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Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

Dia de Clássico

Visto da bancada Sul

06
Fev19

A fasquia estava alta

Eduardo Louro

 

A grande expectativa para este primeiro jogo, na Luz, das meias-finais da Taça, não era tanto se o Benfica repetiria a grande exibição do passado domingo, em Alvalade. Era mesmo se o apelo de Jorge Andrade encontrava eco nos jogadores do Sporting.

Não foi preciso esperar muito. Logo que o árbitro Luís Godinho (mais, do mesmo) apitou para dar início ao jogo tivemos a resposta. As respostas, foram duas, de imediato. Primeiro, Gudelj e, logo a seguir, o regressado e talhado Ilori. À segunda o árbitro puxou do amarelo, parecendo avisado para o que poderia vir a passar-se. 

Pura ilusão. A partir daí, portanto durante todo o jogo, fizeram impunemente as faltas que quiseram sobre o miúdo. E a mão ficou leve para amarelos aos jogadores do Benfica... O ridículo bateu no teto com o amarelo ao João Félix ... por bater com a mão na bola. 

Quanto ao jogo ... Bom... o Benfica tinha deixado a fasquia muito alta. Seria difícil chegar lá perto, e o jogo foi francamente mais repartido. Especialmente na primeira parte. Mais dividido, porque, qualidade, só se viu no jogo do Benfica. Num jogo de qualidade bem inferior ao último, só o Benfica, a espaços, jogou futebol de qualidade. 

Na segunda parte o Benfica jogou muito mais. Chegou cedo ao 2-0, e sobraram oportunidades claríssimas para o terceiro. Esteve pelo menos por três vezes perto do 3-0.

Mas não marcou, e como não marcou, o treinador do Sporting resolveu apostar nos últimos 10 minutos à procura de alguma coisa que lhe abrisse perspectiva de um resultado que lhe deixasse viva a eliminatória. O jogo estava numa fase em que qualquer jogador do Sporting sabia que seria falta sempre que se mandasse para o chão. 

Numa dessas vezes, faltavam 8 minutos para o fim, o Bruno Fernandes protagonizou o único momento de verdadeira qualidade do Sporting em todo o jogo, e fez o golo. Foi uma grande execução, sem dúvida, mas o Svilar foi muito mal batido. Em vez de utilizar a barreira para esconder a baliza, utilizou-a para se esconder. Escondido atrás da barreira, não só deixou todo o lado direito da sua baliza escancarado, como nem viu a bola partir!  

O 2-1 volta a ser um resultado mentiroso. E, tendo em conta que se mantém a disparatada regra de os golos fora valerem a dobrar para efeitos de desempate, não é um grande resultado. Mesmo que já ninguém se lembre dele quando se jogar a segunda mão desta meia-final, será o que vai contar nessa altura.

Ah... E mais uma estreia. Bem vindo Ferro!

 

03
Fev19

Que grande Benfica!

Eduardo Louro

 

Seis golos, e mais três anulados, dois penaltis, uma expulsão ... Que grande dérbi veio Cristiano Ronaldo ver a Lisboa!

Sim, um grande jogo, um grande dérbi mas, acima de tudo, um grande Benfica, este que Bruno Lage moldou com as suas próprias mãos, e que hoje chegou a Alvalade para simplesmente não dar qualquer hipótese ao Sporting. Que esteve por várias vezes à beira do KO e acabou por ser sempre salvo por um milagre qualquer. Na parte final da primeira parte quando, completamente grogue, tinha a sorte de estar a perder por apenas 0-2, foi Samaris - Gabriel é que é nome de anjo - o autor do milagre, ao perder uma bola quando não tinha como perder, que deu o golo ao Sporting.

Para trás ficava então um grande espectáculo de futebol com uma exibição de gala dos jogadores do Benfica. Mas apenas dois golos... a contar...

Seferovic abriu o marcador aos onze minutos, mas logo aos quatro, numa grande jogada de Grimaldo, já a bola não tinha entrado porque ... não quis. Onze minutos depois do primeiro, mais um grande golo de João Félix, que o VAR não quis que valesse, descobrindo uma daquelas faltas no início da jogada que só valem se for para penalizar o Benfica. Dois minutos depois, Seferovic apareceu sozinho na cara de Renan, que negou o golo. Dez minutos depois nova grande jogada e golo do miúdo. Nem festejou. Os jogadores do Benfica já nem festejam os golos. Sabem bem que há sempre um VAR pronto a invalidá-los!

