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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

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Visto da bancada Sul

14
Nov12

Um adeus português

Eduardo Louro

 


A selecção nacional de futsal foi afastada nos quartos de final do campeonato do mundo que decorre na Tailândia por uma selecção do Brasil vestida de azul, ao serviço da Itália. Talvez esteja aí a explicação para algumas decisões de uma senhora brasileira que integrava a equipa de arbitragem … Não devia valer: um árbitro de um jogo não pode ser compatriota de uma das selecções que o disputa!

Quando, a meio da primeira parte, a selecção portuguesa ganhava por três a zero – três golos do Ricardinho – não passava pela cabeça de ninguém que ainda não fosse desta que ganhássemos à Itália. Mas ainda não foi desta…

Num grande jogo de futsal - o resultado ajustado ao que se passou seria para aí de 9 a 6 para Portugal, mesmo mantendo intocáveis as grandes exibições dos dois guarda-redes – faltou alguma sorte à selecção portuguesa. A Itália reduziu para 3-1 logo ao início da segunda parte, seguindo-se três ou quatro oportunidades para Portugal repor a vantagem, todas falhadas até que, nos cinco minutos finais, com recurso ao guarda-redes avançado (situação que o treinador italiano preparou em time out já depois de receber ordem de expulsão, que ignorou olimpicamente até acabar o seu trabalho, sem que nem árbitros nem delegados da FIFA interviessem), marcou os dois golos que levariam o jogo para prolongamento. O empate chegou nos últimos segundos, depois da senhora árbitra brasileira retirar a posse de bola aos portugueses numa reposição lateral, por supostamente terem sido ultrapassados os quatro segundos…

No prolongamento foi claro que a equipa nacional não teve força anímica para reagir. A sorte – que a equipa teria merecido - voltou a virar-lhe as costas em mais duas ocasiões claras de golo.

Portugal chegara aos quartos de final com uma vitória (Líbia), um empate (Japão) e uma derrota (Brasil), enquanto a Itália brasileira – ou o Brasil italiano, a ordem é arbitrária – chegava cem por cento vitoriosa mas, por este jogo, era a equipa portuguesa que deveria estar nas meias-finais. E apetece dizer que nem o Ricardinho merecia deixar este campeonato do mundo, nem este mundial merecia perder o Ricardinho!

 

23
Jun12

CAMPEÕES

Eduardo Louro


O Benfica acaba de reconquistar o título de campeão nacional em futsal!

Depois de uma época em que ganhara tudo o que havia para ganhar e de uma fase regular onde alardeou grande superioridade, o Benfica entrou na final – à melhor de cinco – a confirmar essa superioridade, com uma goleada. Que, depois, não conseguiria confirmar, com o Sporting a ganhar tangencialmente o segundo jogo, ainda na Luz e, da mesma forma, o terceiro, em Loures, a casa emprestada do Sporting. No quarto jogo, de novo em Loures, houve empate, com o Benfica a trazer a decisão para a Luz através das grandes penalidades.

Hoje era a decisão final. O Sporting entrou melhor e marcou primeiro, mas, ainda na primeira parte, o Benfica deu a volta ao marcador, chegando ao intervalo a ganhar por 2-1.

Na segunda parte o Benfica foi superior, criou e desperdiçou inúmeras oportunidades de golo. Chegou finalmente ao terceiro golo e, com dois golos de desvantagem, o Sporting lançou mão do guarda-redes avançado, estratégia que domina como poucos. Conseguiu chegar ao empate, tendo ainda um remate ao poste antes de o tempo regulamentar se esgotar.

Já na segunda parte do prolongamento o Benfica desempatou, numa jogada em que César Paulo, sozinho e rodeado pelos quatro jogadores adversários, conseguiu libertar a bola para Edesio que, tão sozinho quanto os restantes jogadores do Benfica, fez o golo. O Sporting voltou a pôr em campo o guarda-redes avançado, mas desta vez não resultou. Resultou, ao contrário, no quinto golo do Benfica.

O Sporting, mantendo com a estratégia, ainda chegaria ao quarto golo, a um minuto do fim. Mas não mais que isso!

Curioso é que o Benfica tenha ganho os três jogos sem Ricardinho, o outro melhor do mundo. E perdido os dois em que jogou. Não merecia isto, porque não é só o melhor do mundo, é uma grande pessoa humana e um grande benfiquista!

Não fora o futebol e esta tinha sido a época perfeita!

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