, viu a sua paupérrima exibição ser premiada com vermelho directo? Vermelho directo, insisto! Esta ideia de que os pequenos são sempre prejudicados cai por terra. Há muitas situações nos últimos tempos que têm passado pelos pingos da chuva, sendo o caso mais flagrante a vergonhosa exibição da equipa de arbitragem no jogo Porto-Rio Ave que permitiu que passassem impunes pelo menos duas grandes penalidades favoráveis ao Porto. Este facto permitiu a perda de pontos que poderão ser muito importantes para o desfecho do campeonato. Tudo isso passa incólume nos programas de diversão desportiva de domingo e segundas à noite. Aliás, o Manuel Serrão que tanto criticou Lopetegui, não tem lugar nem na Benfica TV quanto mais na TVI. É um flopserrão que deixa passar tudo. Nem sequer teve a dignidade de trazer à colação um penalty existente em Alvalade aos 15 minutos (já depois do de Corona), quando Adrian dá mão na área após um remate de Brahimi. Convido-os a ver esse lance que nem sequer mereceu destaque nos jornais e programas televisivos, mas agora há uma linha que separa a cultura da ignorância com a possibilidade de rebobinar factos. Mas voltando ao jogo jogado. O Porto desta noite esteve um bocadinho aquém e, apesar das bolas no ferro, a equipa precisa de fazer mais e melhor na cidade berço. Com um Helton brilhante que foi capaz de se redimir de um erro clamoroso, defendendo um penalty, a equipa foi capaz de regressar às meias finais da competição, sem recorrer a horas extra pouco adequadas para um jogo à noite. Venha de lá esse galo! Finalmente, uma palavra para Julen Lopetegui cujo foi capaz de se despedir com elevação dos adeptos portistas e de todos os seus colaboradores. Caiu por terra a alegação instrumentalizada dos pasquins propagandísticos que falavam em renitência quanto ao encerramento do acordo. Foi uma saída com nível! Parabéns ao FCP e, se for para sofrer por ti, vou já, mor! Hélder Rodrigues

21
Abr15

O meu Orgulho, o nosso Orgulho e o orgulho deles!!!!

helderrod

Hoje o FC Porto teve uma noite difícil em Munique. Mas para a ter é preciso lá estar. E assim foi. Depois de um magistral jogo no Dragão que colocou toda a Alemanha em sentido, o orgulho ferido germânico abalou a semana da Baviera. As dificuldades deste jogo começaram logo no desafio do Dragão. A escandalosa não expulsão de Neuer e a não atribuição dos amarelos a Boateng e a Bernat em contraponto com as admoestações certeiras a Danilo e Alex Sandro foram marcantes para o desfecho da eliminatória. Depois, o azar circunstancial deste jogo anteceder uma visita ao Estádio da Luz o que condicionou as opções de Lopetegui (LO-PE-TE-GUI para os mais pategos), quando tira Quaresma e mais tarde Brahimi, Porém, o golo de Jackson apareceu e fica a sensação de que se a segunda oportunidade do avançado do Porto desse em golo aos 76 minutos os bávaros ainda passariam um mau bocado. Mas eu e certamente todos os Portistas estamos muito orgulhosos desta longa caminhada na Champions iniciada em Agosto. Fomos irrepreensíveis até ao jogo de hoje e obtivemos um agregado de 7-4 com a mais que provável campeã da Europa da presente época. Como tal e apesar do amargo de boca, o meu orgulho pelo Porto cresce ainda mais nestes momentos porque quem ama o seu clube é ainda mais afectivo nos momentos difíceis. O mágico Porto estará com certeza portentoso no próximo jogo da Luz, pronto para mais um difícil desafio, mas ferido no orgulho de Dragão que quererá indubitavelmente relançar-se na luta pelo título. E assim termina mais uma presença da Champions da equipa portuguesa mais temida na Europa do futebol. Por isso, força grande Porto! Hélder Rodrigues

P.S. A não esquecer: O sete é a soma (o corpo) de 6 + 1. Pelo menos é assim em Vigo e no resto do mundo!