Ir para o intervalo com o Sporting ainda dentro do jogo foi o milagre do dérbi. Um banho de futebol, cinco claríssimas ocasiões de golo, três golos de grande categoria, não jogavam com aquele resultado.

Logo na reentrada o Benfica fez o terceiro golo, o primeiro de Rúben Dias no campeonato, e voltou a encostar o Sporting às cordas. Pouco depois Seferovic voltou a marcar. Desta vez um golo que roubou ao Benfica, ao não permitir que fosse João Félix, ali encostado, a fazer o remate. O internacional suíço vinha de fora de jogo, e o miúdo estava em posição legal. Logo a seguir é o ferro que rouba novo golo a Seferovic. E até ao quarto golo, por Pizzi na conversão de uma grande penalidade, por falta do guarda-redes do Sporting sobre ... João Félix, o Benfica nunca tirou o pé do acelerador. E logo no minuto seguinte, sozinho à frente da baliza deserta, inexplicavelmente o miúdo não acertou na baliza. O relógio assinalava o minuto 78, e ficou a ideia que os jogadores do Benfica começaram a deslumbrar-se.

Logo a seguir o Sporting marcou, mas em fora de jogo. E por isso não valeu, e cinco minutos depois o VAR descobriu um penalti do Odysseas sobre ... Bas Dost. Soares Dias expulsou o guarda-redes do Benfica e, na conversão da grande penalidade, o holandês fechou o resultado num mentiroso 4-2.

Uma grande vitória e um grande resultado em Alvalade. Mas nunca, nem nos 3-6 de 1994, a vingança dos 7-1 de há 32 anos, esteve tão perto de se servir fria. Hoje o jogo teve tudo para que o score superasse esse resultado mítico.

26
Ago18

Superstição e peditório

Eduardo Louro

Benfica 1-1 Sporting: Estreia feliz de João Félix 'estragou' noite (quase) perfeita de Salin

 

Confesso uma superstição, ao que julgo, comum a muitos benfiquistas: se a àguia Vitória não faz o seu voo direitinho ao seu poleiro de suporte, a coisa não vai correr bem. É sempre assim, e quando assim não é... é a excepção, a tal que confirma a regra!

Hoje a Vitória - tenho uma cadela com o mesmo nome, que também se porta mal com frequência - não quis brindar-nos com aquele voo rectilíneo e seguro, andou por ali às voltas e acabou, eventualmente já cansada, por aterrar na relva, ali no centro do terreno de jogo, mas a 15 ou 20 metros da gloriosa base da gloriosa águia, para desilusão dos mais de 60 mil que enchiam as bancadas, que pouco despois haveriam da dar uma nota de festa na bonita coreografia da reconquista.

Tinha de correr mal, só podia...

Todos os dérbis são especiais. Mas este talvez fosse ainda mais especial. Surgia no meio de uma eliminatória de apuramento para a Champions, a sugerir que a Federação e a Liga não dão muito atenção a essas coisas - pelo menos se for Benfica a estar em causa, porque lembramo-nos bem do que aconteceu o ano passado nos sorteio do campeonato em relação ao Sporting, então a discutir esse apuramento -, e surgia em pleno período do que convencionou chamar convalescença do Sporting.

O dérbi de hoje foi inequivocamente marcado por estas duas circunstâncias. Primeiro porque o Benfica jogou a pensar nos jogos com o PAOK. A pensar - e a jogar - como pensou no jogo de terça-feira passada, mas também a pensar no que aí vem, na próxima quarta-feira. E, depois, porque não quis ser desmancha-prazeres, e não deixou de se associar a este pungente movimento nacional de reabilitação do Sporting, coitadinho, que Bruno de Carvalho deixou dilacerado, às portas da morte.

Durante toda a primeira parte o Benfica preocupou-se em não fazer mal. Não fazer mal ao Sporting, evidentemente. E por isso o jogo não teve então história. Nem mesmo aquela entrada do mal agradecido Ristovski sobre Cervi, a meio da primeira parte, que deixou o argentino a sangrar e de cabeça atada para o resto do jogo, demoveu o Benfica desse incumbimento nacional.

