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Dia de Clássico

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A lapa

Dylan 22 Mai 18

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A lapa é um molusco que adere de tal forma à rocha que nem a acção do mar a faz desgrudar. No futebol português, existe uma espécie parecida, um presidente de um clube que se fixa ao poder como de uma concha se tratasse. Não se alimenta de algas mas de polémicas e está rodeado de outros caramujos resistentes à ondulação. Os biólogos portugueses chegaram à conclusão que a adesão ao substrato rochoso destes invertebrados não é feito através de secreções químicas mas de remunerações bastante lucrativas, vulgo ordenado, que nem a desincrustação à força resolve!   

O hooligan português

Dylan 18 Mai 18

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Só alguém muito distraído pode ficar admirado com o hooliganismo em Alcochete. O perfume do futebol há muito que se tornou irrespirável, já nem é o resultado do colapso geral da autoridade e da ineficácia das diferentes instituições socializadoras, como a família e a escola,  mas o cruzamento do fundamentalismo desportivo cultivado nos gabinetes de comunicação dos clubes de futebol com os comentários feitos em programas televisivos que instigam ódio.  Depois, a falta de cultura desportiva neste país, ondes chefes de família transformam-se em vândalos de fim de semana e em arruaceiros virtuais, onde árbitros são ameaçados, profissionais chamam "boneco" a colegas de profissão, jornalistas que insistem em não despir a camisola, claques "legais" que são piores do que as "ilegais", caciques regionalistas que politizam o futebol  e vencedores que achincalham o rival na hora das vitórias. Quando cresce o número de crimes em recintos desportivos, mesmo no desporto infantil onde se registam agressões entre pais, esperemos que a criação da Autoridade Nacional para a Violência do Desporto desligue o fogão que vai alimentando esta panela de pressão.

Perdoa-me

Dylan 12 Mai 18

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Veio a público a notícia de que o Millenium BCP e o Novo Banco terão perdoado quase 100 milhões de euros ao Sporting através dos "valores mobiliários obrigatoriamente convertíveis" (VMOC). É de lamentar que bancos como o BCP, que receberam ajudas do Estado, e  instituições como o Novo Banco, sustentado por capitais públicos, continuem a brincar às gestões ruinosas. É vergonhoso assistir à nacionalização e recapitalizações de bancos falidos debitando nas contas dos contribuintes portugueses, é assustador pensar que se algum cidadão falhar o pagamento da prestação da casa, esses mesmos bancos que libertam dívidas de clubes de futebol, accionam a hipoteca, executam e penhoram o imóvel, com prioridade face a todos os outros credores. É imoral continuar a assistir à diminuição do poder de compra dos trabalhadores bancários, a despedimentos colectivos, ao fecho de balcões, à degradação das condições de trabalho, enquanto basta dizer "perdoa-me" para de imediato se extinguir as dívidas de um clube de futebol pré-insolvente! 

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Alguém diga ao treinador do FC Porto para terminar com "este clima de suspeição sobre os jogadores" que tanto o incomoda, tem que dar o exemplo. Num jogo com o Tondela, acusou a  agressividade dos beirões em comparação com a passividade frente ao Benfica. Pode-se também deslocar à Senhora da Hora, no canal do clube, e mandar calar o director de comunicação que lança desconfianças sobre todos os agentes do futebol, acabando por arruinar o próprio negócio. Por outro lado, é ridículo ver o presidente do Sporting sentado na Assembleia da República, na "casa da democracia", quando está farto de atacar a comunicação social, censurando jornais, televisões, rádios, discursando sobre "violência vs valores", quando é o próprio a instigar o ódio, lembrando um incendiário a dar aulas a um bombeiro. Estas personagens são como o ditado: olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço.

O roto e o nu

Dylan 6 Jan 17

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O roto, que em tempos dizia que "só os burros é que falam da arbitragem", insurge-se agora contra os árbitros e as nomeações usando a gasta táctica da vitimação e intimidação. O nu, que ao fim de duas jornadas da Liga rejubilava com os "ventos de mudança", agora também se junta às choradeiras diárias. O roto e o nu são almas gémeas em falência técnica que odeiam o vermelho e se copiam. Disfarçam as suas incompetências desportivas à custa dos árbitros pois investiram tantos milhões para receber tostões. O roto e o nu têm voz na imprensa incendiária, no populismo desportivo grunho, sendo caso para perguntar a toda a esta gente: porque não se vestem com moralidade e bom senso?

Um clube diferente

Dylan 20 Dez 16

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É um clube diferente, com um presidente assalariado e uma equipa técnica paga a peso de ouro. A três meses das eleições para a presidência, os sócios estão anestesiados com vapor e não reagem perante tantos acontecimentos que envergonha o clube. O outrora grande Sporting é gerido por populistas que inflacionam o número de títulos, que copiam o que os outros fazem e têm uma obsessão doentia pelo vermelho. Continuam a jogar à roleta russa, prometendo mundos e fundos, e elas depois "Doyen" que se farta, à espera do afundanço total, na tabela e nas finanças do clube.   

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Últimos comentários

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    hooligan não hooling

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    o Jesus era o "rei" quando gozava com o Lopetegui.

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    O hooling português não é apenas um membro daquela...

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