16
Abr15

WUNDERBAR

helderrod

Maravilhosa. Assim foi a noite de gala no Estádio do Dragão. Com 50092 espectadores quase todos pintando a casa de azul e branco escrevendo a frase "Road to Berlin". E é isso mesmo. Demonstrámos ter estofo de campeões...EUROPEUS! Esta casa habitua-nos a plasmar a superior evidência de sermos de longe a melhor equipa portuguesa. A força incessante da equipa foi sublime, mesmo com um árbitro muito indisciplinado na aplicação da lei que levou um Neuer ao colo para a segunda mão uma vez que a sua opção penalizou o FC Porto não só para o que restava do jogo, mas para toda a eliminatória. Contudo, uma palavra para esta grande equipa que sabe estar acima de toda a arrogância da maioria da imprensa e da televisão. Sabe estar acima de alucinações de comentadores que tentam menorizar aquilo que é maior. Aliás deixo aqui um desafio ao senhor Carlos Daniel para fazer uma nova estimativa, tendo em conta os 20% das hipóteses atribuídas ao FC Porto perante um Domingos impaciente no programa Grande Área da RTP Informação. Uma palavra para LOPETEGUI (LO-PE-TE-GUI, para os mais pategos), que apesar da permanente sobranceria do chauvinismo antiporto, mantém a equipa em grande rendimento nas frentes que realmente interessam (apesar dos coeficientes filosofados por Rui Santos). O treinador basco tem vindo a revelar uma enorme capacidade de leitura no jogo e parece estarmos a colher os frutos do tal rotategui tantas vezes criticado. Posto isto, é com um imenso orgulho que escrevo estas palavras, porque durante as minhas 36 primaveras este clube já me deu tanto, mas tanto que dispenso quaisquer lirismos para procurar engrandecer aquilo que efectiva e palpavelmente já é imenso: o meu FC PORTO que hoje me deu mais uma grande alegria, mais uma vitória categórica aos bávaros que nunca tinham perdido em solo luso. E assim fazemos a história com factos e com argumentos de momentos sublimes. Obrigado por me fazeres tão feliz, FC Porto! Força, Porto!!!!! Hélder Rodrigues

20
Mar15

O Respeitinho é muito bonito e o PORTO gosta!

helderrod

Quis o sorteio que os bávaros viessem ao reino do Dragão. Agora, há que transmitir confiança e força ao grande FC Porto! Tal como é possível observar na foto portista deste blogue, nós temos uma história muito bonita com o Bayern. O futebol é outro, os protagonistas são outros, mas a esperança é a mesma. Em 1987, o meu pai dizia-me que só um milagre poderia dar-nos a vitória. Não houve milagre. Houve garra, força e génio. E o nosso FC Porto tem tudo isso! É importante enfatizar que em nossa casa mandamos nós. Somos um clube praticamente imbatível em casa e nada nem ninguém nos pode atemorizar. O respeito pelo melhor clube português é imenso. Desta forma, há que jogar à Porto em casa e atestar a nossa grandeza europeia. Por isso, força, GRANDE PORTO!!!!!!

Wir werden gewinnen !!!!

Hélder Rodrigues

P.S: - neunzehnhundert sieben und achtzig

11
Mar15

VIER de final nos Picos da Europa

helderrod
Solidarität, überwältigend , brillant, großartig! Solidária, esmagadora, brilhante, soberba foram os QUATRO adjectivos que escolhi para ajudarem a qualificar o orgulho que senti hoje ao ver o meu FC Porto a evoluir no Estádio do Dragão.
Talvez equiparada ao Porto-Lázio nas Antas, a exibição nesta noite de gala no Dragão foi sublime.
Num futebol dinâmico e envolvente, a equipa portista traduziu em atitude a confirmação que lhe é dada nas palavras por esse mundo fora.
É nesse mundo fora, mais especificamente na Europa do futebol que nós (FC PORTO) confirmamos a sua qualidade indubitável. O seu prestígio tantas vezes menorizado ridiculamente no nosso país eleva-se além fronteiras. O Porto é inequivocamente o melhor clube português dos últimos 40 anos, o maior de sempre (reforço).
Sinto-me orgulhoso por elevar a voz para o azul e branco e, como tal, FICO ATÉ AO FIM, sempre até ao fim para aplaudir um trabalho fantástico de equipa, porque apesar de Lopetegui ter exaltado os jogadores, este festival tem o seu cunho pessoal. Ele merece um sentido reconhecimento independentemente do que surgir doravante.
Uma palavra para o Dragão de Ouro Danilo que assustou os mais de 43 mil espectadores, mas que seguramente estará já em convalescença. Nesse particular, Lopetegui também poderá dar umas dicas uma vez que ele também já perdeu os sentidos a poetizar sobre futebol e hoje no Dragão não houve apenas futebol, houve poesia que nos eleva ao nosso lugar. Leva-nos aos Picos da Europa entre os oito melhores clubes na presente época.
Parabéns, Grande Porto!