Na segunda parte, parece que o Benfica percebeu finalmente que não lhe competia dar a mão ao mais fraco Sporting que me lembro de ver na Luz. Que não tinha nada a ver com o facto de o Sporting só ter aquilo para dar. Mas, aí, já tinha perdido 45 minutos. E tinha ainda que se ver com as suas próprias debilidades, a maior das quais, como se sabe, tem a ver como Ferreyra não encaixa na equipa, ou como a equipa não encaixa Ferreyra... Vai dar no mesmo. E, como se tudo isso não bastasse, tinha ainda que se ver com a confiança que já tinha dado a Salin, por quem antes ninguém dava um avo.

Como se na primeira parte o Benfica não tivesse já dado tudo para o peditório, quando atravessava o seu melhor período e nos convencia a todos que agora é que é, resolve dar ainda mais um bónus: uma brincadeira de Fejsa acabou numa precipitação de Rúben Dias, oferecendo um penalti ao Sporting. Que o Nani naturalmente não falhou.

Faltava cerca de meia hora para o fim do jogo, e o Benfica atirou-se finalmente para cima do Sporting. As oportunidades sucediam-se, como as defesas de Salin, a lembrar os melhores dias de Rui Patrício. Ia dizer que as substituições de Rui Vitória foram bem feitas, porque o menino João Felix voltou a entrar muito bem e marcou o golo do empate, aos 86 minutos. Mas nem isso se pode dizer, porque a primeira opção foi tirar o Cervi, exactamente quando era o principal dinamizador do jogo do Benfica. E porque Seferovic ... Francamente...

Assim, e com as defesas do Salin, e com um inesgotável cardápio na arte de bem queimar muito tempo (neste particular o Sporting fez bem pior que a grande maioria das equipas pequenas que vêm à Luz) acabou empatado mais um jogo que o Benfica tinha de ganhar. E que, mais uma vez, não soube. Como a águia Vitória tinha anunciado!

 

 

 

 

 

25
Ago18

Vários sentimentos

Daniel João Santos

Este dérbi ente o Benfica e o Sporting, que deu empate deixou vários sentimentos:

A frustração de ver uma equipe dominar e não marcar um golo. Ainda por cima, perante um Sporting com poucas ideias.

A alegria de ver que ainda existem jovens que não temem o jogo, João Félix, demonstrando aos avançados do Benfica como se marca de cabeça.

A preocupação por ver o Benfica a jogar sem avançados. Aqueles dois que por ali passaram hoje, alternadamente, juntos não dão meia perna de Jonas.

A incredibilidade perante a arbitragem protagonizada por Luís Godinho. Um árbitro sem categoria e sem capacidade para arbitrar um jogo destes.

A preocupação perante estes dois últimos jogos, PAOK e Sporting. 

Desconfiança sobre a capacidade do actual treinador, Rui Vitoria, de corrigir os problemas da equipe ou, indo mais longe, conseguir dirigir este Benfica.

 

20
Ago18

VIVA O MAR

Eduardo Louro

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A segunda jornada da Liga de futebol manteve as suas pecularidades, e desta vez criou o paradigma do último minuto. No último minuto do jogo de Alvalade, nem o árbitro nem o VAR viram o que todos vimos: um penalti a favor do Vitória de Setúbal, que daria de novo, e por fim, o empate. No útimo minuto do jogo do Jamor, o VAR e o árbitro viram o que mais ninguém viu: um penalti a favor do Porto, que lhe deu os três pontos.

Percebem-se as preocupações com a convalescença do Sporting, e o desígnio de o levar direitinho, bem amparado, sem o deixar cair e inteirinho até à Luz. Já quanto ao Porto, que mesmo sem estar doente está a jogar tanto como o Sporting, não é preocupação. É obcessão. Que também é doença...

E, neste Agosto quente, viva o MAR - Medical Assistence Results!

23
Abr17

Vamos falar de penaltis?

Eduardo Louro

 

Vamos então começar por falar de penaltis. Não que seja uma conversa que aprecie especialmente, mas porque, na conversa que não despega para destabilizar o Benfica e influenciar ambientes e decisores, foi o tema desta semana, com muita conversa falada e escrita, com relógios e contas aos dias, minutos e segundos que tinham passado sobre o último penalti assinalado contra o Benfica.

Por isso, ou por outra razão qualquer, o Ederson, que se esquecera da prudência no balneário, encarregou-se de acabar com a conversa, cometendo o penalti mais patético da sua vida. Que Artur Soares Dias viu e assinalou. E Adrien converteu, permitindo ao Sporting entrar a ganhar.   

Talvez por causa do relógio, daquele relógio, o árbitro viu esse logo no início do jogo, mas não viu – e não é a primeira vez que, em Alvalade, não vê penaltis a favor do Benfica, é já tão clássico como o próprio derbi – três, claríssimos, a favor do Benfica: primeiro sobre o Grimaldo, logo a seguir sobre o Lindelof e, uns minutos depois, sobre o Rafa.

Para acabar com a conversa dos penaltis queria dizer que achei bem que o Rui Vitória não se tivesse escudado na arbitragem do melhor árbitro português – não há dúvida que o Benfica nunca tem sorte com “os melhores árbitros portugueses” – e mesmo sem que haja memória de uma arbitragem que nega três penaltis tão óbvios numa só partida, não o referiu no final do jogo. O diabo é que a comunicação do Sporting, e o treinador Jorge Jesus, aproveitaram isso para concluir que, se ninguém falou nos penaltis, é porque não existiram.

Ponto final. No “fair play”, e nos penaltis. Também!

O Sporting aproveitou o élan do golo na abertura do jogo para agarrar o jogo. E agarrou, mas por pouco tempo. Passados que foram os primeiros dez minutos, o Benfica passou a mandar no jogo. Não criou muitas oportunidades de golo – é certo, tão certo quanto certo é que muitas foram evitadas com faltas, entre as quais aquelas três dentro da área de que não volto a falar – mas dominou todas as vertentes do jogo. Apenas nas faltas cometidas – e assinaladas – o Sporting se superiorizou.

Mesmo notando-se – e bem – a falta de Jonas, mais uma vez de fora, sem recuperar, o Benfica jogou mais, e melhor, com as arrancadas de Nelson Semedo e Grimaldo, sempre sob a batuta de Pizzi. O Sporting defendia-se como podia, especialmente com Wlliam, Bruno César e Alain Ruiz a usarem e abusarem de sucessivas faltas.

A qualidade do jogo do Benfica, e o seu domínio na partida, não deixava no entanto os benfiquistas tranquilos para a segunda parte. Porque há muito que o Benfica não consegue manter o seu melhor nível durante os 90 minutos, e porque atravessa uma fase em que entra sempre mal na segunda parte. Há muitos jogos que é assim. E porque, finalmente, nunca neste campeonato o Benfica conseguiu virar o resultado: sempre que esteve a perder, o melhor que conseguiu foi empatar.

Os primeiros minutos da segunda parte começaram logo por confirmar uma das maldições. O Benfica entrou mal, e o Sporting poderia ter marcado. Cumprida essa “formalidade” – são sempre três a cinco minutos, alguns deles com maus resultados, como aconteceu com o Porto, na Luz – o Benfica voltou a pegar no jogo.

O Rui Patrício foi adiando o golo do empate até minuto 66. Aí, já depois de, nas mesmas circunstâncias, Grimaldo ter obrigado o guarda-redes do Sporting a uma grande defesa, na superior cobrança de um livre directo, o insuspeito Lindelof fez o “golão” do empate.

Os últimos jogos já nos tinham trazido duas boas notícias: o regresso dos golos de bola parada e, finalmente com a cabeça arrumada e limpa das confusões das transferências, o “regresso” de Lindelof à sua condição de jogador de top. O minuto 66 foi de confirmação dessas duas grandes notícias. Uma confirmação ao estilo dois em um!

Atingido o empate, o Benfica acentuou a pressão sobre a grande área do rival, que passou por momentos difíceis. Depois, aconteceu o que sempre acontece quando nada resulta dessa atitude mais ambiciosa, mas também de maior risco. É a velha máxima do futebol:”quando não dá para ganhar, pelo menos não percas”.