Hélder Rodrigues
04
Abr14

Mais POST, menos POST....

helderrod

Numa boa noite europeia, o FC Porto continuou a evidenciar o crescendo na qualidade futebolística. A par dos recentes jogos com o Nápoles e com o Benfica, a equipa entrou forte, autoritária e digna do estatuto de um dos grandes europeus.

A primeira parte forte ficou aquém pela magreza na vantagem aquistada. Dos 66 por cento de posse e das várias oportunidades restou um golo, que podia ter vindo acompanhado de um outro claramente negado por Beto (que bela exibição) e depois pelo poste. Defour merecia mais...

Um destaque para a trivela que permitiu a assistência para o grande golo de Mangala, com a esperança de que passem mais vezes a imagem deste momento do que a do episódio da Madeira. Mas vai ser difícil. É uma imagem bem mais esclarecedora da qualidade díspar de um grande talento luso.

Na segunda parte, o Porto continuou a procurar um resultado mais alargado, mas com mais um encontro da bola com o poste ficamo-nos por aqui. Porém, a pior notíca corresponde ao impedimento de Fernando que exagerou nos protestos, mesmo tendo alguma razão. Levou com a austeridade germânica a mesma que inventou um amarelo ao desgraçado do Jackson que parece não poder saltar mais do que os outros. Serão duas baixas importantes para Sevilha, principalmente a do Polvo que espero ver em grande forma nas meias-finais acompanhado pelos golos de Jackson Martinez. Assim esperamos...

 

Uma palavra também para o Rúben Amorim que foi vítima da infelicidade no jogo de Alkmar. É sempre triste ver alguém ser forçado a abandonar o terreno de jogo com uma lesão tão injusta. Parece-me uma situação que aprioristicamente é em todo idêntica à de Helton. 

 

 

É com muita esperança que partiremos para o bailio de Sevilha e com espírito de conquista lá estaremos: AiDeuse u é?

 

Hélder Rodrigues

21
Jun12

EURO 2012 (XVIII) - Tempo de Balanço

Eduardo Louro

Depois de quase três semanas cheias de jogos, todos os dias, chegou o primeiro dia de abstémia. Seguem-se, agora, mais quatro dias de futebol: um por dia, nos quartos de final!

Tempo, pois, de balanço. Como nas contas semestrais das empresas!

Dos que aqui considerara favoritos no início caíram dois: a Holanda, que considerara favorito de primeira linha, e a Rússia, que considerara de terceira linha. De terceira linha, não pela qualidade dos seus jogadores e do seu futebol, mas precisamente pelos habituais percalços competitivos.

A selecção Russa tinha tudo para, desta vez, fintar o destino e confirmar o excelente euro 2008. Tinha jogadores, tinha futebol e tinha equipa! E tinha vantagens comparativas assinaláveis: uma equipa constituída por jogadores que jogam em clubes do campeonato russo - a excepção Ismailov não é sequer relevante, pelo (pouco) que foi utilizado - mas, mais, com 70% de jogadores de um só clube – o Zénitt de Danny – o que, como se sabe, é fundamental numa selecção: pela coesão e pelos automatismos que lhe empresta. Mas, acima de tudo, tinha a vantagem do seu calendário competitivo. Os seus jogadores estão a meio da época, e não no fim, como os restantes. Muitos deles com 70 jogos de alto desgaste!

Mas, mais: não só entrou a ganhar – e sabe-se como é importante, neste tipo de competições, entrar a ganhar – entrou em grande estilo e a golear. Com tudo, mas tudo mesmo, a favor, falhou. Sem desculpa!

A selecção holandesa foi, contudo, mais decepcionante. A mesma equipa que brilhara há dois anos, no Mundial da África do Sul, com o mesmo treinador, recheada de estrelas e com os melhores marcadores das ligas inglesa e alemã, esteve irreconhecível. Terá ficado marcada pela inesperada e injusta derrota no primeiro jogo, com a Dinamarca, tida pelo adversário menos poderoso. Mas, parece-me agora, que esta derrocada holandesa terá começado a desenhar-se há um mês atrás, quando Roben falhou aquele penalti contra Petr Chech na final da Champions. Pode falar-se de egos, de guerra de estrelas, daquela defesa – realmente fraca – das discutíveis opções do treinador e mesmo daquele primeiro jogo, mas aquilo começou naquela noite de Munique. E só não foi uma saída mais humilhante porque a selecção nacional foi perdulária. Não fora isso e a Holanda ter-se-ia despedido vergada ao peso de uma goleada histórica!

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