E Rui Vitória optou por segurar o empate. Que, provavelmente, deixa tudo como estava há duas semanas. Mas com dois jogos a menos por disputar.

Já só faltam quatro jogos. Já só faltam quatro vitórias!

07
Mar17

Bardamerda, disse ele

Dylan

bronco.jpg

 "Acordem e estremeçam", disse o presidente do Sporting na sua arrogância característica, depois de ser empossado para um segundo mandato. Confesso que depois do brilhante pecúlio de uma Taça de Portugal e uma Supertaça em quatro anos, o discurso podia ser mais humilde, apaziguador, cortando com o passado conflituoso onde afrontou meio mundo, mas "bardamerda para todos aqueles que não são do Sporting"!  Realmente o país ficou em sentido, já tínhamos visto um elemento de claque chegar a presidente do clube, nunca tínhamos visto um assalariado do clube transformar-se em chefe de claque com oratória de latrina.

05
Fev17

E agora, Jesus? Não adianta chorar! (ler em Português do Brasil)

helderrod

Recordando os tempos do saudoso Gomes Amaro, no seu magnífico "Quadrante Norte" com o comando geral de Ilídio Inácio, vale a pena enfatizar que não adianta escorrer argumentos.

Na verdade, o clássico da noite tempestuosa do Dragão com uma excelente casa que foi capaz até de desencadear uma trégua à intempérie brindou os amantes de futebol com um jogo emocionante e disputado. Muito se deve ter sofrido na segunda circular. E não era para menos.

A boa réplica do Sporting foi alimentando a ténue esperança de que o FC Porto escorregasse em casa. Mas não. 

Volvida uma volta inteira, os azuis brancos somaram apenas uma derrota justamente em Alvalade. 

Tal se sucedeu muito por culpa do Soares, que é fixe. Técnica, presença e potência foram ingredientes para uma estreia de sonho do avançado brasileiro que mereceu o título de jogador mais valioso em campo. 

A este facto não será igualmente alheia a aposta de Nuno Espírito Santo num onze declaradamente ofensivo com extremos bem abertos e atentos na defesa perante um espectacular Gelson Martins. 

Com efeito, o Sporting Clube de Portugal demonstrou no Dragão que é uma equipa com bastante qualidade, jogando um bom futebol principalmente na segunda parte. Nada teve a ver com a atitude pequenina do vizinho da Luz. Foi preciso muita abnegação e até alguma humildade para segurar um bom meio campo leonino.

Para ajudar à festa, veio um árbitro patrocinado por uma marca qualquer que se julga um inveterado anglo saxónico. Porém, falta-lhe a equidade no capítulo disciplinar e nos preciosismos de um zelo duvidoso.

Não obstante este facto, assistiu-se a um excelente jogo de campeonato em que o Leão deu a estrela ao Dragão. Será a estrela de Campeão? Ainda não se sabe ao certo. Mas hoje houve tarimba triunfante de campeões. Parabéns às equipas. 

Ao FCPorto resta a tomada de consciência que há ainda um longo e duro caminho a percorrer e a próxima conquista é já em Guimarães. Vamos, Porto!

 

E, Rui Patrício! Vai lá! Vai lá! Vai lá! (ler em Português do Brasil).

 

Força, Porto!

Hélder Rodrigues

19
Jan17

Distinções

Eduardo Louro

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Nunca tinha percebido muito bem a tão apregoada diferença entre as claques legalizadas e as outras. Agora já percebo: as claques legalizadas, para além de lideradas por gente com bom aspecto e ar respeitável, quais figuras públicas, de estarem autorizadas a ameaçar árbitros, a invadir centros de treinos, e a ameaçar e perseguir jogadores, têm ainda direito à expressão pública dos seus sentimentos de indignação quando as coisas não correm bem. E, já se sabe, as coisas só não correm bem quando a equipa não ganha! As outras são as que se limitam a apoiar a sua equipa em todos os campos onde joguem. A única coisa em que se não distinguem é no sopapo ...

O problema é que, logo que percebi isso, fiquei a saber que não percebia como é que, de repente, o melhor plantel do país está cheio de jogadores que nem nos distritais têm lugar. Nem como é que o melhor treinador... Bem, pensando melhor, essa percebo...

 

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